Tags Literarias

#TAG Dias da Semana em Livros

Hello, everyone! Hoje não é segunda, mas é terça e vamos com uma tag sobre os dias da semana para começar a semana numa terça feira. Se não entendeu nada, só continue lendo. As coisas vão clarear. i promisse.

(Então, basicamente é apenas dizer um livro para cada dia da semana e fizemos aquele esquema de duas respostas porque somos duas aqui né? Vamos ao que importa!)

Domingo – Um livro que você não quer que termine ou não quis que terminasse.

Lua: Já começa difícil assim?? Vou mencionar Notas de Violet, da nossa parceira Nicole Chaves. Sou suspeita? Sim. Mas, lembro que entrei numa ressaca literária por não querer me despedir do John. E muitos outros… A Seleção, Belo Sacrifício, a série Os Bridgertons… oh, boy. Difícil, muito difícil.

Téh: 365 dias do Ano, da Demi Lovato. Porque as mensagens que ele trás são maravilhosas, e eu adorei muito ler a cada dia.

Segunda – Um livro que você tem preguiça de começar.

Lua: Serena. Assisti o filme baseado nesse livro e detestei mais que tudo. Porém, eram Jennifer Lawrence e Bradley Cooper na capa – e como vocês sabem, não sei viver num mundo em que esses dois estão em uma capa e a capa não está na minha estante. Os R$ 6,90+frete grátis na Saraiva foram à cerejinha do bolo.

Téh: Outlander, mas é pelo tamanho mesmo. Quanto maior mais preguiça… Porém vai que é algo que lhe prenda né?! Pode dar adeus a preguiça.

Terça – Um livro que você empurrou com a barriga ou leu por obrigação.

Lua: Quem é Você, Alasca? Sei que muitos admiram essa história, mas eu vivo melhor num mundo em que Alasca não existe. Li por obrigação imposta por eu mesma, afinal se comecei tenho que terminar. Dessa forma, viro minha própria escrava leitora.

Téh: Fallen, Lauren Kate. Eu até gostei do primeiro livro e tal, comecei a ler porque um “crush” da vida lia também e tinha, então aproveitei. Mas comecei a não gostar da serie e nem terminei. E alguns aqui do Blog, porque pediram resenha e alguns foram realmente bons e eu não iria atrás para ler se não fosse por causa daqui entendem?

Quarta – Um livro que você deixou pela metade ou está lendo no momento.

Lua: Esqueçam o que falei na pergunta anterior, porque até hoje meu Um Dia está pela metade. Também não li a ultima página de O Melhor de Mim, do divo Sparks e também não li o último capítulo de Convergente. O motivo? Os carinhas lindos e legais sofrem de alguma forma e não sei lidar com essa injustiça.

Téh: Que estou lendo no momento é P.S.: Ainda amo você, da Jenny Han. É bem de buenas a leitura de um romance teen.

Quinta – Um livro que você não recomenda.

Lua: Olha… A série It Girl nunca foi pronunciada em voz alta por mim. Li na época que assistia Gossip Girl. Demorava tanto pra dar continuidade que quando voltava a ler não tinha perdido apenas a página, mas também não lembrava nem em qual livro estava. Logo, não consigo imaginar alguém que vá gostar. Série de quinta mesmo…

Téh: Cinquenta tons de cinza. Até hoje não acredito que deixei me levar pelas “indicações” desse livro e comprei o mesmo na Bienal que teve na época. Pensando bem, foi no mesmo dia que comprei Morro dos ventos uivantes e talvez essa tenha sido minha pior compra ever porque detesto esse livro.

Sexta – Um livro que você quer que chegue logo (lançamento ou compra).

Lua: No Seu Olhar, do Nicholas Faíscas Sparks. Sinto uma saudade do tamanho de 59 galáxias de ler os livros dele.

Téh: Eu poderia muito bem copiar o que minha amiga disse acima, mas pensando nisso e além do Nick, também quero muito completar a minha Trilogia Número do Amor. Só falta o último: Onze leis a cumprir antes de seduzir, da amada Sarah MacLean.

Sábado – Um livro que você quis começar novamente assim que ele terminou.

Lua: A Escolha, da Tia Kiera Cass. Foi tão lindo que quis recomeçar a série inteira. Até hoje estou querendo, na verdade.

Téh: Para Sir Phillip Com Amor, Julia Rainha Quinn. Eu não comecei muito empolgada, mas poderia ler de novo só para rir e adorar aquela história que amei.


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Desafios Literários · Tags Literarias

#TAG Desafio Literário: Livros para se Apaixonar

Olá, beautiful people! Falou em romance me vem logo na cabeça Nicholas Sparks, então isso foi um pequeno spoiler de como está esse desafio hoje e me faz lembrar também que nunca mais li nada dele. #BateuUmaBadNow  Enfim, vamos a essa tag e difícil vai ser não se apaixonar por esses protagonistas depois viu?! Aqui embaixo vocês podem ver de onde tiramos a TAG (do marcador da Cultura sim, porque somos criativas e sim, queremos ser patrocinadas kkkkk). Brincadeira ou não, joguei no ar!

  • Um livro com um triângulo amoroso

Lua: A Seleção, da Kiera Cass! Não poderia ter outro aqui, certo? Certo. América-tortinha-de-morango não consegue se decidir entre Maxon e Aspen, embora eu mesma não entenda o dilema. #TeamMaxon

Links para compra na Amazon: A Seleção / A Elite / A Escolha

Téh: Jogos Vorazes, Suzanne Collins. Vorazes no amor também! Mas nessa categoria do desafio eu percebi como são poucos os livros que li que tinha triangulo amoroso. Sério, eu pensei q seria fácil porque existe tanto isso na TV, mas me surpreendi e vi como os livros realmente são o lugar que devo estar! E sim, Katniss, Peeta e Gale formaram um baita trio, num foi? Nossa, eu gostava mais de um do que do outro, mas depois aceitei bem.

Links para compra na Amazon: Jogos Vorazes / Em Chamas / A Esperança

  • Um livro em que o protagonista foge

Lua: MEL DELS. Nada melhor do trazer a rainha viva dos romances de época, Julia Quinn, com o livro 2 da série O Quarteto das Smythe-Smith: Uma Noite Como Esta. Daniel Smyth-Smith teve que trocar a vida de conde pela de fugitivo por três anos só por ter o azar de ganhar um jogo de cartas e acertar uma bala na perna do seu alucinado adversário. Para agitar mais a coisa toda ele se apaixona por outra fugitiva. Quem disse que “os opostos se atraem” não conhecia Daniel e Anne.

Link para compra na Amazon: Uma Noite Como Esta

Téh: Cidades de papel, John Green. A Margo é aquela personagem que você gosta e odeia. Ela tem umas sacadas geniais, pensa além dos outros e é super geniosa. Ai a guria tem uma noite cheia de aventuras com o Quentin e no dia seguinte some como se não devesse nada a ninguém. Mas ela devia a gasolina do carro do Q porque o pobre nem cobrou por passar a madrugada correndo de carro com ela pela cidade. Pois é, ela foge/desaparece/evapora enfim, o fato é que ela já fazia isso e os pais achavam aquilo normal, mas não dessa vez. E o bobo do Q vai atrás dela porque acha q ela queria ser encontrada.

Link para compra na Amazon: Cidades de Papel

  • Um livro com mais de um ponto de vista

Lua: Convergente, Veronica Roth. Minha memória de acetona não me permite lembrar quantos pontos de vista tem os dois primeiros livros da série. Mas, o terceiro traz o ângulo da TRISteza e do Tobias… quem leu sabe bem o motivo disso.

Link para compra na Amazon: Convergente

Téh: Como eu era antes de Você, Jojo Moyes. Quem não conhece o livro, conhece o filme. Nele tem o ponto de vista principal da Louisa Clark e vários outros, como da irmã dela, do Pai do Will e do cuidador do Will, entre outros. É bem bonito e faz a gente pensar, sofrer e chorar! Mas damos risadas também com o humor negro do Will e as trapalhadas da Lou.

Link para compra na Amazon: Como Eu Era Antes de Você

  • Uma história de amor baseada em fatos reais

Lua: Para Sempre, Kim Carpenter. Tem o filme dessa história que, por incrível que pareça, gostei mais que o livro. O autor conta a história de como ele e a esposa, Cricket – nome de grilo – se apaixonam e depois enfrentam as consequências terríveis de um acidente. História emocionante, super recomendada e não tão nova.

Link para compra na Amazon: Para Sempre

Téh: Para Sempre, Kim Carpenter. Eu e a Lua pensamos no mesmo! Não é coincidência, a gente tem gosto parecido. Bom, é linda essa historia de amor que acaba nos iludindo na vida real. O filme tem umas coisas diferentes do livro, mas os dois ficaram emocionantes!

  • Um livro que se passa em um lugar que você sempre quis visitar

Lua: Que difícil, hein?! Qualquer lugar fora do Brasil e dentro da Europa, América do Norte e Austrália é elegível para mim. Posso dizer de novo A Seleção? Quero visitar Illéa, poxa! Ok, ok… vamos a lugares reais: Londres. Pode ser a da era vitoriana? Não?! Então, vamos de Um Dia, do David Nicholls. Tenho esse livro a mais de 2 anos e não consigo finalizar, como já falei algumas zilhões de vezes aqui. Mas, Londres é Londres independente do livro.

Link para compra na Amazon: Um Dia

Téh: Bom, aqui vai duas indicações de dois Nicks. Primeiro o mesmo que minha amiga indicou: Um dia, David Nicholls que se passa em Londres e já é muito amor dai. E que, diferente dela, é um dos livros que mais gosto. E o outro Nick é o Sparks com A Última Música que acontece na Carolina do Norte, berço de praticamente todos os livros dele. Eu não pensava nesse lugar antes, só depois da grande influência do autor que vi o lugar e é apaixonante!

Link para compra na Amazon: A Última Música

  • Um livro com reencontro amoroso

Lua: Sem dúvida, Querido John, do autor que mais jogou ciscos poderosos nos meus olhos, Nicholas Sparks. A maior parte do tempo o casalzinho fica separado, pelo que me lembro. E o reencontro foi algo que até hoje eu queria não ter lido.

Link para compra na Amazon: Querido John

Téh: Um perfeito cavalheiro (Os Bridgertons), Julia Quinn. Benedict e Sophie vivem um conto de fadas. Sim esse livro é uma releitura da Cinderela, mas com uma boa dose do conteúdo que a Julia Rainha sabe fazer de melhor. Confesso que no começo desanimei, pensei: “Julia, mulher, tu vai fazer a Cinderela de novo? Sério?” Todavia, ela não deixou por menos! Ai vocês já imaginam que acontece tudo aquilo de fuga à meia noite e coisa e tal. Anos se passam para que eles tenham o reencontro amoroso. Depois dai a historia é melhorada a vários níveis! Vale a pena.

Link para compra na Amazon: Um Perfeito Cavalheiro

  • Um livro que virou filme

Lua: Jogos Vorazes, da Suzanne Collins! Quem disse que eu ia deixar a linda da Katniss é verdin de fora da minha lista?? Só não citei esse livro no tópico de triângulo amoroso porque acredito que aqui era mais um ciclo amoroso: Gale amava Katniss, Katniss amava Peeta e Peeta amava G…não pera, amava Katniss. Ninguém amava o Gale, só eu mesmo. O importante é que virou não um filme, mas 4!

Téh: Diário de uma Paixão, Nicholas Sparks. Assisti primeiro o filme e fiquei com vergonha de tanto que chorei na frente dos outros. Soube que tinha livro depois, então li e só amei mais ainda. E nem tenho muito o que dizer além de que é um dos meus filmes/livros favoritos da vida inteira!

Link para compra na Amazon: Diário de Uma Paixão

Agora, chegou a hora de socializar! Desafiamos alguns dos nossos blogs parceiros para responder o desafio! Seguem os links para vocês conhecerem e quem quiser responder também fique à vontade, você é livre! Marca a gente nas suas respostas. Pode até ser em qualquer rede social. ❤

PartiuLer

NoCasoUmaBookaholic

Nicole Chaves


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Resenhas

#Resenha Uma Noite Como Esta (Série O Quarteto das Smythe-Smith) – Julia Quinn

Temos o prazer de receber, mais uma vez, nossa convidada de honra aqui no blog: Julia Quinn! Eu sei, ela está quase morando aqui nas páginas de cada post. Mas, a pessoa faz séries infinitas, né… não tenho culpa! E nem acho ruim… haha

Vamos falar do segundo livro do quarteto mais famoso do mundo, o livro Uma Noite Como Esta. E te prometo que vai ser sobre uma noite quente como a de hoje mesmo. Só que em outro sentido.

Esse livro conta a história do Daniel Smythe-Smith, conde de Winsted, irmão de Honória, melhor amigo de Marcus Holroyd e fugitivo do século. Lembram que ele tinha saído nos tapas com um amigo filho de um marquês alguns anos atrás? Nossos amigos Marcus e Honória nos contaram essa história no livro 1. Mas, aqui podemos entender de forma detalhada como tudo aconteceu e, a partir daí, ele foge para as colinas por 3 anos de sua beautiful life, até que o carinha que levou o tiro o perdoa e ele acaba voltando para Londres na noite do último recital de Honória. E já chegou metendo o tabefe de novo, percebam!

Foi exatamente esta a noite quente que inspirou o título do livro. A noite em que ele conhece a Senhorita Anne Wynter, governanta das primas dele, pianista Smythe-Smith fake por uma noite e… fugitiva do milênio. Ele se apaixona enquanto ela toca piano horrivelmente, o que é um grande feito na minha opinião. Ainda na mesma noite eles se encontram e borboletas voam no estomago, o ar some durante o encontro tenso e Anne se apaixona antes que possa colocar o pé em casa novamente. Pronto, rápido assim. Porém, a história só estava começando.

Daniel observou a moça deixar o ar escapar, alongar os dedos e… Ela levantou os olhos. O tempo parou. Simplesmente parou. Era o modo mais piegas e clichê de descrever, mas aqueles poucos segundos em que o rosto dela se ergueu na direção dele… pareceram se esticar e se estender, dissolvendo-se na eternidade.

Anne acaba descobrindo que ele é o famosíssimo conde de Winsted e ela só uma governanta que, dado seu passado, não pode se dar ao luxo de perder o emprego por se envolver com um conde (Nem nós, querida Anne. Hoje tá difícil até emprego, o que dirá condes). Então, a história vai se desenrolando com as tentativas de Daniel de conhecer Anne melhor, criando todo tipo de situação para encontrá-la sem que outros percebam que foi proposital. Bem obcecado mesmo.

Essa primeira metade do livro foi bem parada, em minha opinião. Os diálogos não me prenderam e só vi o quando Daniel tem primas loucas. Anne era quase intocável de tanto que resistiu à Daniel (como ela foi capaz eu não entendo). Era como se ela tivesse construído a muralha da China entre eles e nada parecia evoluir nesse romance.

MAS, MAS, MAS, a segunda metade do livro foi a que valeu a pena. Ou a galinha. O galinheiro todo e um galo a mais de brinde. Foi quando o passado e segredo de Anne foram revelados e seu perseguidor começa a marcar presença. O que faltou de ação antes foi compensado aqui. Amei a reviravolta que aconteceu, com direito a um casal fugitivo, um ex-vilão reformado, um atual vilão vaidoso, Marcus – ai meu coração – Holroyd, e mais uma bocado de gente em um plot bem Sherlock Holmes.

Daniel é um personagem protetor, amigo, inteligente, sociável e respeitoso. Diferente de Marcus, ele é mais emocional do que racional e amei ver os dois velhos amigos juntos em várias cenas.

Anne é misteriosa, determinada, respeitável, experiente e muito realista. A vida sofrida criou essa personalidade. Ainda assim, ela é cheia de amor pra dar.

Essa foi uma diferença digna de ser notada: aqui o romântico apaixonado, escrevendo iniciais no papel e revirando o mundo atrás do amor é o Daniel. Anne parece estar acima dos próprios sentimentos e coloca todos no seu devido lugar. Ela não é mais uma adolescente boba suspirando por um carinha bonito e rico, mas sim uma mulher decidida a se manter com o próprio emprego e honra. Nem que seja fugindo e se escondendo em cada buraco do mundo. Além de fugitiva e independente ela ainda se mantem linda de morrer. Imagino os filhos desse casal de aparência injustamente perfeita. Parece que Londres manteve todo o estoque de gente bonita da época.

A capa do livro foi a que menos gostei dos 4. Eu ficava confusa sobre se a moça do vestido verde estava de frente ou de costas (juro que se tirassem os braços eu não seria capaz de identificar), mas isso me foi esclarecido depois.

Indico a leitura do livro e insisto que não desistam no começo. Nem tudo é perfeito, ok?! Eu estava pronta para uma resenha negativa até o meio do livro. Daniel e Anne demoraram, mas no fim conquistaram meu coração ao enfrentar tantos desafios, segredos e perseguidores. Espero que esses dois conquistem vocês também, e que vocês se sintam como ex-fugitivos presos por essa narrativa de mistério, romance e ação.

 

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Por Lua


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Resenhas

#Resenha Simplesmente O Paraíso (Série O Quarteto das Smythe-Smith) – Julia Quinn

Quem está de volta? Julia Rainha Quinn, isso mesmo! Porque quem manda sempre aparece.

Como se já não bastasse ser a criadora de Os Bridgertons, a pessoa ainda foi lá e criou outra série, a das Smythe-Smith, também conhecidas como as piores artistas da era passada e contemporâneas dos Bridgertons.

Temos 4 novos livros deste gênero tão adorado, já que A Editora Arqueiro fez o favor de lançar um box lindão cobiçado por muitos e alcançado por poucos. (fala sério, meu povo: Que caixa luxuosa é aquela, hein?)

Os livros trazem a história das Smythe-Smith *não me diga!*, que seguem a tradição de tocar em um musical a cada ano. À medida que uma casa a próxima solteira mais velha da família assume o posto. Ou seja, você teria menos chances de arranjar um marido que o resto da sociedade. Mas, pelo menos não estaria sozinha nessa.

O primeiro livro já me trouxe a sensação maravilhosa de estar saboreando novamente a escrita e os personagens da tia Julia depois de um grande período de abstinência desde que terminei os Bridgertons. Tentei ler lentamente, saboreando – levei 3 dias para terminar. *Tempo é relativo, meus caros.* Foi tipo nadar em chocolate. Foi uma delícia. Foi Simplesmente o Paraíso. E esse é o tema do primeiro livro.

Ele conta a história de Honória e Marcus. Ela é uma Smythe-Smith, e ele um conde best friend do irmão dela, Daniel. O início apresenta a infância dos dois, o que já me rendeu boas risadas. Mas, o tempo passa, o irmão da Honória sai nos tabefe com um cara poderoso e foge do país. Porém, ele deixa a tarefa de cuidar da irmãzinha dele para o Marcus. O MARCUS. *Pausa para respirar fundo.* Vou apenas deixar que Honória o defina.

“ – Você é alto, – continuou ela em um tom pensativo – atlético, inteligente e todas essas coisas que os homens devem ser.

Marcus percebeu que ela não falara que ele era bonito.

– Para não mencionar absurdamente abastado. Ah, e esse título também, é claro. Se você tivesse a intenção de se casar, com certeza poderia escolher quem quisesse.

Ela o achava feio?” (Não, querido Marcus, ela não te achava feio. Só pisou na bola mesmo.)

 

Marcus vai cumprindo sua tarefa de forma discreta, dando chá de sumiço aos pretendentes da Honória. Enquanto isso, na cabeça dela eles tem aquela amizade de “A gente nunca se vê, mas sabe que o outro existe e já está bom demais.” E até aí foi isso mesmo. Eles não estavam apaixonados. Ugh! E quem te disse que estariam?? A sinopse, né?! Eu sei.

Quando Honória começa a ficar desesperada, ela arma um plano para atrair nada mais, nada menos que o romântico incurável, lindo e educado Gregory Bridgerton. Exato. – Pelo visto, ele ainda não estava apaixonado pela nunca de uma tal loira. – O plano acaba sofrendo uma reviravolta bem complicada, divertida e dolorosa. Sabe quando uma borboleta bate as asas aqui e causa um furacão no Japão? Honória é a borboleta e Marcus o Japão.

Não vou dizer o que aconteceu, mas tudo resultou em muitas quebras de regras e delírios daqueles que você tem quando bebe muito.

Os protagonistas são ótimos juntos. Muitas atitudes dos dois mostravam mais igualdade de gênero do que era comum na época. Ela parece só aquela mocinha desesperada pra casar, mas se revela a verdadeira heroína. Determinada, prestativa, amorosa… além de azarada. Opa, era pra ser um elogio. Ele é realmente o mocinho na história, embora nem sempre pareça. Diferente dos Bridgertons, Marcus não faz o tipo libertino. Ele é bem tímido e não faz ideia de como ser romântico, mas sabe o que fazer quando o momento pede – entendedores entenderão, afinal estamos falando de uma história by Julia Quinn.

“Sussurravam sobre Marcus como se ele fosse o herói de um romance ou o vilão gótico e misterioso que precisava ser redimido.”

“Dar flores? Ele vira outros homens com flores. Mulheres gostavam de flores. Diabo, ele também gostava. Quem não gostava?” (Eu! Mas, vindo dele a gente aceita.)

Além disso, ele me encantou por ser tão fiel ao amigo e, embora fosse protetor, não foi controlador em relação à Honória. Foi o personagem que mais evoluiu mantendo sua essência, e a prova está nas suas últimas cenas. Arrasou, queridinho! Estou com dificuldades de me despedir de você. ~Não se váaaa…. não me abandones por favor…~

Julia Rainha explorou bem o período de descobertas de sentimentos, mas quando isso ficou claro tudo correu de forma bem rápida. Tipo, nos dois últimos capítulos o seu mundo vira e você fica ali de cara amassada no chão mesmo.

Também foi uma delícia rever personagens tão amados. Gregory amorzinho, Colin sedução e Lady Dunbury – vozinha casamenteira da bengala selvagem – estavam lá marcando presença.

“(…) Elas tinham a companhia de um belo homem com um brilho malicioso nos olhos verdes. Demorou um instante, mas pouco antes de ele ser apresentado, ela o reconheceu como Colin Bridgerton (…). O encanto dele era quase tão lendário quanto seu sorriso.”

Meu único ponto negativo foi os trechos que mostravam as meninas ensaiando para o musical. Elas falam demais, senhooor! ~Olha quem fala~  E os argumentos delas eram repetitivos então se tornou cansativo. Porém, nada que tire o brilho rosa do livro. Na verdade, não seria um ponto negativo, seria como só 1 ou 2 décimos a menos.

Espero que você não perca tempo para começar, porque a vida é curta demais para não conhecer Marcus Holroyd e Honória Smythe-Smith.

Diante de todas essas palavras, só tenho uma coisa a acrescentar: Livro 2, venha cá baby… Precisamos conversar.

P.S.: Me aguardem, a louca dos dreamcasts aqui vai atacar essa série em breve.

Se já tá curioso/a para ler esse fofura de livro, é só clicar na foto:

Créditos pela foto de capa: Instagram @fe_boechat


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