Resenhas

#Resenha Uma Noite Como Esta (Série O Quarteto das Smythe-Smith) – Julia Quinn

Temos o prazer de receber, mais uma vez, nossa convidada de honra aqui no blog: Julia Quinn! Eu sei, ela está quase morando aqui nas páginas de cada post. Mas, a pessoa faz séries infinitas, né… não tenho culpa! E nem acho ruim… haha

Vamos falar do segundo livro do quarteto mais famoso do mundo, o livro Uma Noite Como Esta. E te prometo que vai ser sobre uma noite quente como a de hoje mesmo. Só que em outro sentido.

Esse livro conta a história do Daniel Smythe-Smith, conde de Winsted, irmão de Honória, melhor amigo de Marcus Holroyd e fugitivo do século. Lembram que ele tinha saído nos tapas com um amigo filho de um marquês alguns anos atrás? Nossos amigos Marcus e Honória nos contaram essa história no livro 1. Mas, aqui podemos entender de forma detalhada como tudo aconteceu e, a partir daí, ele foge para as colinas por 3 anos de sua beautiful life, até que o carinha que levou o tiro o perdoa e ele acaba voltando para Londres na noite do último recital de Honória. E já chegou metendo o tabefe de novo, percebam!

Foi exatamente esta a noite quente que inspirou o título do livro. A noite em que ele conhece a Senhorita Anne Wynter, governanta das primas dele, pianista Smythe-Smith fake por uma noite e… fugitiva do milênio. Ele se apaixona enquanto ela toca piano horrivelmente, o que é um grande feito na minha opinião. Ainda na mesma noite eles se encontram e borboletas voam no estomago, o ar some durante o encontro tenso e Anne se apaixona antes que possa colocar o pé em casa novamente. Pronto, rápido assim. Porém, a história só estava começando.

Daniel observou a moça deixar o ar escapar, alongar os dedos e… Ela levantou os olhos. O tempo parou. Simplesmente parou. Era o modo mais piegas e clichê de descrever, mas aqueles poucos segundos em que o rosto dela se ergueu na direção dele… pareceram se esticar e se estender, dissolvendo-se na eternidade.

Anne acaba descobrindo que ele é o famosíssimo conde de Winsted e ela só uma governanta que, dado seu passado, não pode se dar ao luxo de perder o emprego por se envolver com um conde (Nem nós, querida Anne. Hoje tá difícil até emprego, o que dirá condes). Então, a história vai se desenrolando com as tentativas de Daniel de conhecer Anne melhor, criando todo tipo de situação para encontrá-la sem que outros percebam que foi proposital. Bem obcecado mesmo.

Essa primeira metade do livro foi bem parada, em minha opinião. Os diálogos não me prenderam e só vi o quando Daniel tem primas loucas. Anne era quase intocável de tanto que resistiu à Daniel (como ela foi capaz eu não entendo). Era como se ela tivesse construído a muralha da China entre eles e nada parecia evoluir nesse romance.

MAS, MAS, MAS, a segunda metade do livro foi a que valeu a pena. Ou a galinha. O galinheiro todo e um galo a mais de brinde. Foi quando o passado e segredo de Anne foram revelados e seu perseguidor começa a marcar presença. O que faltou de ação antes foi compensado aqui. Amei a reviravolta que aconteceu, com direito a um casal fugitivo, um ex-vilão reformado, um atual vilão vaidoso, Marcus – ai meu coração – Holroyd, e mais uma bocado de gente em um plot bem Sherlock Holmes.

Daniel é um personagem protetor, amigo, inteligente, sociável e respeitoso. Diferente de Marcus, ele é mais emocional do que racional e amei ver os dois velhos amigos juntos em várias cenas.

Anne é misteriosa, determinada, respeitável, experiente e muito realista. A vida sofrida criou essa personalidade. Ainda assim, ela é cheia de amor pra dar.

Essa foi uma diferença digna de ser notada: aqui o romântico apaixonado, escrevendo iniciais no papel e revirando o mundo atrás do amor é o Daniel. Anne parece estar acima dos próprios sentimentos e coloca todos no seu devido lugar. Ela não é mais uma adolescente boba suspirando por um carinha bonito e rico, mas sim uma mulher decidida a se manter com o próprio emprego e honra. Nem que seja fugindo e se escondendo em cada buraco do mundo. Além de fugitiva e independente ela ainda se mantem linda de morrer. Imagino os filhos desse casal de aparência injustamente perfeita. Parece que Londres manteve todo o estoque de gente bonita da época.

A capa do livro foi a que menos gostei dos 4. Eu ficava confusa sobre se a moça do vestido verde estava de frente ou de costas (juro que se tirassem os braços eu não seria capaz de identificar), mas isso me foi esclarecido depois.

Indico a leitura do livro e insisto que não desistam no começo. Nem tudo é perfeito, ok?! Eu estava pronta para uma resenha negativa até o meio do livro. Daniel e Anne demoraram, mas no fim conquistaram meu coração ao enfrentar tantos desafios, segredos e perseguidores. Espero que esses dois conquistem vocês também, e que vocês se sintam como ex-fugitivos presos por essa narrativa de mistério, romance e ação.

 

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Por Lua


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