LiteraNews

Aviso: Voltamos em 2017

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LiteraLovers,
esses meses foram muito importantes para nós do blog (Lua e Téh) e esperamos que pra vocês também tenha agradado e entretido. Vamos aproveitar uns diazinhos para ajeitar umas coisas lá na nossa fanpage e deixar tudo lindo (por isso não estranhem caso vejam a gente por ai na sua timeline, mas aproveita e curte lá). Já os posts aqui do Blog só voltam em janeiro, joia?
Contamos com a presença de todos que nos acompanham em 2017, que já tá bem ai. Vamos trazer novidades, risos e LIVROS! Muitos Livros! E claro, continuar sendo esse blog gracinha que sei que vocês adoram (risos).
❤ Desejamos muitos livros em 2017 para todos nós! ❤

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Tags Literarias

#Tag Doenças Literárias

HEY! Oh quem está no mesmo bat-horário, no mesmo bat-canal?! Nosotras!
Achamos a tag Doenças Literárias no blog Beco Literário e pelo visto não estávamos vacinadas contra nenhuma delas. Vem ver! Algum livro pode ser seu próximo resfriado.
  • Para cada doença, nós temos que citar um livro relacionado. 

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Diabetes: Um livro muito doce.

Lua: Concordo que foi O Diário de uma Paixão, do best Nicholas Sparks. É um romance bem doce, tipo fundue com marshmallows e M&M’s. Mas acho que acabou se tornando um clássico para os outros.

Téh: O Extraordinário, R.J. Palacio. Não se trata de um romance de casal, mas acho que é isso que faz dele ser tão doce. É fofo demais esse livro. Uma delicia de verdade! E eu tenho um enorme carinho por ele. Vou protegê-lo!

***

Catapora: Um livro que você leu uma vez para nunca mais na vida.

Lua: Quem é você, Alasca? Oh desgraça que me fez raiva. Sei que tem muita gente aí fan do livro, mas sou eu que tô respondendo a tag então shiiiiu!

Téh: 50 tons de cinza e não me orgulho disso, ao contrario me envergonha. É tudo o que tenho para falar.

***

Influenza A: Um livro contagioso.

Lua: A Seleção, da Kiera Cass. Ainda não conheço uma alma que leu e não se apegou. E o universo parece ter lido, está em toda foto de estante e me dando boas vindas à entrada de toda livraria que vou.

Téh: Jogos vorazes, Suzanne Collins. O primeiro livro foi como um gatilho para eu querer ler mais e mais. E essa distopia é muito maravilhosa! Uma das minhas favs!

***

Insônia: Um livro que você virou a noite lendo.

Lua: Quase todos. Mas, vou escolher O Visconde Que Me Amava, da Julia Rainha (Quinn). É sempre aquela auto ilusão de dizer “só mais um capítulo”!

Téh: Para todos os garotos que já amei, Jenny Han. Pois era uma leitura fácil e bem gostosinha.

***

Amnésia: Um livro que você leu e não se lembra.

Lua: Convergente, da Veronica Roth.  Quando fui ver o filme só lembrei os personagens e foi mal. Não sei se foi porque eu não consegui ler o final do livro (pouco me importo com a TRIS(teza), mas não quero ver o Tobias sofrendo) ou se foi porque mudaram o filme inteiro.

Téh: Quase todos. Sim tenho uma péssima memória. Mas vou dizer pelos livros mais antigos, Os vinte e um balões (não faço ideia do autor). Era um livro que tinha aqui em casa e me lembro de pegar e ler, mas não lembro sobre o que era; só lembro-me do nome dele porque eu amo o número 21.

***

Asma: Um livro que te tirou o fôlego.

Lua: A Escolha, da Kiera. Tem de tudo um pouco, mas na medida certa e foi tão lindo que até hoje Maxon é dono do ar que respiro.

Téh: 9 regras a ignorar antes de se apaixonar, Sarah MacLean. Uau! Sim, esse me deu falta de ar mesmo. Um dos melhores romances de época que já li.

***

Má Nutrição: Um livro que você esqueceu-se de comer para ler.

Lua: Tudo me faz esquecer de comer, sério. Mas, digamos que foi A Escolha, do Nicholas Sparks.

Téh: A Escolha, Kiera Cass. Geralmente isso acontece, eu fico no limite da fome quando tô lendo e minha mãe fica gritando para eu ir comer. Mas como eu queria ler logo para saber o que ia acontecer com Maxon e America, isso deve ter acontecido bastante enquanto lia esse livro perfeito.

***

Doença de Viagem: Um livro que te lembre/ você relacione com uma viagem.

Lua: A Última Música, do quase nunca mencionado Nicholas Sparks (lol). A protagonista faz a viagem dos meus sonhos, pelo menos de início.

Téh: Cidades de Papel, John Green. Pois o Quentin embarca em uma viagem com seus amigos na busca de uma garota. Isso é muito legal, uma experiência única e feita com amigos deve ser inesquecível.


Alguém aqui quis tomar remédio para essas doenças? Só se for a catapora. Façam vocês também a tag e mostrem pra nós!
Beijos contaminados (e não pode reclamar! )

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Julgando Pela Capa

#JulgandoPelaCapa Mil Dias em Veneza – Marlena de Blassi

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Bonne nuit! Ou melhor, Ciau!

Somos internacionais mas hoje vou deixar Paris de lado e vou falar do lugar que queremos passar nossas próximas férias:  O lugar em que as pessoas dizem “Tchau” (é assim que pronuncia Ciau, viu?!) quando o resto do mundo diz “Hi” “Hola” ou “Oi”: Veneza. Foco na Itália, gente!/

No meu segundo Julgando Pela Capa, trago o livro Mil Dias em Veneza, da autora Marlena de Blassi, edição da Editora Sextante.

Preciso lembrar que paguei R$ 5,00 nesse livro? Pois paguei. Foi um de segunda mão, então palmas para quem me vendeu!

Esse livro me lembra bem o Nicholas Sparks logo de cara (ou melhor, logo de capa). Traz a foto de um pier e já me faz imaginar minhas férias de mil dias nesse lugar. Só que não… Bora trabalhar, persones. E, para quem não sabe o que é pier, eu também não sei explicar.  Mas posso garantir que é aquela ponte com espaçamentos entre as linhas de madeira sobre as quais você anda e por onde você vai deixar cair sua Havaiana até que ela se perca no mar logo abaixo. Se não for Havaiana vai ser outro objeto, prometo. É uma tradição cair algo lá.
Digo que a capa mostra um fim de tarde, já que parece estar um calor dos infernos.

Na capa, também encontramos uma citação sobre o livro do USA Today. Não sei se acontece com vocês, mas tenho a sensação de que todo livro que leio diz ser “best seller do The New York Times por várias semanas”. Daqui a pouco vou estar nessa lista também,  já que ninguém parece escapar (exceto o livro que estamos falando).

Até aqui estou esperando encontrar um romance a lá Nicholas Sparks mesmo. Mas, ao virar o livro e olhar a sinopse a autora Marlena de Blassi já destrói todas as nossas ilusões.

“Este livro pode parecer um conto de fadas, mas é uma história de amor verídica…”

Ferrou, gente. É fato real. Vamos torcer para nenhuma pessoa bonita/animalzinho fofo morra.

A sinopse fala que será uma biografia da autora, e pelo visto ela vai casar com um italiano que conhece pouco, que não fala o idioma dela e ela só fala em italiano coisas relacionadas à comida. Porque isso é tudo que precisamos para nos apaixonar, não é? A comida fazendo papel de cupido soa  bem real para mim.

O livro promete contar as diferenças entre o casal e, #JulgandoPelaCapa e pela sinopse espero um romance do tipo que se lê nas férias de verão (como se aqui não fosse “verão” o ano inteiro). Leve e divertido. Algo relaxante e que já me identifiquei: afinal, a protagonista fala de comida, Veneza e idiomas diferentes. Será que também vai ter um final feliz? Com esses três ingredientes principais aposto que sim!

Por Lua


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Resenhas

#Resenha Carta de Amor aos Mortos – Ava Dellaira

Olá, leitores queridos e que estão lendo essa resenha por possível interesse. Olha… a responsabilidade de influenciar outra pessoa a ler um livro ou não é séria, mas a escolha é sua. Bom, ai vou eu, ai eu vou. Antes de tudo, peço para que, se está pisando pela primeira vez neste blog, por este post, você deve comparecer imediatamente à uma postagem relacionada ao que vou escrever aqui: o Julgando Pela Capa, desse mesmo livro. Sim, pois se você não fizer isso acredito que vai ficar boiando em algumas coisas, sem entender se julguei certo ou não, e sem saber o que eu fiquei de responder aqui.

Vai lá, te espero (muitos momentos depois).

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Voltou rindo ou curioso? Então, agora vamos seguir já que você entendeu como funciona o esquema…

Como eu disse no JPC desse livro, eu tive uma relação com esse livro antes mesmo de lê-lo, pois eu fui ao evento aqui na minha cidade que a autora veio para autografar os livros e bater um papo com os leitores. Sim, você leu certo, eu conheci a autora. E sim, você leu certo, ela autografou meu livro. Isso cria uma baita pré-impressão, além do que a Avinha (somos bffs, ok?) é um amor de pessoa! Tiramos fotos e tudo. Claro que deveria ter sido muito mais emocionante se eu já tivesse lido e soubesse do que se tratava, mas mesmo do jeito que foi eu amei.

Agora que contei meu segredo pra vocês, vamos ao livro em si.

Após ler Carta de Amor aos Mortos, (percebi agora que os livros das minhas resenhas são relacionados a cartas, perceberam? A última carta de amor… essa… Talvez eu esteja querendo receber uma carta? Nunca te pedi nada!) definitivamente posso dizer que ele não trata de nenhum dos possíveis temas que eu sugeri no JPC; que eram sobre significados dos sonhos, astrologia ou zumbis. Apesar de em alguns momentos eu me perguntar se o que estava sendo dito era real ou não, mas acredito que era só “viagem” da personagem principal, ou quem sabe viagem da minha pessoa mesmo.

A história é toda contada por cartas que a Laurel escreve para os seus ídolos e da sua irmã May. Kurt Cobain, Janis Joplin, Amy Winehouse, Heath Ledger, Judy Garland, Elizabeth Bishop. A ideia surgiu de uma atividade no primeiro dia de aula e isso foi a válvula de escape para a mesma conseguir superar, entender e descobrir a própria identidade (não que ela tivesse uma identidade falsa, ou nada do tipo. Era questão de personalidade sabe? Quem sou eu? Pra que sirvo? E essas coisas que todos passamos na vida).

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A Lau (me torno intima dos personagens sim) trata essa tarefa que a profe mandou fazer, como se fosse seu diário e deixa pra lá o exercício. Ousada, né? Ainda mais tendo a cobrança do exercício em quase todas as aulas. Quem nunca passou por isso no colégio, que seja o primeiro a comentar.

Falando nisso, a Laurel acabou de se mudar de escola, mas não foi uma mudança porque ela teve que mudar de cidade, ou os pais de emprego… Não. Foi por escolha dela, após uma grande fatalidade na sua vida: sua irmã mais velha, May, havia falecido. Triste não é?! Isso é o que você acha no começo, mas ai depois fica 10 vezes mais triste. Os pais haviam se divorciado, ela estava com crise de identidade e numa escola nova. Tinha tudo pra pirar, né? Mas não. Na maior parte das vezes ela guardou tudo para si mesma, aceitou muita coisa calada e nesse ponto eu me identifiquei bastante com ela. Isso fez da Laurel uma pessoa passiva à própria vida e à sua irmã, viva nas suas lembranças.

Por falar nela, a história gira praticamente em torno da May. Sim. Laurel ama sua irmã mais que tudo. Idolatra. Glorifica de pé. Sempre admirou a sister e quis se parecer com ela. Confesso que tem horas que isso incomoda um pouco e faz a Laurel ser muito ingênua, imatura e determinar suas ações por causa do que sua irmã faria e isso trouxe traumas fortes pra ela. Na verdade consequências pra ambas. E dá tanta peninha, vontade de ir lá e ser amiga dela e ajudar a bichinha nessas coisas, porque querer parecer outra pessoa não é o caminho que vai resolver sua vida.

No decorrer da história ela luta contra o luto e a saudade da irmã, questões da infância (que como eu já falei ela ignorou ou por se sentir culpada ou guardou tudo para si) aceitar a separação dos pais e chega a enfrentar grandes desafios por amizade.

“Queria que Sky me visse como perfeita e linda (…). Mas, na verdade, todos nós temos sangue e entranhas. E, por mais que eu estivesse me escondendo dele, acho que parte de mim sempre quis que Sky me visse de verdade (…). Mas não somos transparentes. Se quisermos que alguém nos conheça, precisamos nos revelar a essa pessoa.” Página 296

Na escola ela encontra novas amigas e um namorado. Isso é coisa boa, não é? Mas nem tudo são flores, porque o livro é tão realista de um jeito, que com certeza você já deve ter visto casos semelhantes por ai ou até mesmo vivido.

O que importa é que apesar de chegar num ponto e perguntarmos “será que as coisas vão se acertar?” Elas realmente se resolvem (demos graças à autora) da melhor forma possível e dá pra entender o porquê disso e daquilo. E a lição mais importante que Laurel aprende e nos ensina: você saber lidar com o que acontece na sua vida, saber falar sobre isso com quem realmente se importa com você e se aceitar do que jeito que é. Com ou sem traumas você é uma pessoa e merece ser feliz.

Ok, isso ficou muito autoajuda? Talvez. Mas vocês não vão me julgar, não é?

Por Téh


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Capas Favoritas

#CapasFavoritas Olho no Olho

Oi, LiteraBabies!
Já aprendemos aqui que o ditado “Não julgue um livro pela capa” é difícil de colocar em prática. A capa é importante pra quem lê (tem gente que nem lê dependendo da capa – não vou nem dizer quem) E quando ela é um amorzinho de capa tudo vira um sonho lindo cheio de gliter e algodão doce. Vem cá ver algumas capas que eu amo!

1. Série A Seleção – Kiera Cass

“Pode partir meu coração. Mil vezes, se desejar. Sempre foi seu para machucar como quiser… Amarei você até meu último suspiro. Cada batida do meu coração é sua. Não quero morrer sem que você saiba disso.” –  A Escolha, Kiera Cass. Frase dita pelo meu Supremo Marido Literário Maxon Schreave

Nossa rainha Audrey arrasa representando a querida-que-não-é-nossa-querida América Singer nas capas com um vestido mais lindo que o outro. Meu favorito é a capa do terceiro livro, A Escolha. (Porque, pelas santas joias reais, América quer usar jeans tendo vestidos lindos assim?) Dizem que juntando os três livros temos as cores da bandeira dos Estados Unidos que é da AMÉRICA mesmo. Mas, acho que tenho problema, por que vejo uma capa laranja e não vermelha. (Desafio: O vestido é laranja ou vermelho?)

2. O Lado Bom da Vida – Matthew Quick

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“O romance não passa de um truque (…) Eu escreveria uma carta para ele agora mesmo e ameaçaria estrangulá-lo até a morte com minhas próprias mãos, só por ser tão deprimente. Não é à toa que ele se matou com um tiro na cabeça, como diz o ensaio introdutório.” – O Lado Bom Da Vida, Matthew Quick.  Palavras de Pat ao terminar um livro que tinha um final triste, descrevendo o sentimento de muitos de nós ao ler finais assim. (Calma, escritores… Não somos capazes de matar um mosquito.)

Quem não ama Jennifer Lawrence e Bradley Cooper trabalhando juntos??? Amo esses dois e amo ter os olhos deles me encarando, e amo ter o rosto deles na minha casa. Essa capa tem mais gente bonita do que meu bairro (sem ofensas aos meus vizinhos, mas são JLow e Cooper).

3. À Caminho do Altar – Julia Quinn

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 “Só porque sabia que seu verdadeiro amor existia não significava que ele o queira imediatamente.”

A série Os Bridgertons já arrasa por si só, mas as capas são um espetáculo à parte com fogos de artifício e tudo. O último livro fugiu de forma suave do padrão dos anteriores o que deu um ar mais “refrescante” a algo antigo e ao mesmo tempo marcante. (Gosto de gente que olha olho no olho e capas que olham olho no olho… tipo desafiando quem pisca primeiro sabe?!).


Tem várias outras capas por aí que se destacam, e dessa vez escolhi pela beleza dos modelos (por que é sempre bom ver gente bonita, a vida precisa desses momentos). Da próxima, vamos focar mais em outros pontos de referência por que não sou  superficial assim sempre.

E você? Tem alguma capa na sua estante que você jurou amor eterno?

Por Lua


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