Desafios Literários · Tags Literarias

#TAG Desafio Literário: Livros para viajar para outros mundos

Olá! Amiguinhos, olha só quem está de volta? Quem nunca foi embora! *tá piada sem graça. Mas vamos animar que hoje a TAG é um desafio literário que veio em um marcador que me deram na Livraria Cultura. E claro, tudo vira post aqui. Tem que reaproveitar, tem que render! Todavia não era apenas 1 marcador ali me encarando e me desafiando. Não, não! Eram 3! Pasmem! Acha que eu ia aguentar tanto desafio sozinha? Negativo! Eu arreguei! Pedi help, implorei! *tá exagerei. E my friend Lua já cumpriu um desses desafios (e que para saber mais você pode acessar o link > aqui < ok?). Para o próximo desafio literário eu já tenho algo planejado, mas vocês só vão saber em breve! HAHAHA let’s go!

Tá ai caso alguém queira fazer! :P
Tá ai caso alguém queira fazer! 😛

  • Um livro com uma aventura em alto-mar

As Aventuras de Pi – Yann Martel

Logico que tinha que ser Pi! Já pensou em passar vários meses/anos naufragando em um bote com um tigre? É eu viraria petisco de tigre rapidinho! Lembro que passei meses para ver o filme, mas só porque eu sou do contra. Não gosto de ver as coisas quando estão em alta. Pois é, me julgue. E quando assisti simplesmente adorei! É de uma qualidade fotográfica espetacular. Acho que nem nos meus melhores devaneios inspiradores eu conseguiria imaginar algo assim na minha mente. E ai soube do livro. Infelizmente ainda não li, mas se encaixa tão perfeitamente nessa categoria que eu resolvi indicar pra você que só viu o filme que nem eu. O livro deve ser maravilhoso também.

Sinopse: Um dos romances mais importantes do século, As aventuras de Pi é uma narrativa singular de Yann Martel que se tornou um grande best-seller. O livro narra a trajetória do jovem Pi Patel, um garoto cuja vida é revirada quando seu pai, dono de um zoológico na Índia, decide embarcar em um navio rumo ao Canadá. Durante a viagem, um trágico naufrágio deixa o menino à deriva em um bote, na companhia insólita de um tigre-de-bengala, um orangotango, uma zebra e uma hiena. A luta de Pi pela sobrevivência ao lado de animais perigosos e sobre um imenso oceano é de uma força poucas vezes vista na literatura mundial.

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  • Um livro com animais falantes

Alice no País das Maravilhas – Lewis Carroll

O coelho falante que está sempre atrasado. O gato com o maior sorriso que existe. Não tinha como não ser esse clássico o escolhido para essa categoria. E mais uma vez só vi o filme, mas indico o livro porque sem dúvida está na minha lista de desejados/meta. É aquele filme que se tiver passando na TV eu paro pra ver porque não dá pra enjoar.. deu até vontade de ver agora.

Sinopse: O livro conta a história de uma menina curiosa que decide seguir um coelho branco, quando de repente cai em sua toca e é levada a um reino onírico, onde convive com criaturas estranhas e se envolve nas mais inusitadas aventuras. Neste universo inesperado, não há limites entre sonho e realidade.
Mais do que uma obra ficcional-juvenil, Alice no País das Maravilhas é uma alucinante viagem por um mundo nada óbvio em que imaginação, desafios de lógica, jogos de palavras e situações nonsense combinam-se de maneira única e inesquecível.

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  • Um livro que se passe em diferentes reinos

The Kiss Of Deception – Mary E. Person

Eu ia indicar A Seleção da Kiera Cass, mas isso dos reinos me deixou na dúvida. Andei pesquisando e vou indicar esse livro que foi uma febre um tempo atrás. E parece ser muito bem indicado e querido. Como eu já disse não sou muito de ir na onda, então somente agora li a sinopse dele e me parece bastante interessante. A contar pela protagonista que sai feito doida do seu reino para fugir de um casamento arranjado com um príncipe do outro reino para selar a paz. Ai se ela soubesse dos dias de hoje aposto que não faria isso. E ainda mais era por uma boa causa! A PAZ! Bom, já vai mais um pra lista!

Sinopse: Tudo parecia perfeito, um verdadeiro conto de fadas menos para a protagonista dessa história. Morrighan é um reino imerso em tradições, histórias e deveres, e a Primeira Filha da Casa Real, uma garota de 17 anos chamada Lia, decidiu fugir de um casamento arranjado que supostamente selaria a paz entre dois reinos através de uma aliança política. O jovem príncipe escolhido se vê então obrigado a atravessar o continente para encontrá-la a qualquer custo. Mas essa se torna também a missão de um temido assassino. Quem a encontrará primeiro? Quando se vê refugiada em um pequeno vilarejo distante o lugar perfeito para recomeçar ela procura ser uma pessoa comum, se estabelecendo como garçonete, e escondendo sua vida de realeza. O que Lia não sabe, ao conhecer dois misteriosos rapazes recém-chegados ao vilarejo, é que um deles é o príncipe que fora abandonado e está desesperadamente à sua procura, e o outro, um assassino frio e sedutor enviado para dar um fim à sua breve vida. Lia se encontrará perante traições e segredos que vão desvendar um novo mundo ao seu redor.

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  • Um livro com um Dragão na capa

Como Treinar o seu Dragão – Cressida Cowell

Assim que eu li esse desafio me veio logo esse filme na mente. Fui ver, tem livro. E gente é infantil sim, mas é bom pra gente ver de tudo um pouco. Não sei vocês, mas eu não conhecia o nome do protagonista. Quando li Soluço Spantosicus Strondus III já comecei a rir dai. Coitado só pode ter um serio problema com soluços escandalosamente estrondosos (o que deve ser a exata tradução).

Sinopse: Soluço Spantosicus Strondus III foi um extraordinário herói viking. Chefe guerreiro, mestre no combate com espadas, era conhecido por todo o território viking como “O encantador de dragões”, devido ao poder que exercia sobre as terríveis feras. Mas nem sempre foi assim. Neste livro estão as memórias da época em que Soluço era apenas um garoto normal. Muito normal. Nem um pouco heroico. Ele precisava desesperadamente capturar e treinar um dragão, e teria de ser o animal mais impressionante de todos. Mas tudo o que conseguiu foi uma criaturinha pequena e banguela, nada ameaçadora. Foi então que seu destino de herói começou a ser traçado.

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  • Um livro em que foi criada uma nova língua

1984 – George Orwell

Li esse livro quando estava na faculdade e ele simplesmente me mudou de alguma forma. E não vou somente de entreter, pelo contrário ele é muito mais que isso. Ele é didático. Ele é um aviso. Ele foi escrito em 1849 e é completamente aplicado até hoje. E esqueci (até esse momento) que lá fala de um nova língua que se chama exatamente assim NovaLingua ou NovaFala. Era a língua em que o Partido (o maior poder daquele tempo) manipulava todos os fatos históricos passados, tudo o que não lhe era conveniente. Muito atual? Pois você não viu nada. Todo mundo deveria ler esse livro.

Sinopse: Winston, herói de 1984, último romance de George Orwell, vive aprisionado na engrenagem totalitária de uma sociedade completamente dominada pelo Estado, onde tudo é feito coletivamente, mas cada qual vive sozinho. Ninguém escapa à vigilância do Grande Irmão, a mais famosa personificação literária de um poder cínico e cruel ao infinito, além de vazio de sentido histórico. De fato, a ideologia do Partido dominante em Oceânia não visa nada de coisa alguma para ninguém, no presente ou no futuro. O’Brien, hierarca do Partido, é quem explica a Winston que “só nos interessa o poder em si. Nem riqueza, nem luxo, nem vida longa, nem felicidade: só o poder pelo poder, poder puro”. Algumas das ideias centrais do livro dão muito o que pensar até hoje, como a contraditória Novafala imposta pelo Partido para renomear as coisas, as instituições e o próprio mundo, manipulando ao infinito a realidade. Afinal, quem não conhece hoje em dia “ministérios da defesa” dedicados a promover ataques bélicos a outros países, da mesma forma que, no livro de Orwell, o “Ministério do Amor” é o local onde Winston será submetido às mais bárbaras torturas nas mãos de seu suposto amigo O’Brien.

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  • Um livro com um portal para outro mundo

A Torre Negra  – C S Lewis

Só vinha Alice no País das Maravilhas na minha cabeça (porque sim, eu sou uma pessoa de poucas referências literárias ainda mais de fantasia.). Então consultei uma amiga que tenho no grupo das Damas Literárias (que sempre falo aqui e prometo fazer algo a respeito em breve) que ela sim, tem um big repertório e imediatamente soube o que me indicar. Dafne, você é realmente um oráculo e eu só tenho que agradecer. Então pelo que pude entender dessa história, que ela é de ficção e que tem um portal para outro mundo por isso que se encaixa nessa categoria. Enfim, não tenho muito o que dizer.

Sinopse: Continuação memorável das fantasias de C. S. Lewis, estas seis histórias revelam mais uma vez o poder e a visão deste importante contador de histórias, um dos nomes centrais da literatura de fantasia universal. A Torre Negra é um esboço de um quarto volume que daria continuidade à aclamada série de ficção científica de Lewis conhecida como Trilogia cósmica. Uma história cativante que continua as aventuras de personagens como Dr. Elwin Ransom e MacPhee. Na trama, cinco homens se reúnem no escritório de Orfeu, na Universidade de Cambridge, para testemunhar a violação do espaço-tempo por meio do cronoscópio, um telescópio que não olha apenas para um outro mundo, mas para outras dimensões. Ao longo das narrativas, seus personagens travam debates brilhantes sobre a matéria, no tempo e no espaço.

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É isso espero que tenham gostado! Eu gostaria de agradecer a Dafne que colaborou com o post pois ela é quem entende desse mundo muito mais que a gente e já leu mais livros que eu e você, e sua rua toda juntos. Muito obrigada de verdade, Daf! E até o próximo desafio e não deixe de comentar e ler o que tem abaixo. Xeruuu.

p.s.: Você deve tá se perguntando porque não fiz o de criaturas mágicas, e eu digo que só me vinha Alice no Pais já sabe qual e o post ia ser somente sobre ela. Também não conheço muitos então ficou sem mesmo. Se souber de algum diz ai nos comentários. Pronto, desafio isso a quem ler!

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Resenhas

#Resenha Casamento por Aparências – Série Aparências (Dill Ferreira)

Olá, people!

Vim de metida trazer uma resenha que a autora não pediu, mas eu li o livro e quis falar a respeito! Sorry, Dill Ferreira. Às vezes nós não conhecemos nossos limites, mas juro que temos boa intenção.

Alguém aí já leu o livro “Casamento por Aparências”? É um romance de uma amiga de Facebook, a Dill, e graças a uma promoção ~aproveitamos todas~ pudemos conhecer essa obra.

O livro conta a história de Amanda. Ela achava que tinha um casamento legalzinho, de boa, até que descobriu o marido fazendo algo horrível. E o pior é a reação daquele desgraçado. Ele se achava o Rei Salomão e suas 300 concubinas com todo o “direito” de ser infiel.

Só que Amanda não era boba, ou não quis ser mais e resolveu libertar o “coitadinho”. Seguiu a própria vida com o filho pequeno, se sustentou e venceu na vida. ~Isso aí, Amandinha!~ Claro que ela não fez tudo sozinha pois existia família e uns dois amigos para ajudar. Um deles era Antônio. Tony, para os mais íntimos como eu, era o tipo bonito, rico, inteligente, carinhoso, protetor e… amigo da Amanda. “Amigo”. Pelo menos na cabeça dela. É muito fofa a forma como ele enxerga tanto Amanda quanto o filho dela.

O problema é que o ex-marido Salomão da Amanda resolveu causar muitos problemas pra nossa querida protagonista. Porém, GRAÇAS AOS CÉUS EXISTE TONY NESTE MUNDO! Ah, não pera… no mundo da Amanda só 😦 . Vamos nos conformar. Ele, como bom amigo que é, começa uns esquemas super anormais pra ajudar Amanda. Qual o esquema? Como ela reage? O que o ex dela pensou disso? Quais as intenções de Tony? Tudo isso e muito mais nas páginas do livro, porque eu não vou dar spoiller.

A protagonista era tão boazinha que me fez sentir a pessoa mais agressiva do mundo. Baixou minha autoestima. Mas, aprendi muitas lições, obrigada. As cenas de romance eram bem feitas e audaciosas, pra quem curte uma cena hot em um contexto bem doce vai ser ótimo. Tipo chocolate com pimenta, né?

O livro está disponível em formato e-book na Amazon e é o primeiro de uma série de 4 livros chamada Aparências. O último ainda vai ser lançado. Seria uma quadrilogia, certo? Certo.

Pelo que já dei uma olhada o segundo livro tem bastante ação e finalmente vemos um lado não tão agradável de Tony, além de uma protagonista mais ativa na briga.

Gostei de conhecer a obra e pretendo ler o restante da série. A Dill também é um amorzinho e te ajuda a entender qual a ordem dos livros… principalmente se, assim como eu, você é craque em ler uma série na ordem errada.

Se você quiser comprar o ebook “Casamento por Aparências”, da Dill Ferreira é só clicar nessa foto aqui:

Tá baratinho, e lembrando que usando esse link você estará ajudando a gente a financiar o blog e assim trazer mais conteúdo. O valor para você vai ser o mesmo.

Au Revoir! *Já to no francês, percebam*

Por Lua


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Resenhas

#Resenha Simplesmente O Paraíso (Série O Quarteto das Smythe-Smith) – Julia Quinn

Quem está de volta? Julia Rainha Quinn, isso mesmo! Porque quem manda sempre aparece.

Como se já não bastasse ser a criadora de Os Bridgertons, a pessoa ainda foi lá e criou outra série, a das Smythe-Smith, também conhecidas como as piores artistas da era passada e contemporâneas dos Bridgertons.

Temos 4 novos livros deste gênero tão adorado, já que A Editora Arqueiro fez o favor de lançar um box lindão cobiçado por muitos e alcançado por poucos. (fala sério, meu povo: Que caixa luxuosa é aquela, hein?)

Os livros trazem a história das Smythe-Smith *não me diga!*, que seguem a tradição de tocar em um musical a cada ano. À medida que uma casa a próxima solteira mais velha da família assume o posto. Ou seja, você teria menos chances de arranjar um marido que o resto da sociedade. Mas, pelo menos não estaria sozinha nessa.

O primeiro livro já me trouxe a sensação maravilhosa de estar saboreando novamente a escrita e os personagens da tia Julia depois de um grande período de abstinência desde que terminei os Bridgertons. Tentei ler lentamente, saboreando – levei 3 dias para terminar. *Tempo é relativo, meus caros.* Foi tipo nadar em chocolate. Foi uma delícia. Foi Simplesmente o Paraíso. E esse é o tema do primeiro livro.

Ele conta a história de Honória e Marcus. Ela é uma Smythe-Smith, e ele um conde best friend do irmão dela, Daniel. O início apresenta a infância dos dois, o que já me rendeu boas risadas. Mas, o tempo passa, o irmão da Honória sai nos tabefe com um cara poderoso e foge do país. Porém, ele deixa a tarefa de cuidar da irmãzinha dele para o Marcus. O MARCUS. *Pausa para respirar fundo.* Vou apenas deixar que Honória o defina.

“ – Você é alto, – continuou ela em um tom pensativo – atlético, inteligente e todas essas coisas que os homens devem ser.

Marcus percebeu que ela não falara que ele era bonito.

– Para não mencionar absurdamente abastado. Ah, e esse título também, é claro. Se você tivesse a intenção de se casar, com certeza poderia escolher quem quisesse.

Ela o achava feio?” (Não, querido Marcus, ela não te achava feio. Só pisou na bola mesmo.)

 

Marcus vai cumprindo sua tarefa de forma discreta, dando chá de sumiço aos pretendentes da Honória. Enquanto isso, na cabeça dela eles tem aquela amizade de “A gente nunca se vê, mas sabe que o outro existe e já está bom demais.” E até aí foi isso mesmo. Eles não estavam apaixonados. Ugh! E quem te disse que estariam?? A sinopse, né?! Eu sei.

Quando Honória começa a ficar desesperada, ela arma um plano para atrair nada mais, nada menos que o romântico incurável, lindo e educado Gregory Bridgerton. Exato. – Pelo visto, ele ainda não estava apaixonado pela nunca de uma tal loira. – O plano acaba sofrendo uma reviravolta bem complicada, divertida e dolorosa. Sabe quando uma borboleta bate as asas aqui e causa um furacão no Japão? Honória é a borboleta e Marcus o Japão.

Não vou dizer o que aconteceu, mas tudo resultou em muitas quebras de regras e delírios daqueles que você tem quando bebe muito.

Os protagonistas são ótimos juntos. Muitas atitudes dos dois mostravam mais igualdade de gênero do que era comum na época. Ela parece só aquela mocinha desesperada pra casar, mas se revela a verdadeira heroína. Determinada, prestativa, amorosa… além de azarada. Opa, era pra ser um elogio. Ele é realmente o mocinho na história, embora nem sempre pareça. Diferente dos Bridgertons, Marcus não faz o tipo libertino. Ele é bem tímido e não faz ideia de como ser romântico, mas sabe o que fazer quando o momento pede – entendedores entenderão, afinal estamos falando de uma história by Julia Quinn.

“Sussurravam sobre Marcus como se ele fosse o herói de um romance ou o vilão gótico e misterioso que precisava ser redimido.”

“Dar flores? Ele vira outros homens com flores. Mulheres gostavam de flores. Diabo, ele também gostava. Quem não gostava?” (Eu! Mas, vindo dele a gente aceita.)

Além disso, ele me encantou por ser tão fiel ao amigo e, embora fosse protetor, não foi controlador em relação à Honória. Foi o personagem que mais evoluiu mantendo sua essência, e a prova está nas suas últimas cenas. Arrasou, queridinho! Estou com dificuldades de me despedir de você. ~Não se váaaa…. não me abandones por favor…~

Julia Rainha explorou bem o período de descobertas de sentimentos, mas quando isso ficou claro tudo correu de forma bem rápida. Tipo, nos dois últimos capítulos o seu mundo vira e você fica ali de cara amassada no chão mesmo.

Também foi uma delícia rever personagens tão amados. Gregory amorzinho, Colin sedução e Lady Dunbury – vozinha casamenteira da bengala selvagem – estavam lá marcando presença.

“(…) Elas tinham a companhia de um belo homem com um brilho malicioso nos olhos verdes. Demorou um instante, mas pouco antes de ele ser apresentado, ela o reconheceu como Colin Bridgerton (…). O encanto dele era quase tão lendário quanto seu sorriso.”

Meu único ponto negativo foi os trechos que mostravam as meninas ensaiando para o musical. Elas falam demais, senhooor! ~Olha quem fala~  E os argumentos delas eram repetitivos então se tornou cansativo. Porém, nada que tire o brilho rosa do livro. Na verdade, não seria um ponto negativo, seria como só 1 ou 2 décimos a menos.

Espero que você não perca tempo para começar, porque a vida é curta demais para não conhecer Marcus Holroyd e Honória Smythe-Smith.

Diante de todas essas palavras, só tenho uma coisa a acrescentar: Livro 2, venha cá baby… Precisamos conversar.

P.S.: Me aguardem, a louca dos dreamcasts aqui vai atacar essa série em breve.

Se já tá curioso/a para ler esse fofura de livro, é só clicar na foto:

Créditos pela foto de capa: Instagram @fe_boechat


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