Julgando Pela Capa

#JPC Um Gato de rua chamado Bob – James Bowen

Olá, pessoas que gostam de animais e mais precisamente de gatos. Sim, hoje vou julgar a capa desse gatinho fofo. Você deve tá se perguntando como eu vou ter coragem de fazer isso com um bichano tão fofíneo. Mas, ai vai a resposta: eu amo gatos. Sério, quem me conhece sabe que sou gateira de carteirinha. Então, isso me dá certa “propriedade” para julgar a capa desse livro sem parecer ofensiva.


Bom, eu vou começar dizendo a primeira coisa que mais me chama atenção nessa capa: ele tá de cachecol. Gente, só ai já achei a coisa mais linda do mundo (tá vendo o nível de amor dessa pessoa por gatos?!). Mas, ai tem outro ponto que eu não queria que tivesse no livro: ele falando. Sério, isso é muito tosco nos filmes e às vezes engraçado.

Porém, acredito no potencial desse livro e pela sinopse percebo que ele é um gato bem normal, real. Sobre isso a sinopse fala que ele ajudou o seu dono em muitos aspectos e momentos. Foi à união que deu certo, sabe? O dono problemático encontrou um amigo de quatro patas para lhe colocar na linha. Eu acredito muito nisso: que os animais, independente de ser gatos cachorro, papagaio, cabra, etc. são muito capazes de ajudar os seus “donos”, ou seriam tutores/amigos, já que é uma troca de benefícios e muitas vezes eles dão muito mais do que pedem. E isso sim, é capaz de mudar a vida de alguém.

Tá ai o livro como prova disso, já que se trata da história real do James Bowen e seu gato Bob, que mudou a vida de James para melhor. Olha a cara desse gato de quem está querendo aprontar algo… Gatos né?! Aprontar é o que fazem de melhor. Não tem muito o que julgar nessa capa, mas eu espero que seja uma história muito divertida e comovente ao mesmo tempo.

Bem, espero você na resenha pra saber se eu estava certa.⁠⁠⁠⁠


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Julgando Pela Capa

#JPC E Se Ela Soubesse – Renata Christiny

Capturar

Hello, people!

Vim aqui tirar a teia de aranha dessa categoria, já que:

  1. Esquecemos completamente dela nos últimos meses. Ser impulsiva dá nisso: Você esquece de escrever sobre a capa e já começa a ler sem controle nenhum sobre si.
  2. Apareceu uma capa que PRECISO discutir com vocês.

O livro foi achado por mim, tipo agulha no palheiro mesmo – como se eu fosse capaz de enxergar uma. Mas, lembro de ter visto esse título e achado que era algo do tipo “Se Eu Ficar”, “Se Eu For”, “Antes de eu ir” – não que esses títulos sejam reais, não lembro bem – quando o correto é “E Se Ela Soubesse”. Hahah Tudo a ver, né? Não, eu sei.

Outro erro meu foi achar que era uma autora estrangeira. Não sei em que palheiro fui buscar essa informação tão errada. É brasileira, e se garante demais. Digo isso pelos textos que a Renata Christiny – autora, prazer – posta no facebook.

A sinopse fala sobre um carinha com mais do que alguns parafusos soltos que se apaixona por uma mulher no manicômio onde está internado. É uma sinopse que me parece bem macabra, um tanto doentia, de alguém pedindo para a mãe guardar um segredo horrível desta bendita mulher. Essa mistura de elementos e tons realmente me causa um medinho dos bons: o tom carinhoso com menções à mãe e ao romance contrastando com a informação de que o personagem é um assassino dos piores e no regrets. Além disso, em segundo plano na capa, ele está caminhando por uma rua à noite com uma faca na mão. Simples assim. Como se levasse flores pra alguém que ama. Ou não, vai que planejava só descascar uma laranja quando chegasse em casa? Furar o pneu do carro do vizinho? Acho que a falta de parafusos não vai deixar esse personagem tão controlado assim. Porém, é bem intrigante e controverso. EITA. Do jeito que eu gosto.

Espero um livro ao estilo da série aclamada por mim mesma: Pretty Little Liars  – se ainda não assistiu já pode começar a apelar para a Santa Netflix agora mesmo. – Digo isso pois o assassino 1.tem problemas psicológicos, 2.guarda um segredo e 3.usa um capuz preto na capa. Como se fosse –A ali te encarando em primeiro plano, e você fosse a próxima boneca que ele/ela quer brincar. O personagem também diz que o cara que ele matou voltou da terra dos defuntos e o mesmo está em busca de vingança. Acho que esse cara não passa de alucinação, mas se não for o caso, vamos torcer para que não seja um morto que dá spoiller… afinal, sabe-se lá o que aconteceria se ela soubesse!

Estou ansiosa para ler, logo de cara/capa já parece ser algo de qualidade. Logo, logo venho contar para vocês o que achei – sem revelar segredos, claro… ou melhor, prometo tentar.

Clique para comprar: E se ela soubesse? (Não conte a Ela Livro 1)

Julgando Pela Capa

#JPC Por Lugares Incríveis – Jennifer Niven

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Gente mais um livro com esse tom de verde que eu amo. Tá na moda mesmo, viu como entendo de cores? Eu amo cores e essa capa é bem colorida perceba.

Olha tenho que confessar que já julguei essa capa na livraria por uns 1 segundos antes mesmo de pensar em ter um blog que teria como uma categoria julgar as capas dos livros e que ainda por cima um desses livros viria a ser logo aquele que já tinha “desprezado” uma vez. (só se eu fosse profeta para pensar em tudo isso tanto tempo atrás).

E você pergunta (ou não) oque você pensou sobre ele durante aqueles 10 segundos? Calma, eu já ia dizer. Eu pensei que era um livro infantil. Sim, isso mesmo você está lendo certo. Isso por causa desses blocos/peças de montar que são brinquedos de crianças. Bem, se você não sabia disso provavelmente não tem contato com crianças, ou nunca tenha sido uma. Tá, parei (essa expressão é tão Orkut).

Entre outros elementos como as nuvens de papel (um dia me disseram que as nuvens não eram de algodão. Tai a prova! Quem falou cantando comenta aqui!). E os bonequinhos que parecem ser feitos de lápis, caneta, carvão… Tudo tem uma atmosfera bem infantil e foi ai que não me interessei. Mas num parece gente? Diga-me que não sou a punica a pensar assim… E eu ainda não li vai que não estou errada e é mesmo infantil?

Ate que o interesse voltou quando eu soube do evento onde a autora iria autografar o mesmo e claro que eu fui ne? Perder a chance de conhecer uma escritora internacional e dar uma chance de entender melhor o livro e ainda ter um livro autografado, meu primeiro livro com um autografo. Nem que eu fosse insana. Ah, e lembra que o meu livro “Cartas de Amor aos mortos” também é autografado? (chegou aqui e você não tá entendo do que estou falando clique aqui), pois então elas são bffs e estavam autografando junto Brasil afora. E poxa a autora é um amor, queria guardar ela dentro de livro e protege-la.

Voltando a capa e com novos olhos (depois desse evento) e com base na sinopse me parece ser uma boa historia, acredito que seja juvenil (na resenha teremos certeza) e que eu vou chorar com certeza: A menina e o menino no alto dos prédios, que parece ser uma escola, isso está muito claro pela sinopse também. Ele parece que pulou e está voando, ou como uma fotografia ele congelou ali. E se sente livre, claro que não vemos a cara de desespero (se fosse eu no caso), mas é o que parece. Já a menina está com os pés no “chão” e aponta para ele como se quisesse ajuda-lo ou salva-lo. Só que não há desespero (mais uma vez haveria se fosse eu). Talvez isso se deva porque eles vão um de encontro ao outro e vai estar tudo bem.

Seria amor? Amizade? Um me deixa ler que volto pra te contar. E espero que eles fiquem com os pés nos chão. Entendeu o que eu quis dizer? Pelo menos é o que eu espero desse livro.

Por Téh


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Julgando Pela Capa

#JPC Uma Curva no Tempo – Dani Atkins

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Ai gente, às vezes é tão difícil de fazer isso: analisar a capa de um livro e falar sobre. Porque usamos a imaginação para tentar entender logo a primeira vista se o que a capa mostra tem alguma relação com o conteúdo. Sendo que no caso não lemos e não fazemos ideia ainda.

É praticamente um analise semiótica (pra quem não sabe o que é pesquise, mas resumidamente é ver significado em tudo) me sinto na faculdade novamente e olha q eu não gostava muito da matéria, mas adoro “julgar o livro pela capa” aqui. Sinto-me quase uma CSI, separando cada parte para descobrir se juntos resultam em algo lógico. Agora já pensou se quem fez a capa só jogou tudo lá, só pra atrair o leitor e não representa nada? Eu só ia chorar litros.

Vamos ao que interessa. O livro é Uma Curva no Tempo, da Dani Atkins.  É seu primeiro romance e publicado pela editora Arqueiro. Olhar para essa capa me acalma. Acho que é por causa desse tom de verde (que está super na moda, repare). Apesar do que a cor sugere transmitir eu acho que é para nos enganar, porque ela sinopse acontece umas tretas… Que já estou me preparando pro pior. Porém, ela é tão fofa e harmoniosa que me recuso a aceitar que ela não tenha relação alguma com o assunto do livro (num é pra julgar? Realmente tô julgando). Por ser assim tenho vontade de emoldurar e pendurar na parede. Amo ilustrações, desenhos e afins. A cor é uniforme em toda a capa. O que isso quer dizer? Eu não faço ideia.

Ainda mais com essa frase “E se a vida lhe desse uma segunda chance?” SOCORRO! Quem não ia querer isso? Já pensou em consertar os erros do passado, ou fazer algo que deveria ter feito?

Tem uma jovem (não consigo identificar a idade aproximada) com seu guarda-chuva andando por um lago enquanto está nevando (imagina esse clima? Queroooo). Claro que eu imagino que isso seja uma cena em alguma parte da história, mas talvez não tenha nada a ver. Para mim esse guarda-chuva sugere algo como refúgio, esconderijo, proteção, solidão…

No reflexo dela no lago não é a mesma imagem que vemos e pra mim ai que tá o toque especial da capa. Vemos um casal, ela e um rapaz, mantendo certa distância, o que pode indicar que ou eles estão se encontrando ou mantendo uma leve aproximação já que nada está “ligando” um no outro. Certas linhas e sombras estão sobre eles como se essa imagem fosse irreal ou que estivesse em um tempo diferente de onde a moça solitária acima está andando.

Seria isso a curva no tempo? Seria essa a segunda chance?

É uma ficção, estou ansiosa pra ler.

Vemos-nos na resenha! Besitos de luz!

Por Téh


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Julgando Pela Capa

#JPC Temporada de Acidentes – Moïra Fowley-Doyle

page_1Primeiramente, eu gostei dessa capa desde quando eu vi pela primeira vez na 5º Turnê da Intrínseca a quase um ano. Ai, ai. 1 ano de vontade e apenas agora vou conseguir  ler, but… Antes tarde que nunca!

Gostei também pela história em si que foi introduzida durante o mesmo evento da Intrínseca, não lembro exatamente por quê mas fiquei com aquele interesse oculto até que depois da Black Friday (onde não comprei nada, cry) ele tava em promoção no #SaraivaDay e foi aquele o momento que não se pode deixar passar na LIFE!

Acredito que deve ser louco e diferente de tudo que já li. Então percebam que as minhas expectativas estão bem altas para esse livro (não me decepcione, não me decepcione livro… vou fazer um mantra…).

Agora vamos à análise da capa em si, com certa minúcia… Ela chama a atenção de cara (PÁ) por esse jogo de cores na capa. Sim, você pode nem reparar nisso de cara, mas eu (nós) já somos experts em analisar capas de livros e julgá-las sim! Então, confie em mim, isso faz sentido (o lance das cores, caso você tenha se perdido). Tons de verdes (muito variado). E o significa a cor verde? Curioso, porque quer dizer, harmonia, equilíbrio, esperança, recomeço, saúde… Ironicamente empregado com a imagem de uma garota caindo e o titulo.  Observem em cima e embaixo como a cor verde é mais escura a cor que no meio, propositalmente para destacar a figura central chamando mais atenção.

E o que é aquilo? É um pássaro? É um avião? Não! É alguém caindo, uma mulher/garota no caso (a julgar pelo vestido vermelho e sapatilha, tá arrumadinha, o que nos leva a pensar: o que teria acontecido para ela estar voando/caindo/flutuando?)

Observe que virando a imagem (isso mesmo, faça esse esforço) da para perceber que, na verdade, ela esta caindo ao contrário. Porque não dá pra cair do chão para o céu, não é mesmo? ~Voltem à posição original, obrigada, Deus lhe pague ~ Acima é grama, ou seja, ela vem caindo da direção oposta que sugere ser o céu bem carregado. Será que ela caiu primeiro que a chuva?

Bom, no geral, a somar pelo nome do livro, que eu acho sensacional e um pouco perturbador, e pela figura em si, sugere-se que ela foi arremessada de algum lugar ou de um foguete, talvez?

Percebam que os elementos em vermelho (a frase a menina e o botão) estão centralizados como se fossem pontos para chamar atenção: Cuidado! Acidentes acontecem… Sobre o botão não tenho muito o que falar, além de que espero que ele seja mencionado em alguma parte do livro. Sim ué, ele tá em destaque.

Torço muito para que esse livro seja bom porque já é uma das minhas capas favoritas.

Por Téh


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Julgando Pela Capa

#JPC Guerreiros Elementais – O Início do Mal (Estevão Aleksandravicius)

Olá, LiteraBabies!

Comecei o post em português e isso é motivo de celebração.

Vim aqui apresentar mais um autor NACIONAL de fantasia. Sim, esse brasileiro com sobrenome de estrangeiro chamado Estêvão Aleksandravicius. Ele é formado em letras e desde muito tempo curte histórias fantásticas. Agora está aqui, divulgando a própria. Perceberam? O mundo é quase redondo e dá voltas.

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Com uma versão física linda em mãos (foi emocionante) e sem ter lido ainda resolvemos dar uma olhada a mais na capa. O título Guerreiros Elementais – O início do mal (eu só consigo falar “elementares”, mas escrevendo sou mais bem coordenada, perceberam) já traz um ar sombrio à história. A capa preta deixa em evidência apenas o desenho de vários elementos em círculos. Fogo, gelo, uma onça, ar, luz (luz?), água, uma pedra, uma lua (lua?), um raio (se eu tiver acertado 3 fico feliz)… tudo em uma roleta com uma estrela no meio. Seriam esses todos os elementos da natureza ligados à alguém em comum?

A sinopse diz que os humanos estavam ferrando com o planeta, então a Mãe Natureza teve que mostrar quem manda. Resolveu intervir e mandar os Elementos para salvar a coisa toda. Só que características como inveja, ambição e luxúria surgem entre eles e vão tornar as coisas ainda mais complicadas e interessantes. Percebemos que esses não são defeitos só de humanos.

A história promete vários vilões e, #JulgandoPelaCapa, fico na expectativa de uma história cheia de ação, com interesses conflitantes entre vários personagens (sabe quando um personagem do mal age contra outro do mal e depois contra o do bem e forma essa teia toda que no final você tá torcendo por todos de alguma forma? Pois acho que vai ser isso) e muitos elementos sobrenaturais pra quem curte.

Mas, imagino também que uma lição será deixada sobre as atitudes dos humanos em relação ao planeta… algo relacionado à nossa realidade apresentado de forma mais obscura e com esse cenário fantástico que todos vocês amam. Será que acertei em algum desses meus pré-conceitos? Espero que sim. No próximo post veremos o que esses seres aprontaram!

Por Lua


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Julgando Pela Capa

#JulgandoPelaCapa Mil Dias em Veneza – Marlena de Blassi

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Bonne nuit! Ou melhor, Ciau!

Somos internacionais mas hoje vou deixar Paris de lado e vou falar do lugar que queremos passar nossas próximas férias:  O lugar em que as pessoas dizem “Tchau” (é assim que pronuncia Ciau, viu?!) quando o resto do mundo diz “Hi” “Hola” ou “Oi”: Veneza. Foco na Itália, gente!/

No meu segundo Julgando Pela Capa, trago o livro Mil Dias em Veneza, da autora Marlena de Blassi, edição da Editora Sextante.

Preciso lembrar que paguei R$ 5,00 nesse livro? Pois paguei. Foi um de segunda mão, então palmas para quem me vendeu!

Esse livro me lembra bem o Nicholas Sparks logo de cara (ou melhor, logo de capa). Traz a foto de um pier e já me faz imaginar minhas férias de mil dias nesse lugar. Só que não… Bora trabalhar, persones. E, para quem não sabe o que é pier, eu também não sei explicar.  Mas posso garantir que é aquela ponte com espaçamentos entre as linhas de madeira sobre as quais você anda e por onde você vai deixar cair sua Havaiana até que ela se perca no mar logo abaixo. Se não for Havaiana vai ser outro objeto, prometo. É uma tradição cair algo lá.
Digo que a capa mostra um fim de tarde, já que parece estar um calor dos infernos.

Na capa, também encontramos uma citação sobre o livro do USA Today. Não sei se acontece com vocês, mas tenho a sensação de que todo livro que leio diz ser “best seller do The New York Times por várias semanas”. Daqui a pouco vou estar nessa lista também,  já que ninguém parece escapar (exceto o livro que estamos falando).

Até aqui estou esperando encontrar um romance a lá Nicholas Sparks mesmo. Mas, ao virar o livro e olhar a sinopse a autora Marlena de Blassi já destrói todas as nossas ilusões.

“Este livro pode parecer um conto de fadas, mas é uma história de amor verídica…”

Ferrou, gente. É fato real. Vamos torcer para nenhuma pessoa bonita/animalzinho fofo morra.

A sinopse fala que será uma biografia da autora, e pelo visto ela vai casar com um italiano que conhece pouco, que não fala o idioma dela e ela só fala em italiano coisas relacionadas à comida. Porque isso é tudo que precisamos para nos apaixonar, não é? A comida fazendo papel de cupido soa  bem real para mim.

O livro promete contar as diferenças entre o casal e, #JulgandoPelaCapa e pela sinopse espero um romance do tipo que se lê nas férias de verão (como se aqui não fosse “verão” o ano inteiro). Leve e divertido. Algo relaxante e que já me identifiquei: afinal, a protagonista fala de comida, Veneza e idiomas diferentes. Será que também vai ter um final feliz? Com esses três ingredientes principais aposto que sim!

Por Lua


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