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#Resenha A Casa das Rosas – Andréa Zamorano

resenha

Olá, meus friends!

Hoje vim mostrar pra vocês que nem só de zoação e piadinha vive o LiteraMente. Vamos falar do livro “A Casa das Rosas”, da brasileira portuguesa Andrea Zamorano.

Seria A Casa das Rosas uma estufa? Talvez. Um jardim? Com certeza. E temos um jardim lindíssimo nessa história. Mas, vamos ao foco.

O livro é um romance bem dramático com cara de poesia… mas sem poesia, entendeu? O cenário é o Brasil em uma época que o povo lutava pelas eleições diretas para presidente. Começa com o relato de como uma mulher, chamada Cândida, conheceu um carinha gente boa, se apaixonou e casou. Mas, nem tudo eram flores e em um determinado momento ele, um político rico, começou a rejeitar a esposa e em seguida a filha recém-nascida. Cândida agora tenta proteger a própria vida e da filha, mas acaba sofrendo um ataque. Esse trecho já foi doloroso pra mim, caiu um dilúvio aqui dos olhos da pessoa. (Moça, como que tu já começa um livro com um negócio desse?)

“Nunca mais manhãs ensolaradas, nunca mais passeios no parque, nunca mais riso de criança. Faz sempre muito frio aqui.” – Pág. 16

Daí, temos um salto no tempo, mostrando a vida da filha, Eulália, inocente sobre tudo e todos. Sequer tinha notícias da mãe. O pai se torna alguém cada vez pior a ponto de tomar uma atitude que me chocou até hoje.

Eulália precisa fugir e passa a assumir várias identidades enquanto é procurada, virando uma espécie de símbolo de alguém que fugiu de um político opressor para viver a liberdade e os sonhos. Até parece, né? Sonhando tava esse povo, já que ela tava comendo o pão que o diabo amassou. E amassou bem amassado, só pra constar.

Eulália chega a procurar a verdade sobre a mãe e a autora trouxe cenas fortes para esse momento, com relatos alternados em primeira e terceira pessoa que explicam o início do livro.

Além disso, não é propaganda enganosa: a casa tinha rosas, um jardim bem cultivado e segredos enterrados nele que eu não vou contar. ☆Cause two can keep a secret if one of them is dead

O livro traz um contexto político, com ar poético e inocente e um drama aterrorizante com palavras macias. Até hoje não me recuperei. Para quem gosta de uma história de verdade, que mexe com todo tipo de emoção,  precisa conhecer.

Jurei que pela sinopse teria algo bem fantasioso, e até teve uma pitada. Mas, foi tão leve que mal dá para perceber se era fantasia realmente.

O único ponto negativo que achei na leitura foi o fato de que as falas dos personagens não possuem travessão no início. São apenas parágrafos, então,  problemática como sou em me situar, eu tive que reler algumas falas para saber de que direção vinham. Travessões são os santos GPS’s da literatura. Mas, se até eu ne situei você também consegue. Não é algo que compromete a beleza da escrita, ok?

Sabe a história do “só mais um capítulo?” Pois é. Sou uma vítima eterna. Li o livro inteiro em uma tarde. Calma, ele não é tão curto – 175 páginas – e nem eu sou o papaléguas da literatura. Mas, apesar de me assustar por um ângulo, a história me prendeu e só larguei quando terminei.

A autora mora em Portugal e tem nome de turista mas é brasileiríssima (não tem como fugir). A Andrea já lançou A Casa das Rosas em Portugal pela editora Quetzal e agora é a vez da terrinha, através da editora Tinta Negra. O livro já ganhou prêmio de Livro do Ano pela TimeOut Lisboa e tudo, viu?

Para comprar o livro clique aqui:

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Recebemos o livro e o marcador da Agência Oasys Cultural. Para conhecer mais o trabalho dessa equipe super da hora, aqui estão os links:⁠⁠⁠⁠

Por Lua


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#Resenha Alguém Como Você – Taynara Lima

Alguém Como Você - Capa

Never mind I’ll find… someone like you… ♫ 

Hey, guys! Como vocês estão?

Estou eu aqui ao som de Adele por causa do livro que acabei de ler: Alguém Como Você, da autora Taynara Lima. Queria dizer que essa música serviria de trilha sonora pra esse livro, mas não serve. Só grudou na minha cabeça mesmo.

O livro conta a história de Nathali Lavinski: uma brasileira, rainha dos bailes no Canadá que resolveu ir para lá realizar o sonho de todos nós: estudar Jornalismo Investigativo. Quem nunca quis ser CSI? Quem? Eu pelo menos me considero uma, até que se prove o contrário.

Nathali tem um melhor amigo, Andrew, que já domina nosso coração de cara. Além disso, toda semana, Nathali precisa aturar o Sr. Blake. Jesse Blake. Nas primeiras páginas eu imaginava o Sr. Blake como um velhinho caquético e mal humorado que teima em não se aposentar. E acertei: Ele era mal humorado. Mas, de caquético não tinha nada. Sr. Blake era um professor com seus 32 anos, bonito, inteligente, muito respeitado e cheio de reconhecimento. Só faltou ganhar Oscar. Queria eu ter que aturar um professor assim.

Por algum motivo, Jesse Blake resolveu chamar Nathali para ser estagiária. O clima já esquenta nos primeiros momentos que os dois se veem sozinhos, e como não?! Porém, Nathali Lavinki é mais que um rostinho bonito e logo se envolve no primeiro caso de sua carreira investigativa junto com Blake: algo envolvendo estupros em uma universidade vizinha, no qual ela terá que se infiltrar em umas aulas e outras baladas para descobrir quem está por trás de tudo. No decorrer da história, vemos Nathali tendo que equilibrar amizade, amor e carreira como três bolinhas de vidro em um malabarismo tenso, já que os três são de extrema importancia para a protagonista.

Nossa protagonista é corajosa, linda e sabe se colocar à frente de qualquer homem. Mas, o que mais gostei é que ela é decidida. Não ficou focada em negar o que sentia por Blake. Assumiu isso logo de início e não bobeou, querida. Muito bem resolvida essa moça. Blake também teve a mesma postura e isso foi bom, pois o plot deles ficou mais focado em “como fazer funcionar” e não nesse negócio de “eu morreria por você, mas não sei se te amo”.

A amizade entre Nathali e Andrew é linda, engraçada e serve pra esfregar na cara da BFF sempre que necessário.  Essa amizade e a atitude de Nathalí e Blake me deixaram com cara de boba por metade do livro. Eu sorria enquanto lia, de tão clichê, leve, engraçado e gostosinho que parecia. Mas, como alegria de pobre dura pouco, a metade do livro chegou e daí em diante eu não sabia mais distinguir o que era Lua e o que era lágrima. Posso descrever o final com: suspense, ação, drama, surpresas e muitos lencinhos encharcados. Para quem ama algo imprevisível, fica a dica. Para quem curte final feliz, fica a dica também. Afinal, a história não acabou – teremos o livro 2 com previsão de lançamento para esse mês! Vai que a Tay – a autora, já temos até apelido carinhoso – se compadece e dá um “felizes para sempre” pra gente.

Para os mais aventureiros: o livro não é só chocolate. Tem pimenta também, dessas red hot… se é que me entendem.

Só mais uma coisinha… se algo ainda te impede de ler esse livro, eu não digo nada. Só mostro essas imagens que, segundo a autora, a inspiraram para criar três personagens: Blake, Corey e Daniel.

Dreamcast
Jesse Lee Soffer as Blake / Taylor Kinney as Daniel / Taylor Kitsch as Corey

 

E outra coisinha – juro que agora é a última: Tem conto de alguns personagens desse livro no Wattpad da autora, então depois que ler o livro 1 corre lá!

Dá uma olhada no livro: Alguém Como Você (Livro 1)

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Recebemos o livro do nosso parceiro, o Editorial Agência de Comunicação. Para conhecer mais clica aqui, ó: https://www.editorialagencia.com.br/

Por Lua


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#Resenha Por Lugares Incríveis – Jennifer Niven

Hello! Coloquei uma música da Adele aqui pra ver se consigo fazer algo mais profundo e dramático (spoiler do que se trata o livro). Brincadeira, mas vamos lá falar de livros que é disso que se trata tudo aqui.

A resenha de hoje vai ser sobre o livro Por Lugares Incríveis, da Jennifer Niven e publicado pela editora Seguinte que é o selo jovem da Companhia das Letras. Olha tenho que falar sobre o livro, mas antes vou falar da autora que EU CONHECI! Sim, fui à sessão de autógrafos dela ano passado (a primeira da minha vida) e foi incrível! Ela é superdoce, amável e simpática. Aquele tipo de pessoa que você quer guardar num potinho. E isso porque eu nem conhecia ela e o livro, então foi uma primeira impressão maravilhosa! Ok, rasgação de ceda feita vamos ao assunto do livro.

Nunca pensei que o JPC pudesse ser tão certeiro quando esse, mas foi. Se você quer comparar o que estou falando leia aqui. Fui quase uma profetisa dessa vez. As primeiras páginas retratam exatamente o que tem na capa e o que eu imaginei.

Tenho dias bons e dias ruins. Quase me sinto culpada por dizer que não são todos ruins. Alguma coisa me pega desprevenida – um programa de TV, uma piada do meu pai, um comentário na aula – e rio como se nada tivesse acontecido. Volto ao normal, o que quer que “normal” signifique. – Violet

Fich e Violet (os protagonistas, prazer) estão no parapeito da torre do sino do colégio. A seis andares do chão. Que peculiar você deve perguntar. Eles não estavam admirando a vista da cidade? Talvez. O que não esperavam era encontrar o outro ali. Violet estava tremendo literalmente, já Finch não.

Violet é superpopular, bonita e alguém que nunca se imagina ver na torre do colégio. Ela perdeu a irmã mais velha em um acidente de carro onde ela sobrevive e se sente culpada por isso. Violet criou trauma de andar de carro novamente e estava deprimida. Finch é chamado de “aberração” por todos, isso porque a cada semana ele se veste com uma nova personalidade. Ele não se importa muito e faz o que der na telha. Ele passa por longos períodos de “apagão”, possui problemas com o pai, além de sua família ser desinteressada. Violet conta os dias para que acabe o colégio. Finch pesquisa diferentes formas de suicídio. É bem assustador, mas na leitura conseguimos entrar na mente das personagens e ver o que estão passando internamente.

É fácil fingir que somos as únicas pessoas no mundo. – Violet

Depois daquele primeiro encontro por acaso na torre do relógio do colégio, Finch e Violet começam a fazer trabalho de geografia juntos. Por pressão dele claro. O rapaz tem uma teimosia e tanto, chega a ser admirável. O trabalho de baseia em visitar lugares diferentes e ver o que há de bom por ali antes de se formarem. Então eles embarcam nessa aventura. Ao longo da convivência eles vão criando afeto, se divertindo juntos e logo se relacionam, romanticamente falando. Sim, eles são muito fofos juntos! Bom, mas você que está atento deve estar perguntando: Ela perdeu o medo de andar de carro para se aventurar? Eles assumiram o namoro para o colégio? Eles concluíram as andanças?

Bom, se eu responder vai ter spoilers e já disse que por aqui não trabalhamos com isso. Caso você seja novo aqui nas áreas fique ciente disso.

E se a vida pudesse ser assim? Só as partes felizes, nada das horríveis, nem mesmo as minimamente desagradáveis. E se a gente pudesse simplesmente cortar o ruim e ficar só com o bom? – Finch

Gostei bastante do livro, ele ficou todo marcado dos maravilhosos quotes que destaquei. O assunto é realista e chocante em certos momentos, mas é bom tratar do assunto e ver que a bipolaridade, depressão e as tentativas de suicídio andam assombrando os jovens. O Finch sem dúvida é o melhor que há no livro todo, sua personalidade apesar de um pouquito perturbada faz a gente criar um carinho imenso por ele e só querer que ele fique bem.

O livro trás informações sobre os assuntos abordados, como site, telefones, ongs e etc. Achei bem completo por parte da autora se preocupar com o assunto na realidade de cada leitor que se identifique com ela.

Por Téh


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#Resenha E Se Ela Soubesse (Série Não Conte a Ela) – Renata Christiny

Hello, people!
Antes de tudo eu gostaria de deixar bem claro que estou agora mesmo ouvindo uma música para relaxar baseada em sons de chuva. Caso você queira saber o motivo eu vou direto ao ponto: terminei de ler o livro da Renata Christiny, “E Se Ela Sobesse”. Se você ainda não conhece, clica aqui para ler o #JPC onde falei um pouco sobre o que esperava do livro antes de ler. (Gente, a música acabou. Peraí, que vou colocar outra com sons de cachoeira…)

Então, o livro é o volume 1 da série #NãoConteAEla, e sempre está entre os primeiros no ranking de mais lidos em três categorias: terror, horror e sagas familiares. Já tá com água na boca? É pra estar mesmo.

O livro é narrado em primeira pessoa por James, um carinha pra lá de alucinado que está internado em um manicômio acusado de cometer crimes horríveis e ter problemas psicológicos – Claro, Lua! Ou não seria um manicômio. Lá ele conhece Anna, uma agente do FBI que foi mandada para investigar o caso dele e que também guarda segredos. Só que James psicopata se apaixonou por Anna sargento. E, agora? Fujam para as colinas! E foi isso que ele fez… só que fugiu para a casa da mãe, porque né… nada mais seguro que colo de mãe.

Nessa jornada, James acaba se deparando com notícias, pessoas e sentimentos inesperados. Como se não bastasse, enfrenta perigos mortais guardando um segredo. E o pior de tudo: Ninguém contou a ela, mas ela descobriu. Isso prova que guardar spoiller nem sempre vale a pena. Agora, qual o segredo, como ela descobriu e qual foi a reação dela vocês terão que ler para saber.

Tive muitos sustos durante a leitura dessa belezinha. Um exemplo foi ler sobre alucinações de gente morta buscando vingança e às 3 da madrugada ouvir barulhos no meu quarto. Eu literalmente liguei as luzes e peguei um travesseiro como arma (Erh…) até entender que eram só meus livros caindo da estante sem explicação – algo que me fez relaxar por uns 2 segundos. Além disso, as cenas de ação são realmente de tirar o fôlego, você vive a cena. Nossa amiguinha Renata, sendo uma doce pessoa que ama matar personagens, expõe a visão de um psicopata de uma forma que me lembrou “Dexter”: com riqueza de detalhes sobre as ações e motivações do “vilão” logo na primeira página. Algo difícil de se viver.

James é descrito como alguém perigoso e com traumas, mas me fez rir, sentir medo, chorar, perder o fôlego… James é um amor de perigo movido a emoção e essa mistura pode causar dependencia. Eu me apeguei a ele fácil, fácil. Bem mais do que a Anna. Confesso que no começo não entendi bem o motivo dele ter se apaixonado por ela. Além de bonita e durona eu sabia pouco sobre ela e não percebia os motivos para ele se doar tanto por ela, além dela ser bem complicada. Porém, isso mudou mais do meio para o final onde realmente senti as forças e fraquezas da personagem e assim senti a ligação com ela também. Algo que me fez dar pulos de alegria foi saber que TEM BOOK TRAILER lindo! Morta com essa informação! Então, pausa para assistir e chorar de emoção por ter rostos maravilhosos para representar:

O final foi um ponto alto pra mim: Sabe aquela necessidade que a maioria das pessoas sente de respirar? Foi a mesma que senti de ler o próximo capítulo. Só que não tinha mais! Fiquei lá encarando as páginas vazias, na ilusão de que meu app tinha dado problema e as letras ainda poderiam surgir. Fechei e abri de novo e nada. Macomassim, gente? Calma, foi o fim da batalha, mas não da guerra. Tem o volume 2! Wohoo! E em breve estarei de volta com a resenha dele, me aguardem. Quero ver como James vai agir após seu segredo ser exposto, quem é exatamente o cara da alucinação e quais crimes realmente foram cometidos. Ansiosa sim ou claro?!

Para comprar o ebook, cliquem nessa imagem amigável:

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Para conhecer melhor a autora e o livro é bem aqui (garanto que ela é legal com pessoas reais, pode clicar sem medo): https://www.facebook.com/renata.cristina.7739

Por Lua


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#Resenha Caindo na Real (Wise Up) – Nicole Chaves

Hello, pessoas! Vamos cair na real que essa história é muito pé no chão, super atual e que deve acontecer demais mundo afora.

Conta a história de Elisa e de como ela enfrentou vários conflitos em um único momento da sua vida. É assim mesmo a vida… A gente pode tá na pior e vem à vida e te mostra que o buraco pode ficar ainda mais fundo. Mas calma que como tudo na vida real nos serve para aprender, na vida da Elisa ela também aprende várias lições.

Elisa é uma garota muito religiosa, que nem sua mãe a ensinou e ela segue rigidamente. Clara, era sua melhor amiga e inclusive fazia parte do mesmo grupo de jovens que Elisa na igreja. Como eu disse era sua melhor amiga. Isso porque Clara revelou quem realmente era e que gostava de Elisa muito mais do que apenas como amiga. Complicado quando isso é visto como algo abominável para Elisa. Pois é, muito indignada com a forma como Clara lhe mostrou isso, Elisa a chama de aberração e sua amiga fica muito chateada. Polêmico? Você ainda não viu nada.

Sua mãe também está muito doente, com câncer em estágio avançado e não há mais o que fazer. Desesperador para uma filha. Eis que sua mãe lhe revela que até então seu pai que estava morto pode estar andando pela terra normalmente (só pra quebrar um pouco o clima pesado, não disse que a historia ia ser leve). Ansiosa como ela é, Elisa vai atrás dele e é muito bem recebida por sua tia Olga, já por seu pai…

E é longe de casa que Elisa descobre o maior segredo de sua mãe.

Organizado em 29 capítulos, em páginas que você devora rapidamente por ser uma leitura fácil e direta, Caindo na Real, é uma história de grandes segredos que acabam sendo descobertos em uma sequência de tirar o fôlego. Gostei muito dessa história realista que tem moral e faz a gente pensar, e questionar, e sermos menos extremistas.

Se você quiser ler é só comprar o ebook nesse link: http://amzn.to/2rx5Tel

Por Téh


Leia outras resenhas da escritora aqui no blog: Sinfonia Agridoce e Notas de Violet  .

Maiores informações, acesse:  www.chavesnicole.com


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#Resenha Temporada de Acidentes – Moïra Fowley-Doyle

Olá, pessoas! Essa resenha vai ser a mais diferentona que vou escrever, pois vou tentar ser meio termo sobre essa história, que até hoje não sei se gostei completamente. Mas antes se você quer saber o que eu esperava dessa história leia o Julgando pela Capa (lá vocês vão ver minha empolgação por esse livro). Por isso que dizem que quer ver capa não ver coração (tá eu posso ter acabado de inventar isso).

Temporada de acidentes da escritora Moïra Fowley-Doyle (não sei pronunciar e você?) pela editora Intrínseca, conta a história de Cara e como ela descobre certos segredos sobre a dita cuja época desastrosa de sua vida. E o que é isso caro leitor, você me pergunta. E eu digo. Durante o mês de outubro de todos os anos a família de Cara fica mais “propicia” digamos assim a sofrer acidentes, seja dos mais bobos até quebrar ossos. A mãe de Cara e de Alice, sua irmã mais velha, sempre tentar tomar algumas medidas preventivas para que o mínimo de desastres acontecesse. Eles andam com casacos extras, a casa fica toda forrada nas quinas e eles iam a pé para o colégio.

Acidentes acontecem. Ossos de quebram, a pele sofre cortes, o coração se parte. Sofremos queimaduras, nos afogamos, continuamos vivos.

Beleza, agora você pensa “massa vai acontecer acidentes loucos” e tal… não acontece. Acho que foi isso que decepcionou um pouco na história. Eu esperava mais ação, adrenalina e sangue. Nossa pareci muito trágica e exagerada agora, mas foca no nome do livro? É pra se pensar assim concordam?

O que vem em seguida é uma perseguição que a Cara encasquetou e confesso que depois isso teve tudo a ver com o mistério sobre a temporada de acidentes e também tudo a ver com o medinho que me fez passar. Explicando: ela viu que Elsie, uma garota que brincava com ela quando pequena e que estuda no mesmo colégio, em várias fotos no seu celular. Estranho ela nunca ter percebido antes ne? Por isso no dia seguinte ela vai atrás de Elsie no colégio. Mas cadê a guria? Evaporou! Sumiu chá de invisibilidade, só pode.

Elsie é discreta na sala de aula, ninguém percebe sua presença. É como se levasse a vida sempre no canto da moldura. A gente a esquece assim que vira a página.

Ai começa a investigação de Cara na busca por Elsie para saber por que ela estava naquelas fotos se Cara nem se lembrava de vê-la naqueles momentos. Nisso ela envolve sua Melhor Amiga Bea, seu “irmão-postiço-que-ela-tem-uma-queda” Sam e sua irmã Alice que tem um namorado estranho, em várias situações na intenção de saber o que aconteceu com Elsie.

Serio, esse foi o primeiro livro a me dar um medinhozinho, até porque eu não esperava isso dele, sabia que era ficção, mas como eu disse eu esperava por acidentes. Mas já alerto que tem um suspense tenso. Talvez isso seja lógico. Bom, e o que acontece de acidentes são bobos, bom até o ápice que lógico que não vou contar.

E o que o desaparecimento de uma menina tem de ligação com a definição da temporada de acidentes? Bem, é realmente um desenrolar surpreendente. Fiquei toda arrepiada enquanto lia! Foi por isso que fiquei encima do muro, 50% achando bom e 50% não muito. E claro que os segredos que rondam a vida de todos dessa história acaba sendo algo que lhe prende para que você (eu curiosa como sou) continue ansiando por mais páginas. No mais você leia e forme sua opinião, ah e não se esquece de me dizer em qual lado da minha porcentagem você ficou.

Por Téh


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#Resenha Notas de Violet (The Violet Hour) – Nicole Chaves

Hello, it’s me…

Sim, estou totalmente num clima de música internacional. E vou explicar o motivo agora mesmo: Trouxe uma resenha para vocês sobre o livro Notas de Violet – The Violet Hour, da Nicole Chaves.

Apesar de a autora ser brasileira o livro tem o cenário nos EUA. A história começa com um relato em terceira pessoa sobre o passado de um menino chamado John, pianista dos melhores e que estava sofrendo com a perda da mãe e ausência do pai. Então, Violet, neta da governanta, entra em cena trazendo cores e música novamente pra vida do novo amiguinho.

Após isso, a história dá um pulo no tempo e lugar Bem Doctor Who e começa a contar, em primeira pessoa, a história de Anne. Anne é uma mulher de 20 e poucos anos lutando pelo sonho de ser escritora. Tudo começa com a personagem bem na bad mesmo, andando pelas ruas e pensando em como tudo tá dando errado na vida dela. Bichinha. Vivendo na pacata cidade de Fortaleza, eu só conseguia pensar em uma coisa: “Essa criatura vai já ser assaltada, andando sozinha por aí distraída.” Pois, agora tenho outra coisa pra acrescentar: “Dito e feito!” Tenho que me lembrar que a autora também mora aqui em Fortaleza e deve ter pensado o mesmo que eu.

E agora? Quem poderá nos defender? Eis o nosso salvador: um mendigo que quase morre para ajudar Anne. (A gente se apropria do salvador dos outros mesmo.) O problema é que esse herói metade vivo e metade morto não sabia qual era o próprio nome durante os últimos 10 anos.

A partir daí, a história se desenrola com uma série de troca de favores, onde Anne usa todos os recursos disponíveis e sacrifica a alma para ajudá-lo a responder algumas questões existenciais do tipo “Quem sou?”, “De onde vim?” e “Para onde irei?”. Afinal, ele quase deu a vida por ela. Ela não devia agora ajudar o coitadinho a ter uma vida que ficou perdida na memória? Sim, devia, não vamos ser insensíveis, e se você ler o livro vai começar a querer ajudar mais mendigos por aí também.

Preciso dizer que esse livro me causou uma ressaca literária. Comecei com expectativas normais, porém foi mais do que eu esperava. A história é muito dinâmica, e apesar de revelar o mistério aos poucos, em nenhum momento me senti entediada. Achei os protagonistas bem decididos quanto ao que fazer após cada etapa e isso manteve o ritmo e o suspense, sem enrolação desnecessária. Eu não conseguia parar de pensar em John, até quando eu não estava lendo o livro. Agora, já finalizado, não consigo me despedir dele. (Anne, te entendo amiga…)

Anne é muito corajosa e prestativa, além de curiosa. (Porque curiosidade é tudo, né?) John é misterioso, educado, simples e tem a memória pior que a minha Aleluia! Algo que achei interessante é que não é um romance proibido para diabéticos. O foco aqui é o suspense. O romance ficou tão em segundo plano que por um tempo achei mesmo que não ia dar em nada. O problema é que você se apaixona pelo personagem muito rápido e fica louca pra que algo aconteça ao mesmo tempo em que quer mais respostas para o mistério. Fiquei muito presa a isso, e agora nem o lindo do John pode me libertar.

O livro também é todo baseado em músicas palmas, palmas da banda The Civil Wars e é fácil suar os olhos quando você vê como a autora usou isso pra guiar a história.

A Nicole, autora do livro, é uma amiga nossa, parte do grupo Damas Literárias que uniu forças graças a eventos literários aqui na cidade, e ela é a dama escritora. Sorte nossa, né?! Ela desenvolveu um método legal em que conta histórias em 29 capítulos. Achei bem curioso e se você quiser saber mais sobre o 29Chapters é só clicar no site dela no final deste post.

Não deixem de conhecer Anne e John e todo o passado e música que ronda essa história. O livro está em formato eletrônico, e talvez uma versão física esteja à caminho! Indico muito, mas dou um alerta: Melhor se preparar para a ressaca literária, porque John não vai querer dizer “Tchau” quando a história terminar.

Site da autora: http://chavesnicole.com/

Link para compra na Amazon: Notas de Violet: The Violet Hour

Por Lua


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