Resenhas

#Resenha A Casa das Rosas – Andréa Zamorano

resenha

Olá, meus friends!

Hoje vim mostrar pra vocês que nem só de zoação e piadinha vive o LiteraMente. Vamos falar do livro “A Casa das Rosas”, da brasileira portuguesa Andrea Zamorano.

Seria A Casa das Rosas uma estufa? Talvez. Um jardim? Com certeza. E temos um jardim lindíssimo nessa história. Mas, vamos ao foco.

O livro é um romance bem dramático com cara de poesia… mas sem poesia, entendeu? O cenário é o Brasil em uma época que o povo lutava pelas eleições diretas para presidente. Começa com o relato de como uma mulher, chamada Cândida, conheceu um carinha gente boa, se apaixonou e casou. Mas, nem tudo eram flores e em um determinado momento ele, um político rico, começou a rejeitar a esposa e em seguida a filha recém-nascida. Cândida agora tenta proteger a própria vida e da filha, mas acaba sofrendo um ataque. Esse trecho já foi doloroso pra mim, caiu um dilúvio aqui dos olhos da pessoa. (Moça, como que tu já começa um livro com um negócio desse?)

“Nunca mais manhãs ensolaradas, nunca mais passeios no parque, nunca mais riso de criança. Faz sempre muito frio aqui.” – Pág. 16

Daí, temos um salto no tempo, mostrando a vida da filha, Eulália, inocente sobre tudo e todos. Sequer tinha notícias da mãe. O pai se torna alguém cada vez pior a ponto de tomar uma atitude que me chocou até hoje.

Eulália precisa fugir e passa a assumir várias identidades enquanto é procurada, virando uma espécie de símbolo de alguém que fugiu de um político opressor para viver a liberdade e os sonhos. Até parece, né? Sonhando tava esse povo, já que ela tava comendo o pão que o diabo amassou. E amassou bem amassado, só pra constar.

Eulália chega a procurar a verdade sobre a mãe e a autora trouxe cenas fortes para esse momento, com relatos alternados em primeira e terceira pessoa que explicam o início do livro.

Além disso, não é propaganda enganosa: a casa tinha rosas, um jardim bem cultivado e segredos enterrados nele que eu não vou contar. ☆Cause two can keep a secret if one of them is dead

O livro traz um contexto político, com ar poético e inocente e um drama aterrorizante com palavras macias. Até hoje não me recuperei. Para quem gosta de uma história de verdade, que mexe com todo tipo de emoção,  precisa conhecer.

Jurei que pela sinopse teria algo bem fantasioso, e até teve uma pitada. Mas, foi tão leve que mal dá para perceber se era fantasia realmente.

O único ponto negativo que achei na leitura foi o fato de que as falas dos personagens não possuem travessão no início. São apenas parágrafos, então,  problemática como sou em me situar, eu tive que reler algumas falas para saber de que direção vinham. Travessões são os santos GPS’s da literatura. Mas, se até eu ne situei você também consegue. Não é algo que compromete a beleza da escrita, ok?

Sabe a história do “só mais um capítulo?” Pois é. Sou uma vítima eterna. Li o livro inteiro em uma tarde. Calma, ele não é tão curto – 175 páginas – e nem eu sou o papaléguas da literatura. Mas, apesar de me assustar por um ângulo, a história me prendeu e só larguei quando terminei.

A autora mora em Portugal e tem nome de turista mas é brasileiríssima (não tem como fugir). A Andrea já lançou A Casa das Rosas em Portugal pela editora Quetzal e agora é a vez da terrinha, através da editora Tinta Negra. O livro já ganhou prêmio de Livro do Ano pela TimeOut Lisboa e tudo, viu?

Para comprar o livro clique aqui:

Para dar “oi” pra autora, clique aqui:

Recebemos o livro e o marcador da Agência Oasys Cultural. Para conhecer mais o trabalho dessa equipe super da hora, aqui estão os links:⁠⁠⁠⁠

Por Lua


Já seguiu as nossas redes sociais? Juro que é mais fácil que encontrar jarro para rosas:
#Facebook  #Instagram  #Twitter #Skoob #Wattpad #LuvBook

 

Julgando Pela Capa

#JPC Um Gato de rua chamado Bob – James Bowen

Olá, pessoas que gostam de animais e mais precisamente de gatos. Sim, hoje vou julgar a capa desse gatinho fofo. Você deve tá se perguntando como eu vou ter coragem de fazer isso com um bichano tão fofíneo. Mas, ai vai a resposta: eu amo gatos. Sério, quem me conhece sabe que sou gateira de carteirinha. Então, isso me dá certa “propriedade” para julgar a capa desse livro sem parecer ofensiva.


Bom, eu vou começar dizendo a primeira coisa que mais me chama atenção nessa capa: ele tá de cachecol. Gente, só ai já achei a coisa mais linda do mundo (tá vendo o nível de amor dessa pessoa por gatos?!). Mas, ai tem outro ponto que eu não queria que tivesse no livro: ele falando. Sério, isso é muito tosco nos filmes e às vezes engraçado.

Porém, acredito no potencial desse livro e pela sinopse percebo que ele é um gato bem normal, real. Sobre isso a sinopse fala que ele ajudou o seu dono em muitos aspectos e momentos. Foi à união que deu certo, sabe? O dono problemático encontrou um amigo de quatro patas para lhe colocar na linha. Eu acredito muito nisso: que os animais, independente de ser gatos cachorro, papagaio, cabra, etc. são muito capazes de ajudar os seus “donos”, ou seriam tutores/amigos, já que é uma troca de benefícios e muitas vezes eles dão muito mais do que pedem. E isso sim, é capaz de mudar a vida de alguém.

Tá ai o livro como prova disso, já que se trata da história real do James Bowen e seu gato Bob, que mudou a vida de James para melhor. Olha a cara desse gato de quem está querendo aprontar algo… Gatos né?! Aprontar é o que fazem de melhor. Não tem muito o que julgar nessa capa, mas eu espero que seja uma história muito divertida e comovente ao mesmo tempo.

Bem, espero você na resenha pra saber se eu estava certa.⁠⁠⁠⁠


Já seguiu as nossas redes sociais? Juro que é mais rápido que adotar um gato de rua:
#Facebook  #Instagram  #Twitter #Skoob #Wattpad #LuvBook

 

Tags Literarias

#TAG Escritores

Olá, Literalovers! Nessa semana que teve o dia do escritor (25 de julho), nada mais “criativo” do que fazer uma tag sobre o assunto, não é mesmo?! Ah jovens, tem momentos que a criatividade só chega, lhe dá inspiração e faz você criar posts em blogs (caso você tenha um, lógico). Uau, filosofei sem querer. Daqui a pouco, vou me achar tão criativa que eu mesma vou me tornar uma escritora. Talvez seja melhor seguir com a Tag , vamos aos tópicos:

O escritor que te iniciou no mundo da leitura:

Lua: Olha… acabei de perceber que foi Moisés, já que o primeiro livro que li na vida foi a Bíblia. Mas, de modo geral foi Maria José Dupré – percebam que já falei de Moisés e agora Maria e José no mesmo nome – com o livro Éramos Seis. Foi o primeiro paradidático que me lembro de ler sem conseguir parar e foi o mesmo que me apresentou ao mundo das lágrimas.

Téh: Markus Zusak, autor de A Menina que roubava livros que eu já falei muito aqui. Lógico que ele não foi o primeiro livro q li porque quando li esse livro era 2008, por ai, e antes disso só li paradidático e eu não me lembro de nenhum que tenha me feito gostar de ler. Então o primeiro que lembro que foi o que me marcou por seu meu primeiro livro foi ele.

Um escritor que te ganhou de volta e um que te perdeu para sempre:

Lua: Ninguém me ganhou de volta… Perdeu, playboy. Agora um que perdeu pra sempre foi Marlena De Blasi. Ainda tenho trauma de ter lido Mil Dias em Veneza.

Téh: Não consigo pensar em nenhum, porque eu dei chance para vários enquanto lia mesmo e prossegui porque não era tão ruim. E os que me perderam foram para sempre. Comigo não tem isso de volta não, rapaz. Mas posso citar uma que não quero ver nem pintada de glitter na minha frente que é a Emily Brontë.

Um escritor brasileiro e um estrangeiro:

Lua: Sou nova no campo nacional, mas já conheci tantos nesses últimos meses de blog que é difícil escolher um. Vou citar a Renata Christiny que escreveu um gênero bem diferente do que costumo ver entre os nacionais e envolve todos os elementos que amo: mistério, FBI, psicopata e romance. Um estrangeiro… Ninguém imaginava que eu ia citar meu amor eterno por Nicholas Sparks, né? Pois é, eu nunca cito – até parece. Mas, para variar vou citar Sara Shepard, autora da série mais sem fim do mundo: Pretty Little Liars, que tem 18 livros e… EU LI TODOS! preciso me gabar um pouco, dá licença. Não se lê 18 livros de uma série pra depois ficar calada.

Téh: Nacional é o Pedro Gabriel , eu chamo ele de Antonio (piada que bons entendedores entenderão). Eu amo poesia e amo a forma como ele faz o jogo com as palavras nas dele. E o estrangeiro… que adivinha? Nicholas Sparks! Ele mesmo somente para lembrar que eu estou com saudade de ler alguma coisa dele.

Um escritor “zona de conforto”:

Lua: Dill FerreiraDill Ferreira, que é outra escritora nacional e que eu achei entre tantos no Facebook do blog. Digo que é “zona de conforto” por causa da escrita que acho tão suave e romântica. Dá vontade de ler no frio, enrolada num edredom e tomando chocolate quente. Vocês que moram no Sul façam isso, please. Apesar de uma ou outra cena hot, ou cenas de ação eu sei que a história vai sempre ter um final feliz – e isso eu só amo demais.

Téh: Julia Quinn, eu leio tudo o que ela escrever e sei que vai ser bom. Pode me dar até uma lista de compras do supermercado, um bilhete, qualquer coisa que ela tenha feito. Eu sei que vou gostar do que ela fizer porque ela é muito deusa nisso.

Um escritor que você traria de volta dos mortos:

Lua: Jane Austen, querida, ressuscita! Precisamos tomar um chá das cinco falando do Mr. Darcy sentadas na nossa mesinha com janela de frente para as ruas de Londres.

Téh: Agatha Christie. A rainha do crime. Criadora do melhor detetive que já existiu Hercule Poirot (que Sherlock Holmes não me escute) mas tenho grande carinho por essa mulher e sua criação.

Achamos a tag no blog Lado Milla, mas não fazemos ideia de quem criou. Palmas para essa pessoa. E, para os escritores de toda parte do mundo: desejamos muitas coxinhas elas contribuem para a criatividade  para vocês por criarem os tantos mundos incríveis que vivermos em cada livro!


Já seguiu as nossas redes sociais? Juro que é mais rápido que escrever um livro:
#Facebook  #Instagram  #Twitter #Skoob #Wattpad #LuvBook
Resenhas

#Resenha Alguém Como Você – Taynara Lima

Alguém Como Você - Capa

Never mind I’ll find… someone like you… ♫ 

Hey, guys! Como vocês estão?

Estou eu aqui ao som de Adele por causa do livro que acabei de ler: Alguém Como Você, da autora Taynara Lima. Queria dizer que essa música serviria de trilha sonora pra esse livro, mas não serve. Só grudou na minha cabeça mesmo.

O livro conta a história de Nathali Lavinski: uma brasileira, rainha dos bailes no Canadá que resolveu ir para lá realizar o sonho de todos nós: estudar Jornalismo Investigativo. Quem nunca quis ser CSI? Quem? Eu pelo menos me considero uma, até que se prove o contrário.

Nathali tem um melhor amigo, Andrew, que já domina nosso coração de cara. Além disso, toda semana, Nathali precisa aturar o Sr. Blake. Jesse Blake. Nas primeiras páginas eu imaginava o Sr. Blake como um velhinho caquético e mal humorado que teima em não se aposentar. E acertei: Ele era mal humorado. Mas, de caquético não tinha nada. Sr. Blake era um professor com seus 32 anos, bonito, inteligente, muito respeitado e cheio de reconhecimento. Só faltou ganhar Oscar. Queria eu ter que aturar um professor assim.

Por algum motivo, Jesse Blake resolveu chamar Nathali para ser estagiária. O clima já esquenta nos primeiros momentos que os dois se veem sozinhos, e como não?! Porém, Nathali Lavinki é mais que um rostinho bonito e logo se envolve no primeiro caso de sua carreira investigativa junto com Blake: algo envolvendo estupros em uma universidade vizinha, no qual ela terá que se infiltrar em umas aulas e outras baladas para descobrir quem está por trás de tudo. No decorrer da história, vemos Nathali tendo que equilibrar amizade, amor e carreira como três bolinhas de vidro em um malabarismo tenso, já que os três são de extrema importancia para a protagonista.

Nossa protagonista é corajosa, linda e sabe se colocar à frente de qualquer homem. Mas, o que mais gostei é que ela é decidida. Não ficou focada em negar o que sentia por Blake. Assumiu isso logo de início e não bobeou, querida. Muito bem resolvida essa moça. Blake também teve a mesma postura e isso foi bom, pois o plot deles ficou mais focado em “como fazer funcionar” e não nesse negócio de “eu morreria por você, mas não sei se te amo”.

A amizade entre Nathali e Andrew é linda, engraçada e serve pra esfregar na cara da BFF sempre que necessário.  Essa amizade e a atitude de Nathalí e Blake me deixaram com cara de boba por metade do livro. Eu sorria enquanto lia, de tão clichê, leve, engraçado e gostosinho que parecia. Mas, como alegria de pobre dura pouco, a metade do livro chegou e daí em diante eu não sabia mais distinguir o que era Lua e o que era lágrima. Posso descrever o final com: suspense, ação, drama, surpresas e muitos lencinhos encharcados. Para quem ama algo imprevisível, fica a dica. Para quem curte final feliz, fica a dica também. Afinal, a história não acabou – teremos o livro 2 com previsão de lançamento para esse mês! Vai que a Tay – a autora, já temos até apelido carinhoso – se compadece e dá um “felizes para sempre” pra gente.

Para os mais aventureiros: o livro não é só chocolate. Tem pimenta também, dessas red hot… se é que me entendem.

Só mais uma coisinha… se algo ainda te impede de ler esse livro, eu não digo nada. Só mostro essas imagens que, segundo a autora, a inspiraram para criar três personagens: Blake, Corey e Daniel.

Dreamcast
Jesse Lee Soffer as Blake / Taylor Kinney as Daniel / Taylor Kitsch as Corey

 

E outra coisinha – juro que agora é a última: Tem conto de alguns personagens desse livro no Wattpad da autora, então depois que ler o livro 1 corre lá!

Dá uma olhada no livro: Alguém Como Você (Livro 1)

Dá um “oi” pra autora: Fanpage │ Twitter │ Instagram │ Wattpad │ Skoob

Recebemos o livro do nosso parceiro, o Editorial Agência de Comunicação. Para conhecer mais clica aqui, ó: https://www.editorialagencia.com.br/

Por Lua


Já seguiu as nossas redes sociais? Juro que é mais fácil que se apaixonar por Blake. Ou Corey. Ou Daniel. Ou Blake mesmo. É mais fácil que decidir, isso eu garanto: 
#Facebook  #Instagram  #Twitter #Skoob #Wattpad #LuvBook

Resenhas

#Resenha Por Lugares Incríveis – Jennifer Niven

Hello! Coloquei uma música da Adele aqui pra ver se consigo fazer algo mais profundo e dramático (spoiler do que se trata o livro). Brincadeira, mas vamos lá falar de livros que é disso que se trata tudo aqui.

A resenha de hoje vai ser sobre o livro Por Lugares Incríveis, da Jennifer Niven e publicado pela editora Seguinte que é o selo jovem da Companhia das Letras. Olha tenho que falar sobre o livro, mas antes vou falar da autora que EU CONHECI! Sim, fui à sessão de autógrafos dela ano passado (a primeira da minha vida) e foi incrível! Ela é superdoce, amável e simpática. Aquele tipo de pessoa que você quer guardar num potinho. E isso porque eu nem conhecia ela e o livro, então foi uma primeira impressão maravilhosa! Ok, rasgação de ceda feita vamos ao assunto do livro.

Nunca pensei que o JPC pudesse ser tão certeiro quando esse, mas foi. Se você quer comparar o que estou falando leia aqui. Fui quase uma profetisa dessa vez. As primeiras páginas retratam exatamente o que tem na capa e o que eu imaginei.

Tenho dias bons e dias ruins. Quase me sinto culpada por dizer que não são todos ruins. Alguma coisa me pega desprevenida – um programa de TV, uma piada do meu pai, um comentário na aula – e rio como se nada tivesse acontecido. Volto ao normal, o que quer que “normal” signifique. – Violet

Fich e Violet (os protagonistas, prazer) estão no parapeito da torre do sino do colégio. A seis andares do chão. Que peculiar você deve perguntar. Eles não estavam admirando a vista da cidade? Talvez. O que não esperavam era encontrar o outro ali. Violet estava tremendo literalmente, já Finch não.

Violet é superpopular, bonita e alguém que nunca se imagina ver na torre do colégio. Ela perdeu a irmã mais velha em um acidente de carro onde ela sobrevive e se sente culpada por isso. Violet criou trauma de andar de carro novamente e estava deprimida. Finch é chamado de “aberração” por todos, isso porque a cada semana ele se veste com uma nova personalidade. Ele não se importa muito e faz o que der na telha. Ele passa por longos períodos de “apagão”, possui problemas com o pai, além de sua família ser desinteressada. Violet conta os dias para que acabe o colégio. Finch pesquisa diferentes formas de suicídio. É bem assustador, mas na leitura conseguimos entrar na mente das personagens e ver o que estão passando internamente.

É fácil fingir que somos as únicas pessoas no mundo. – Violet

Depois daquele primeiro encontro por acaso na torre do relógio do colégio, Finch e Violet começam a fazer trabalho de geografia juntos. Por pressão dele claro. O rapaz tem uma teimosia e tanto, chega a ser admirável. O trabalho de baseia em visitar lugares diferentes e ver o que há de bom por ali antes de se formarem. Então eles embarcam nessa aventura. Ao longo da convivência eles vão criando afeto, se divertindo juntos e logo se relacionam, romanticamente falando. Sim, eles são muito fofos juntos! Bom, mas você que está atento deve estar perguntando: Ela perdeu o medo de andar de carro para se aventurar? Eles assumiram o namoro para o colégio? Eles concluíram as andanças?

Bom, se eu responder vai ter spoilers e já disse que por aqui não trabalhamos com isso. Caso você seja novo aqui nas áreas fique ciente disso.

E se a vida pudesse ser assim? Só as partes felizes, nada das horríveis, nem mesmo as minimamente desagradáveis. E se a gente pudesse simplesmente cortar o ruim e ficar só com o bom? – Finch

Gostei bastante do livro, ele ficou todo marcado dos maravilhosos quotes que destaquei. O assunto é realista e chocante em certos momentos, mas é bom tratar do assunto e ver que a bipolaridade, depressão e as tentativas de suicídio andam assombrando os jovens. O Finch sem dúvida é o melhor que há no livro todo, sua personalidade apesar de um pouquito perturbada faz a gente criar um carinho imenso por ele e só querer que ele fique bem.

O livro trás informações sobre os assuntos abordados, como site, telefones, ongs e etc. Achei bem completo por parte da autora se preocupar com o assunto na realidade de cada leitor que se identifique com ela.

Por Téh


Já seguiu as nossas redes sociais? Juro que é mais rápido que embarcar nessa aventura por lugares incríveis:
#Facebook  #Instagram  #Twitter #Skoob #Wattpad #LuvBook
Resenhas

#Resenha E Se Ela Soubesse (Série Não Conte a Ela) – Renata Christiny

Hello, people!
Antes de tudo eu gostaria de deixar bem claro que estou agora mesmo ouvindo uma música para relaxar baseada em sons de chuva. Caso você queira saber o motivo eu vou direto ao ponto: terminei de ler o livro da Renata Christiny, “E Se Ela Sobesse”. Se você ainda não conhece, clica aqui para ler o #JPC onde falei um pouco sobre o que esperava do livro antes de ler. (Gente, a música acabou. Peraí, que vou colocar outra com sons de cachoeira…)

Então, o livro é o volume 1 da série #NãoConteAEla, e sempre está entre os primeiros no ranking de mais lidos em três categorias: terror, horror e sagas familiares. Já tá com água na boca? É pra estar mesmo.

O livro é narrado em primeira pessoa por James, um carinha pra lá de alucinado que está internado em um manicômio acusado de cometer crimes horríveis e ter problemas psicológicos – Claro, Lua! Ou não seria um manicômio. Lá ele conhece Anna, uma agente do FBI que foi mandada para investigar o caso dele e que também guarda segredos. Só que James psicopata se apaixonou por Anna sargento. E, agora? Fujam para as colinas! E foi isso que ele fez… só que fugiu para a casa da mãe, porque né… nada mais seguro que colo de mãe.

Nessa jornada, James acaba se deparando com notícias, pessoas e sentimentos inesperados. Como se não bastasse, enfrenta perigos mortais guardando um segredo. E o pior de tudo: Ninguém contou a ela, mas ela descobriu. Isso prova que guardar spoiller nem sempre vale a pena. Agora, qual o segredo, como ela descobriu e qual foi a reação dela vocês terão que ler para saber.

Tive muitos sustos durante a leitura dessa belezinha. Um exemplo foi ler sobre alucinações de gente morta buscando vingança e às 3 da madrugada ouvir barulhos no meu quarto. Eu literalmente liguei as luzes e peguei um travesseiro como arma (Erh…) até entender que eram só meus livros caindo da estante sem explicação – algo que me fez relaxar por uns 2 segundos. Além disso, as cenas de ação são realmente de tirar o fôlego, você vive a cena. Nossa amiguinha Renata, sendo uma doce pessoa que ama matar personagens, expõe a visão de um psicopata de uma forma que me lembrou “Dexter”: com riqueza de detalhes sobre as ações e motivações do “vilão” logo na primeira página. Algo difícil de se viver.

James é descrito como alguém perigoso e com traumas, mas me fez rir, sentir medo, chorar, perder o fôlego… James é um amor de perigo movido a emoção e essa mistura pode causar dependencia. Eu me apeguei a ele fácil, fácil. Bem mais do que a Anna. Confesso que no começo não entendi bem o motivo dele ter se apaixonado por ela. Além de bonita e durona eu sabia pouco sobre ela e não percebia os motivos para ele se doar tanto por ela, além dela ser bem complicada. Porém, isso mudou mais do meio para o final onde realmente senti as forças e fraquezas da personagem e assim senti a ligação com ela também. Algo que me fez dar pulos de alegria foi saber que TEM BOOK TRAILER lindo! Morta com essa informação! Então, pausa para assistir e chorar de emoção por ter rostos maravilhosos para representar:

O final foi um ponto alto pra mim: Sabe aquela necessidade que a maioria das pessoas sente de respirar? Foi a mesma que senti de ler o próximo capítulo. Só que não tinha mais! Fiquei lá encarando as páginas vazias, na ilusão de que meu app tinha dado problema e as letras ainda poderiam surgir. Fechei e abri de novo e nada. Macomassim, gente? Calma, foi o fim da batalha, mas não da guerra. Tem o volume 2! Wohoo! E em breve estarei de volta com a resenha dele, me aguardem. Quero ver como James vai agir após seu segredo ser exposto, quem é exatamente o cara da alucinação e quais crimes realmente foram cometidos. Ansiosa sim ou claro?!

Para comprar o ebook, cliquem nessa imagem amigável:

Para comprar o livro físico cheiroso clica aqui: http://rchristiny.wixsite.com/naoconteaela

Para conhecer melhor a autora e o livro é bem aqui (garanto que ela é legal com pessoas reais, pode clicar sem medo): https://www.facebook.com/renata.cristina.7739

Por Lua


Já seguiu as nossas redes sociais? Juro que não dói nada :
#Facebook  #Instagram  #Twitter #Skoob #Wattpad #LuvBook

 

Julgando Pela Capa

#JPC E Se Ela Soubesse – Renata Christiny

Capturar

Hello, people!

Vim aqui tirar a teia de aranha dessa categoria, já que:

  1. Esquecemos completamente dela nos últimos meses. Ser impulsiva dá nisso: Você esquece de escrever sobre a capa e já começa a ler sem controle nenhum sobre si.
  2. Apareceu uma capa que PRECISO discutir com vocês.

O livro foi achado por mim, tipo agulha no palheiro mesmo – como se eu fosse capaz de enxergar uma. Mas, lembro de ter visto esse título e achado que era algo do tipo “Se Eu Ficar”, “Se Eu For”, “Antes de eu ir” – não que esses títulos sejam reais, não lembro bem – quando o correto é “E Se Ela Soubesse”. Hahah Tudo a ver, né? Não, eu sei.

Outro erro meu foi achar que era uma autora estrangeira. Não sei em que palheiro fui buscar essa informação tão errada. É brasileira, e se garante demais. Digo isso pelos textos que a Renata Christiny – autora, prazer – posta no facebook.

A sinopse fala sobre um carinha com mais do que alguns parafusos soltos que se apaixona por uma mulher no manicômio onde está internado. É uma sinopse que me parece bem macabra, um tanto doentia, de alguém pedindo para a mãe guardar um segredo horrível desta bendita mulher. Essa mistura de elementos e tons realmente me causa um medinho dos bons: o tom carinhoso com menções à mãe e ao romance contrastando com a informação de que o personagem é um assassino dos piores e no regrets. Além disso, em segundo plano na capa, ele está caminhando por uma rua à noite com uma faca na mão. Simples assim. Como se levasse flores pra alguém que ama. Ou não, vai que planejava só descascar uma laranja quando chegasse em casa? Furar o pneu do carro do vizinho? Acho que a falta de parafusos não vai deixar esse personagem tão controlado assim. Porém, é bem intrigante e controverso. EITA. Do jeito que eu gosto.

Espero um livro ao estilo da série aclamada por mim mesma: Pretty Little Liars  – se ainda não assistiu já pode começar a apelar para a Santa Netflix agora mesmo. – Digo isso pois o assassino 1.tem problemas psicológicos, 2.guarda um segredo e 3.usa um capuz preto na capa. Como se fosse –A ali te encarando em primeiro plano, e você fosse a próxima boneca que ele/ela quer brincar. O personagem também diz que o cara que ele matou voltou da terra dos defuntos e o mesmo está em busca de vingança. Acho que esse cara não passa de alucinação, mas se não for o caso, vamos torcer para que não seja um morto que dá spoiller… afinal, sabe-se lá o que aconteceria se ela soubesse!

Estou ansiosa para ler, logo de cara/capa já parece ser algo de qualidade. Logo, logo venho contar para vocês o que achei – sem revelar segredos, claro… ou melhor, prometo tentar.

Clique para comprar: E se ela soubesse? (Não conte a Ela Livro 1)