Resenhas

#JPC Até Você Voltar (Duologia Alguém Como Você) – Taynara Lima

Olá, bookaholics!

Até Você Voltar - Capa

Queria vir aqui só contar pra vocês sobre essa capa ensolarada que apareceu na minha vida. É a do livro “Até Você Voltar”, da autora Taynara Lima, segundo livro da duologia Alguém Como Você, que foi lançado no último dia 15 de agosto, ou seja, há 75 anos atrás.

O livro é em formato eletrônico e a capa traz um casal que estou orando para que sejam Blake e Nath vestidos pra casar. Eles estão no maior clima, reparem. E como não estar? Até eu estou no clima com eles, só não apareci na capa. Nath agora tem o cabelo castanho na capa, o que eu amei, e parece que o buquê foi colocado na cabeça de tão lindo que ficou o acessório que usa. Blake… ah, Sr. Blake… todo trabalhado  no smoking… Já comecei os suspiros antes de ler o livro.

Gostei de terem mostrado o rosto dos dois. Tenho TOC comprovado e não lido tão bem com capas onde os olhos, boca ou o rosto todo da pessoa foram cortados.

Eu comentaria o título, mas isso levaria à spoillers do primeiro livro, então vou ficar caladinha. Sortudos vocês.

Logo abaixo tem uma paisagem linda (são patos na água?) que espero muito que seja um lugar para lua de mel. Achei tudo a ver essa minha ideia e eu não sei o que será de mim se esses dois não estiverem juntos no fim da duologia.

Sempre Foi Você - Capa

E aqui vai um Julgando Pela  Capa Extra: A duologia tem um conto com capa própria chamado Sempre Foi Você! Já tenho lágrimas nos olhinhos *-*. Fiquei muito apegada aos protagonistas e saber que existe UM EPILOGO E UM CONTO me deu grandes esperanças. Calma, sem expectativa antes da hora, sem expectativa, sem expectativa… tá difícil, o tema é sugestivo! Nesta capa, temos a protagonista ainda loira junto com Sr. Blake num pré beijo (existe mesmo essa expressão? Se não, agora existe). Uma capa mais “balada em NY” que lembra muito a do primeiro livro. Eu sei que a história se passa no Canadá, não me julguem por isso. Será que o conto é sobre o período entre o primeiro e o segundo livro, já que a protagonista ainda não pintou o cabelo? Ou sobre o futuro lindo que estamos implorando pra que eles tenham? Eu não sei, e nem você. Mas, vamos descobrir.

Então, cruzem os dedinhos e vamos ver o que Blake e Nath vão fazer para abalar nossas estruturas dessa vez. Volto com a resenha daqui a alguns dias! Se quiser me acompanhar na leitura aqui já vai o link: http://amzn.to/2wXvJef

Por Lua


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Resenhas

#Resenha Arruinados – Série Avassaladores livro 1- Luz M. Agom

Olá, literalovers. É dia de resenha, avisa aos amigos!

O livro da vez é Arruinados (Serie Avassaladores – Livro 1) um romance nacional da autora Luz M. Agom. Ela começou no Wattpad, depois publicou em e-book pela Amazon e esse ano lançou a versão física do mesmo. É o trajeto de um objetivo até a sua realização. Quando eu recebi o livro senti uma alegria grande porque vi ali um sonho concretizado.

Bom, vamos ao que se trata, sim? O livro “Arruinados” conta a história de Amanda ou Mandi, e Antônio ou Tony, mas Amanda prefere chamá-lo de Antônio e isso faz muita diferença pra ele. Amanda é separada, tem uma filha e no começo do livro mora com seu irmão Pedro. Antônio é o melhor amigo de Pedro e, apesar disso, ele a conhecia apenas de longe, até salvá-la duas vezes nas primeiras páginas do livro. Na segunda vez, Clara, filha de Amanda, estava junto, então a gratidão foi ainda maior. O livro é ambientado em Belo Horizonte com uma rápida passagem até Recife. 

 

E no quesito amor os dois estão arruinados. Ela, decepcionada com o ex, não quer mais saber de nada sério, quer se sentir no controle da relação e NUNCA quer casar novamente. Tony, pobre Tony, nunca nem sequer experimentou uma pitada do que é amor, pois segundo seu pai lhe disse o amor só causa dor e sofrimento. O que o tornou solteiro desde sempre, mas não sozinho. Sabe a famosa frase “solteiro sim, sozinho nunca”? Pois é, ele todinho. Ela é forte, decidida e controladora e essa personalidade dela faz a gente torcer muito pela mesma. Ele é muito mais que um rostinho e corpo perfeito, é um cara muito generoso, inteligente e sincero. Gente, se metade dos homens fossem sinceros assim o mundo seria outro. Tony é ideal, garotas… Difícil não se apaixonar.

Algo se encaixou na hora que os lábios de Antonio tocaram os meus. Eu não sabia o que estava sentindo, nem nada da nossa história, mas eu sabia que aquele homem enorme, forte, lindo e rústico era meu lar. eu estava novamente em casa.

Acontece tanta coisa com eles que eu pensei não tem nome melhor pra descrever esses dois do que “arruinados”. Isso porque vocês não sabem nem metade da missa. Amanda apareceu para quebrar todas as regras do que Tony um dia acreditou. Fez com que ele entendesse o que o amor significava e ela também aprendeu muito com ele. Duas vezes até. No ápice do livro, eu achei o acontecimento genial porque ali muitas peças se encaixaram. Os dois tem uma historia intensa, como o livro é do começo ao fim. É bem hot, viu? Quem for ler já saiba disso.

A Luz é uma autora muito iluminada (piegas pode ser), mas é verdade. Ela quer transmitir a crença no amor por meio do que escreve, mesmo sendo de um jeito Hot, mas o amor tá ali sim, presente sempre, nunca esquecido. E já pretendo ler os próximos livros da Série Avassaladores porque ela ganhou uma leitora de carteirinha.

Por Téh


Compre o livro na Amazon:

Arruinados (Avassaladores Livro 1) eBook Kindle : https://goo.gl/fJpncB
Box: Série Avassaladores eBook Kindle: https://goo.gl/1GB1hS

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Resenhas

#Resenha Muito Além das Aparências (Série Aparências) – Dill Ferreira

> Surpresinha para as pessoas legais no final do post! Dá uma olhada!

> A resenha do livro 1, Casamento por Aparências, está bem aqui!

Tem lições que nem a vida é capaz de ensinar pra mim. Uma delas é a de não ser metida a fazer resenha que não pediram. E, mais uma vez, aqui estou eu com o segundo livro da autora Dill Ferreira, Muito Além das Aparências. A autora podia muito bem dizer que não pediu minha opinião, fazer o quê. Mas, até agora ela não reclamou, então vamos lá!

O livro 2 traz de volta Amanda Bündchen e Tony-príncipe em uma vida plena vivendo no paraíso que Adão e Eva perderam: Uma vida cheia de amor, paz, beleza e dinheiro. Só faltava os filhos enchendo a terra para serem felizes para sempre. Só que¹: Tony não podia ter filhos. Só que²: Amanda fica grávida. Como assim, senhor??!! Foi por espírito santo? Talvez. Só que não.

Já que perfeição cansa – dizem -, foi a vez de Tony lidar com as próprias inseguranças ligadas às novidades que vão surgindo sobre seu passado e presente. Isso é algo diferente de muitos livros: Últimamente o personagem masculino tem sido bruto com todo mundo já que muita gente diz que isso é a “realidade”. Mas, Tony e Amanda são excelentes exemplos e destacam o que o outro tem de bom mesmo com falhas pessoais. Enquanto isso, Breno fumava capim e montava uns esquemas marotos para agitar a vida da ex e tê-la de volta.  E ele suou a camisa, viu?

“Vou tentar ser paciente e procurar me lembrar das coisas lindas e verdadeiras que ele sempre fez questão que existissem entre nós” – Pág. 79 – Isso mesmo, Amanda! Foco!

Achei que Amanda ía ficar só sentada esperando ser salva pelo príncipe encantado, mas ela deixou de ser boba ainda lá no primeiro livro, percebeu que o príncipe dela estava deprê e tomou medidas para se salvar.

A protagonista está bem mais corajosa e determinada, mais certa do que faz, embora sempre cautelosa. Achei linda a postura firme que ela manteve por todo o livro, tanto em compreender os sentimentos de Tony assim como ele compreendeu os dela até aquele momento, quanto em lidar com Breno. Além de cuidar do novo ser-humaninho que mal foi gerado e já causou todo esse fuzuê. Uma verdadeira fortaleza.

Amei o suspense em volta dos dois plots e a forma como tudo se uniu no final. Temos romances secundários, uma agente inusitada, e cenas de ação que me fizeram estalar os dedinhos de ansiedade. Se antes esse livro tinha chocolate com pimenta, agora Dill acrescentou cafeína e deu mais energia a uma história que ainda é contada de uma forma suave e fluída, cheia de frases lindas e com o verdadeiro amor sempre em foco.

Quem é o verdadeiro pai da criança? Como brincar de casinha com a ex? O que significa o amor verdadeiro? Como ter um príncipe imperfeito? Como montar uma creche? Tudo isso nas páginas de Muito Além das Aparências! E, se preparem que agora tô mais ansiosa para ler o livro 3: Vi a sinopse e tô pipocando de perguntas. A capa traz um casal representando Amanda e Tony – na minha cabeça o Tony tá mais para Zachary Levi, mas ok – além de páginas decoradas lindamente. Olhei para o livro e já rolou um clima entre nós.

Preciso dizer que ganhei o livro físico de presente – Obrigada Dill, sua linda! Bjs – depois da resenha que fiz do livro 1 da série, Casamento Por Aparências, que foi achado no palheiro do Facebook na época. Claro que surtei. Como não, né queridos? Como não?

E mais uma vez: Desculpe minha natureza metida, Dill! Não sei mais o que fazer comigo.

> Clique, pague o valor, e um livro aparecerá na sua casa em alguns dias. É mágica!:

Livro: Muito Além das Aparências – Dill Ferreira

>Página da série pra curtir!: Facebook

VAI TER SORTEIO SIM! E se achar ruim fazemos outro! Vamos sortear um par de marcadores (1 do livro Casamento por Aparências + 1 do livro Muito Além das Aparências). O sorteio será realizado no Facebook. A regra é só você marcar um amigo nos comentários e já estará concorrendo! Inscrições encerram dia 15/9/2017 e resultado será divulgado no próprio post em até 2 dias após o encerramento. Corre lá que já tá valendo!: SORTEIO

Por Lua


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Resenhas

#Resenha Doidas e Santas – Martha Medeiros

Olá, pessoas!

Vou começar confessando algo: eu não sabia como fazer essa resenha. Serio! Mas, eu queria muito fazer. Deu pra entender o nível de bipolaridade dessa pessoa que aqui fala? Pois é, bem grave. Mas, eu não desisti. Precisa escrever e cá estou eu. Bem, o livro é Doidas e Santas, da escritora brasileira Martha Medeiros, publicado pela L&PM editores em 2015. É um livro de crônicas que foram publicados no jornal O Globo e Zero Hora entre os anos de 2005 e 2008. Fiquei sabendo que é uma reunião de 100 crônicas ao total. Eu não fui contar e vou confiar na pessoa que escreveu essa informação.

Há muito tempo já vinha lendo textos avulsos da autora por aí e não sabia quem era até pouco tempo atrás. Logo a adicionei a lista de “quero ler”. E vai me dizer que esse nome “Martha Medeiros” não te lembra de nenhum texto ou frase que já tenha ao menos passado o olho em alguma rede social? (Tumblr principalmente)

“Bem, e sobre o que são essas crônicas do Doidas e Santas, afinal de contas?” Você deve estar se perguntando. Se não está se perguntando você deveria porque eu tenho que responder isso de todo jeito: São temas cotidianos, reais, da sociedade, da vida, da nossa vida, das mulheres que são doidas e santas e às vezes até da falta de vida também. De amores e desamores. Tem também crônicas que mais parecem dicas e indicações (se ela curtiu certo filme ou música) ou contraindicações (se ela não deu like em certo programa, filme, atitude).

Essa coisa chamada “história de amor” requer um certo tempo para ser construída, e as que dão certo são aquelas vividas com paciência, com o espirito aberto e geralmente com qualquer um que consiga romper nossas defesas e nos fazer feliz. Crônica: Qualquer Um

E é assim que se desenrola o livro. Aviso logo aos leitores desse texto que se você não curte tais temas nem ouse pegar esse livro (a menos que goste de desafios), porque até para quem gosta (eu no caso e mais alguns tantos) encontrei certa dificuldade em prosseguir, sabe? Porque a gente se acostuma tanto a um ritmo de leitura, que conta capitulo por capitulo seguindo o mesmo tema, que quando lemos algo assim temos esse problema de ter a vontade de continuar sem saber qual vai ser o próximo tema.

Porém, o que ajuda nessas horas são os títulos dos mesmos. Sim, eles fazem o gancho que te puxa para continuar, pois você quer saber sobre o que ela vai falar. Mas, como eu disse, a leitura pra mim foi algo meio arrastado e demorado. Apesar disso, eu gosto muito dos temas que ela abordou e me identifiquei bastante. Mesmo que eu e ela tenhamos vidas bem diferentes (ela casada e com filhos) pude ver que nossas opiniões “batiam” em certos casos. E sim, as crônicas são basicamente as opiniões dela, o ponto de vista dela sobre assuntos da vida.

Libertar uma pessoa pode levar menos de um minuto. Oprimi-la é trabalho de uma vida. Mais que as mentiras, o silencio é que é a verdadeira arma letal das relações humanas. Crônica: Falar

Bom, se quiser ler e criar uma discussão mental com a autora eu super-recomendo (depois me conta quem venceu essa batalha).⁠⁠⁠⁠

Por Téh


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Resenhas

#Resenha A Casa das Rosas – Andréa Zamorano

resenha

Olá, meus friends!

Hoje vim mostrar pra vocês que nem só de zoação e piadinha vive o LiteraMente. Vamos falar do livro “A Casa das Rosas”, da brasileira portuguesa Andrea Zamorano.

Seria A Casa das Rosas uma estufa? Talvez. Um jardim? Com certeza. E temos um jardim lindíssimo nessa história. Mas, vamos ao foco.

O livro é um romance bem dramático com cara de poesia… mas sem poesia, entendeu? O cenário é o Brasil em uma época que o povo lutava pelas eleições diretas para presidente. Começa com o relato de como uma mulher, chamada Cândida, conheceu um carinha gente boa, se apaixonou e casou. Mas, nem tudo eram flores e em um determinado momento ele, um político rico, começou a rejeitar a esposa e em seguida a filha recém-nascida. Cândida agora tenta proteger a própria vida e da filha, mas acaba sofrendo um ataque. Esse trecho já foi doloroso pra mim, caiu um dilúvio aqui dos olhos da pessoa. (Moça, como que tu já começa um livro com um negócio desse?)

“Nunca mais manhãs ensolaradas, nunca mais passeios no parque, nunca mais riso de criança. Faz sempre muito frio aqui.” – Pág. 16

Daí, temos um salto no tempo, mostrando a vida da filha, Eulália, inocente sobre tudo e todos. Sequer tinha notícias da mãe. O pai se torna alguém cada vez pior a ponto de tomar uma atitude que me chocou até hoje.

Eulália precisa fugir e passa a assumir várias identidades enquanto é procurada, virando uma espécie de símbolo de alguém que fugiu de um político opressor para viver a liberdade e os sonhos. Até parece, né? Sonhando tava esse povo, já que ela tava comendo o pão que o diabo amassou. E amassou bem amassado, só pra constar.

Eulália chega a procurar a verdade sobre a mãe e a autora trouxe cenas fortes para esse momento, com relatos alternados em primeira e terceira pessoa que explicam o início do livro.

Além disso, não é propaganda enganosa: a casa tinha rosas, um jardim bem cultivado e segredos enterrados nele que eu não vou contar. ☆Cause two can keep a secret if one of them is dead

O livro traz um contexto político, com ar poético e inocente e um drama aterrorizante com palavras macias. Até hoje não me recuperei. Para quem gosta de uma história de verdade, que mexe com todo tipo de emoção,  precisa conhecer.

Jurei que pela sinopse teria algo bem fantasioso, e até teve uma pitada. Mas, foi tão leve que mal dá para perceber se era fantasia realmente.

O único ponto negativo que achei na leitura foi o fato de que as falas dos personagens não possuem travessão no início. São apenas parágrafos, então,  problemática como sou em me situar, eu tive que reler algumas falas para saber de que direção vinham. Travessões são os santos GPS’s da literatura. Mas, se até eu ne situei você também consegue. Não é algo que compromete a beleza da escrita, ok?

Sabe a história do “só mais um capítulo?” Pois é. Sou uma vítima eterna. Li o livro inteiro em uma tarde. Calma, ele não é tão curto – 175 páginas – e nem eu sou o papaléguas da literatura. Mas, apesar de me assustar por um ângulo, a história me prendeu e só larguei quando terminei.

A autora mora em Portugal e tem nome de turista mas é brasileiríssima (não tem como fugir). A Andrea já lançou A Casa das Rosas em Portugal pela editora Quetzal e agora é a vez da terrinha, através da editora Tinta Negra. O livro já ganhou prêmio de Livro do Ano pela TimeOut Lisboa e tudo, viu?

Para comprar o livro clique aqui:

Para dar “oi” pra autora, clique aqui:

Recebemos o livro e o marcador da Agência Oasys Cultural. Para conhecer mais o trabalho dessa equipe super da hora, aqui estão os links:⁠⁠⁠⁠

Por Lua


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Julgando Pela Capa

#JPC Um Gato de rua chamado Bob – James Bowen

Olá, pessoas que gostam de animais e mais precisamente de gatos. Sim, hoje vou julgar a capa desse gatinho fofo. Você deve tá se perguntando como eu vou ter coragem de fazer isso com um bichano tão fofíneo. Mas, ai vai a resposta: eu amo gatos. Sério, quem me conhece sabe que sou gateira de carteirinha. Então, isso me dá certa “propriedade” para julgar a capa desse livro sem parecer ofensiva.


Bom, eu vou começar dizendo a primeira coisa que mais me chama atenção nessa capa: ele tá de cachecol. Gente, só ai já achei a coisa mais linda do mundo (tá vendo o nível de amor dessa pessoa por gatos?!). Mas, ai tem outro ponto que eu não queria que tivesse no livro: ele falando. Sério, isso é muito tosco nos filmes e às vezes engraçado.

Porém, acredito no potencial desse livro e pela sinopse percebo que ele é um gato bem normal, real. Sobre isso a sinopse fala que ele ajudou o seu dono em muitos aspectos e momentos. Foi à união que deu certo, sabe? O dono problemático encontrou um amigo de quatro patas para lhe colocar na linha. Eu acredito muito nisso: que os animais, independente de ser gatos cachorro, papagaio, cabra, etc. são muito capazes de ajudar os seus “donos”, ou seriam tutores/amigos, já que é uma troca de benefícios e muitas vezes eles dão muito mais do que pedem. E isso sim, é capaz de mudar a vida de alguém.

Tá ai o livro como prova disso, já que se trata da história real do James Bowen e seu gato Bob, que mudou a vida de James para melhor. Olha a cara desse gato de quem está querendo aprontar algo… Gatos né?! Aprontar é o que fazem de melhor. Não tem muito o que julgar nessa capa, mas eu espero que seja uma história muito divertida e comovente ao mesmo tempo.

Bem, espero você na resenha pra saber se eu estava certa.⁠⁠⁠⁠


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Tags Literarias

#TAG Escritores

Olá, Literalovers! Nessa semana que teve o dia do escritor (25 de julho), nada mais “criativo” do que fazer uma tag sobre o assunto, não é mesmo?! Ah jovens, tem momentos que a criatividade só chega, lhe dá inspiração e faz você criar posts em blogs (caso você tenha um, lógico). Uau, filosofei sem querer. Daqui a pouco, vou me achar tão criativa que eu mesma vou me tornar uma escritora. Talvez seja melhor seguir com a Tag , vamos aos tópicos:

O escritor que te iniciou no mundo da leitura:

Lua: Olha… acabei de perceber que foi Moisés, já que o primeiro livro que li na vida foi a Bíblia. Mas, de modo geral foi Maria José Dupré – percebam que já falei de Moisés e agora Maria e José no mesmo nome – com o livro Éramos Seis. Foi o primeiro paradidático que me lembro de ler sem conseguir parar e foi o mesmo que me apresentou ao mundo das lágrimas.

Téh: Markus Zusak, autor de A Menina que roubava livros que eu já falei muito aqui. Lógico que ele não foi o primeiro livro q li porque quando li esse livro era 2008, por ai, e antes disso só li paradidático e eu não me lembro de nenhum que tenha me feito gostar de ler. Então o primeiro que lembro que foi o que me marcou por seu meu primeiro livro foi ele.

Um escritor que te ganhou de volta e um que te perdeu para sempre:

Lua: Ninguém me ganhou de volta… Perdeu, playboy. Agora um que perdeu pra sempre foi Marlena De Blasi. Ainda tenho trauma de ter lido Mil Dias em Veneza.

Téh: Não consigo pensar em nenhum, porque eu dei chance para vários enquanto lia mesmo e prossegui porque não era tão ruim. E os que me perderam foram para sempre. Comigo não tem isso de volta não, rapaz. Mas posso citar uma que não quero ver nem pintada de glitter na minha frente que é a Emily Brontë.

Um escritor brasileiro e um estrangeiro:

Lua: Sou nova no campo nacional, mas já conheci tantos nesses últimos meses de blog que é difícil escolher um. Vou citar a Renata Christiny que escreveu um gênero bem diferente do que costumo ver entre os nacionais e envolve todos os elementos que amo: mistério, FBI, psicopata e romance. Um estrangeiro… Ninguém imaginava que eu ia citar meu amor eterno por Nicholas Sparks, né? Pois é, eu nunca cito – até parece. Mas, para variar vou citar Sara Shepard, autora da série mais sem fim do mundo: Pretty Little Liars, que tem 18 livros e… EU LI TODOS! preciso me gabar um pouco, dá licença. Não se lê 18 livros de uma série pra depois ficar calada.

Téh: Nacional é o Pedro Gabriel , eu chamo ele de Antonio (piada que bons entendedores entenderão). Eu amo poesia e amo a forma como ele faz o jogo com as palavras nas dele. E o estrangeiro… que adivinha? Nicholas Sparks! Ele mesmo somente para lembrar que eu estou com saudade de ler alguma coisa dele.

Um escritor “zona de conforto”:

Lua: Dill FerreiraDill Ferreira, que é outra escritora nacional e que eu achei entre tantos no Facebook do blog. Digo que é “zona de conforto” por causa da escrita que acho tão suave e romântica. Dá vontade de ler no frio, enrolada num edredom e tomando chocolate quente. Vocês que moram no Sul façam isso, please. Apesar de uma ou outra cena hot, ou cenas de ação eu sei que a história vai sempre ter um final feliz – e isso eu só amo demais.

Téh: Julia Quinn, eu leio tudo o que ela escrever e sei que vai ser bom. Pode me dar até uma lista de compras do supermercado, um bilhete, qualquer coisa que ela tenha feito. Eu sei que vou gostar do que ela fizer porque ela é muito deusa nisso.

Um escritor que você traria de volta dos mortos:

Lua: Jane Austen, querida, ressuscita! Precisamos tomar um chá das cinco falando do Mr. Darcy sentadas na nossa mesinha com janela de frente para as ruas de Londres.

Téh: Agatha Christie. A rainha do crime. Criadora do melhor detetive que já existiu Hercule Poirot (que Sherlock Holmes não me escute) mas tenho grande carinho por essa mulher e sua criação.

Achamos a tag no blog Lado Milla, mas não fazemos ideia de quem criou. Palmas para essa pessoa. E, para os escritores de toda parte do mundo: desejamos muitas coxinhas elas contribuem para a criatividade  para vocês por criarem os tantos mundos incríveis que vivermos em cada livro!


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