Julgando Pela Capa

#JPC Um Gato de rua chamado Bob – James Bowen

Olá, pessoas que gostam de animais e mais precisamente de gatos. Sim, hoje vou julgar a capa desse gatinho fofo. Você deve tá se perguntando como eu vou ter coragem de fazer isso com um bichano tão fofíneo. Mas, ai vai a resposta: eu amo gatos. Sério, quem me conhece sabe que sou gateira de carteirinha. Então, isso me dá certa “propriedade” para julgar a capa desse livro sem parecer ofensiva.


Bom, eu vou começar dizendo a primeira coisa que mais me chama atenção nessa capa: ele tá de cachecol. Gente, só ai já achei a coisa mais linda do mundo (tá vendo o nível de amor dessa pessoa por gatos?!). Mas, ai tem outro ponto que eu não queria que tivesse no livro: ele falando. Sério, isso é muito tosco nos filmes e às vezes engraçado.

Porém, acredito no potencial desse livro e pela sinopse percebo que ele é um gato bem normal, real. Sobre isso a sinopse fala que ele ajudou o seu dono em muitos aspectos e momentos. Foi à união que deu certo, sabe? O dono problemático encontrou um amigo de quatro patas para lhe colocar na linha. Eu acredito muito nisso: que os animais, independente de ser gatos cachorro, papagaio, cabra, etc. são muito capazes de ajudar os seus “donos”, ou seriam tutores/amigos, já que é uma troca de benefícios e muitas vezes eles dão muito mais do que pedem. E isso sim, é capaz de mudar a vida de alguém.

Tá ai o livro como prova disso, já que se trata da história real do James Bowen e seu gato Bob, que mudou a vida de James para melhor. Olha a cara desse gato de quem está querendo aprontar algo… Gatos né?! Aprontar é o que fazem de melhor. Não tem muito o que julgar nessa capa, mas eu espero que seja uma história muito divertida e comovente ao mesmo tempo.

Bem, espero você na resenha pra saber se eu estava certa.⁠⁠⁠⁠


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Resenhas

#Resenha Por Lugares Incríveis – Jennifer Niven

Hello! Coloquei uma música da Adele aqui pra ver se consigo fazer algo mais profundo e dramático (spoiler do que se trata o livro). Brincadeira, mas vamos lá falar de livros que é disso que se trata tudo aqui.

A resenha de hoje vai ser sobre o livro Por Lugares Incríveis, da Jennifer Niven e publicado pela editora Seguinte que é o selo jovem da Companhia das Letras. Olha tenho que falar sobre o livro, mas antes vou falar da autora que EU CONHECI! Sim, fui à sessão de autógrafos dela ano passado (a primeira da minha vida) e foi incrível! Ela é superdoce, amável e simpática. Aquele tipo de pessoa que você quer guardar num potinho. E isso porque eu nem conhecia ela e o livro, então foi uma primeira impressão maravilhosa! Ok, rasgação de ceda feita vamos ao assunto do livro.

Nunca pensei que o JPC pudesse ser tão certeiro quando esse, mas foi. Se você quer comparar o que estou falando leia aqui. Fui quase uma profetisa dessa vez. As primeiras páginas retratam exatamente o que tem na capa e o que eu imaginei.

Tenho dias bons e dias ruins. Quase me sinto culpada por dizer que não são todos ruins. Alguma coisa me pega desprevenida – um programa de TV, uma piada do meu pai, um comentário na aula – e rio como se nada tivesse acontecido. Volto ao normal, o que quer que “normal” signifique. – Violet

Fich e Violet (os protagonistas, prazer) estão no parapeito da torre do sino do colégio. A seis andares do chão. Que peculiar você deve perguntar. Eles não estavam admirando a vista da cidade? Talvez. O que não esperavam era encontrar o outro ali. Violet estava tremendo literalmente, já Finch não.

Violet é superpopular, bonita e alguém que nunca se imagina ver na torre do colégio. Ela perdeu a irmã mais velha em um acidente de carro onde ela sobrevive e se sente culpada por isso. Violet criou trauma de andar de carro novamente e estava deprimida. Finch é chamado de “aberração” por todos, isso porque a cada semana ele se veste com uma nova personalidade. Ele não se importa muito e faz o que der na telha. Ele passa por longos períodos de “apagão”, possui problemas com o pai, além de sua família ser desinteressada. Violet conta os dias para que acabe o colégio. Finch pesquisa diferentes formas de suicídio. É bem assustador, mas na leitura conseguimos entrar na mente das personagens e ver o que estão passando internamente.

É fácil fingir que somos as únicas pessoas no mundo. – Violet

Depois daquele primeiro encontro por acaso na torre do relógio do colégio, Finch e Violet começam a fazer trabalho de geografia juntos. Por pressão dele claro. O rapaz tem uma teimosia e tanto, chega a ser admirável. O trabalho de baseia em visitar lugares diferentes e ver o que há de bom por ali antes de se formarem. Então eles embarcam nessa aventura. Ao longo da convivência eles vão criando afeto, se divertindo juntos e logo se relacionam, romanticamente falando. Sim, eles são muito fofos juntos! Bom, mas você que está atento deve estar perguntando: Ela perdeu o medo de andar de carro para se aventurar? Eles assumiram o namoro para o colégio? Eles concluíram as andanças?

Bom, se eu responder vai ter spoilers e já disse que por aqui não trabalhamos com isso. Caso você seja novo aqui nas áreas fique ciente disso.

E se a vida pudesse ser assim? Só as partes felizes, nada das horríveis, nem mesmo as minimamente desagradáveis. E se a gente pudesse simplesmente cortar o ruim e ficar só com o bom? – Finch

Gostei bastante do livro, ele ficou todo marcado dos maravilhosos quotes que destaquei. O assunto é realista e chocante em certos momentos, mas é bom tratar do assunto e ver que a bipolaridade, depressão e as tentativas de suicídio andam assombrando os jovens. O Finch sem dúvida é o melhor que há no livro todo, sua personalidade apesar de um pouquito perturbada faz a gente criar um carinho imenso por ele e só querer que ele fique bem.

O livro trás informações sobre os assuntos abordados, como site, telefones, ongs e etc. Achei bem completo por parte da autora se preocupar com o assunto na realidade de cada leitor que se identifique com ela.

Por Téh


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Resenhas

#Resenha A Duquesa Rebelde – Christine Merrill

“Vici si iscrive resenhi aguiri”, muitos podem dizer. “Sim” vou responder. Eu poderia ter feito um Julgando pela Capa dos últimos livros que li? Poderia. Mas, eu esqueci. Eu avisei que tinha memória ruim, não digam que não avisei.

Mas, vamos falar de gente rica, bonita e que nasceu na época certa: Lady Miranda e Marcus Radwell! ~Vici si fala de Marcus~ Sim! Não tenho culpa se o protagonista outra vez se chama Marcus. Sinto que todos os Marcus de Londres resolveram habitar o país dos maridos literários.

O nome do livro é “A Duquesa Rebelde”, da autora Christine Merrill. Vou logo avisando que o livro tá de graça em todo lugar, desde a Amazon até na Saraiva. ~Em ebook, babies. Ebook!~

Aqui temos um romance de época às avessas do que estamos acostumados a ler. O mocinho concorda em conhecer a mocinha por causa de uma promessa feita à finada duquesa ~percebam que todo Marcus se mete a fazer promessa complicada~, a mocinha acaba comprometendo a própria reputação sem perceber e os dois acabam casados dentro de 24 horas. Tudo assim, pá-bufo!

Miranda pensa até que se deu bem casando com um duque tão rápido – Mas, na manhã seguinte a noite de núpcias, Marcus deixa a nova esposa imaculada em casa e sai desbravando o mundo sem dar grandes explicações além de liberar Miranda para cuidar de tudo. Como se tivesse casado com uma governanta em vez de só contratar uma. Homens. Pff. Achando que seu casamento não vai durar, Miranda resolve pelo menos dar a tal faxina na propriedade e mostrar aos empregados quem é que manda – pelo menos até seu suposto marido chegar e talvez anular o casamento.

É interessante ver que os dois passam a se conhecer bem enquanto ainda estão distantes um do outro, mesmo que já casados. E nem to falando de papinho via Whatsapp, viu?! Tudo à moda antiga!

Os dois possuem segredos que começam a ser revelados aos poucos, uma carga pesada que de início nenhum dos dois quer compartilhar. Quando se reúnem, os temperamentos ainda não se batem. Porém, no decorrer da história as cartas vão sendo jogadas na mesa. Os segredos são revelados, as qualidades se sobrepõem, os defeitos passam a fazer sentido, os pequenos gestos começam a ter significado, as dores vão sendo superadas… e só digo que é lindo ver como em meio ao caos esses dois vão conseguindo fazer as engrenagens se ajustarem. Algo mais além do respeito – ou a falta dele – vai surgindo entre eles e é como colocar óleo em um armador de rede enferrujado. Tudo flui, não facilmente, mas belamente.

Miranda é determinada, trabalhadora, fiel ao novo marido – mesmo sem ainda sentir amor – tem um passado misterioso e sabe fazer tudo menos ser uma duquesa. Ela é tipo “sorriam e acenem”, fingindo que sabe o que está fazendo e isso me rendeu boas risadas. Identifiquei eu mesma ali.

Marcus é um homem honrado, mais velho e com um passado mais trágico do que misterioso, além de um coração quebrado por mentiras e perdas. Ele é imprevisível de um jeito bom, e eu curti ver sua surpresa a cada descoberta que fazia sobre Miranda.

A cobra que falou com Eva resolveu dar as caras no vilão desse livro: sorrateiro, sutil, mentiroso e perigoso. Nem vou dizer quem é a pessoa, me recuso. Só digo a ele uma coisa: Busque ajuda. /Vejam que já estou falando com o personagem de novo, igual fiz na hora que li o livro. Quem nunca?

A história toda é contada em terceira pessoa, do ponto de vista do casal protagonista. Isso foi ótimo, ficou mais dinâmico. O ponto negativo fica só em uma cena MUITO importante mais para o final do livro, onde tudo acontece tão rápido que deu ERROR 404 aqui na minha cabeça. Não deu para entender quem estava falando o quê! Li, reli e não entendi. Quando terminei o livro voltei lá e aí sim tudo ficou claro. Então, caso você não entenda essa cena pode recorrer a mim. Estou prestando consultoria sobre “como descobrir quem está falando naquela cena”.

Tirando isso, me apaixonei perdidamente pelo livro! A capa me lembrou o cenário do filme Sissi. Senti como se estivesse lendo uma obra da finada Austen, com um toque da rainha Quinn e uma colher de chá a mais de dor e outra de ação. A história tem um suspense gostosinho sobre quem é a melhor pessoa para Miranda, se o casamento vai durar ou não, quem fica vivo ou não… e no final todas as pontas são arrematadas. Todos tem um final aceitável, dá aquela satisfação de ler algo bem concluído.

A questão é: Como um casamento arranjado, uma duquesa com jeito de pobre, um duque caladão, uma casa desmoronando e um mordomo bebum conseguem resistir aos segredos que carregam e aos ataques que sofrem tanto entre si quanto externos? Vão lá ler para saber, porque eu já descobri e me encantei! E também porque não vou contar, não sou resenhista de spoillers. Aceitem.

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P.S.: Se não viu a resenha do outro Marcus que também era duque e também fez uma promessa marota, então clica aqui.

P.S².: Vocês acham que eu montei meu dream cast sim ou claro? Quem respondeu “claro” acertou! Miranda foi representada por Jennifer Lawrence – nada a ver, talvez, mas eu precisava de alguém com cara determinada e ao mesmo tempo inocente dos fatos no começo. Marcus foi representado por Peter Hermann maravilhoso. O irmão do Marcus, pode ser o Liam Hemsworth. Não tinha pensado nele, pensei agora.

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Por Lua


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Resenhas

#Resenha Sinfonia Agridoce – Nicole Chaves

Primeira coisa que vou dizer é que: tenho uma amiga escritora. Sim! A Nicole, autora desse livro que vou resenhar, é nossa amiga e juntas fazemos parte do grupo de leitoras Damas Literárias (depois a gente conta mais sobre nosso grupo pra vocês).

Olha só uma curiosidade interessante da escritora: a Nicole também é administradora e junto com o amor pela escrita, criou um esquema só dela. Ela desenvolve o livro em 29 capítulos, ou como ela batizou The 29 Chapters. Muito diferentona, adorei isso.

Tá enrolei demais, mas é que não se pode falar muito do livro, já que ele é facilmente devorável e eu não vou dar pistas/spoiler aqui, porque ninguém quer isso. A principal informação do livro, o que faz a gente entender do que se trata o mesmo, é o grande diferencial dessa história. Pelo menos pra mim, mas você e eu somos diferentes, então só você lendo pra saber por que eu não vou detalhar nada aqui. Não, não!

Bom, se você gosta de música (se não gosta você é um ET) de um jeito que ela tá sempre na sua vida, te livrando de ouvir aquele barulho ou te distraindo do mundo, ou te iludindo fazendo você pensar que sua vida é uma trilha sonora tem que ler esse livro. Não que ele seja especificamente apenas sobre música, mas ela é a base de tudo e influencia muito as personagens (deixo no ar). E se você tá esperando algo romântico e meloso, sorry, mas canal errado. A história é ficção, e não tem nada de casalzinho. Então, ótima opção para quem quer experimentar um pouco outra temática e não ficar tão diabético.

A história conta o “despertar” da Echo (fala-se Eco mesmo, o h é charme) que já “nasce” jovem e sem muitas informações/lembranças de quem ela é e de sua história. Confesso que esse começo é confuso até a hora que esse despertar da Echo é explicado e tudo fica muito claro (rimou?). Mas, isso é bom porque faz você querer ler mais para entender o que que tá acontecendo.

Não sei se vai acontecer com você o mesmo que aconteceu comigo, mas nesse inicio eu pensei que a Echo fosse uma amiga imaginária da outra menina que sente conhecer de algum lugar. Ah, não falei muito dela porque a forma como a Echo se refere a ela é bem reveladora. Porém, essa guria é a principal responsável pela Echo. E é nesse momento que começamos a entender mais o que está acontecendo e o porquê de a relação entre as duas ser algo único.

A Echo aparece e some sem avisar, o que sempre faz sua amiga ficar triste quando ela some e surpresa quando ela aparece. Teve vezes, porém, que esses “sumiços” demoraram muito mais tempo que o normal. Tem uma explicação pra isso? Talvez a amiga e a música estejam envolvidas? Talvez. Nada tá muito claro ainda, afinal é só a “introdução” da história e, Nicole, espero muito que você lance logo a segunda parte da serie porque preciso saber mais.

Eu gostei muito dessa história, por vários motivos, mas posso dizer que, baseada na minha pouca experiência literária, ela já é boa o bastante para indicar a um amigo. And, nunca tinha visto história com essa originalidade, o que faz valer muito a pena essa leitura.

Resumindo: digamos que seja a materialização de uma relação pouco abordada no meio dos livros.


Galerinha do bem, o livro está disponível em e-book e pode ser adquirido pelo link abaixo:

Amazon: http://migre.me/whCJ9

E quem quiser saber mais sobre a escritora, a Nicole tem um site onde ela fala muito mais do que os seus livros. Têm cinema, música, até dicas de administração. É só acessar:

http://chavesnicole.com/

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Resenhas

#Resenha Uma Curva no Tempo – Dani Atkins

Para começar já digo que esse livro não foi como eu esperava, mas isso não quer dizer que não tenha sido bom. Foi bom sim. Foi lindo. Foi surpreendente.

O que acontece sempre é que crio uma historia antecipada na minha cabeça. Bem, talvez isso seja culpa da sinopse, ou seja, para isso mesmo que ela existe. Ou pode ser culpa de como eu julgo a capa. Se você não tá entendendo leia o #JulgandoPelaCapa que você vai compreender.

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Seguinte, Uma Curva no Tempo é da autora Dani Atkins (saúde) e publicado pela Editora Arqueiro. Ganhei esse livro de uma amiga que participa de um grupo de leitoras que eu e a Lua estamos. Fizemos uma troca dos livros que já lemos e foi ele que eu levei para casa.

Esse livro conta a história da Rachel e seus amigos em dois momentos bastante diferentes. Podemos destacar o boy (bonitão e popular Matt, que não gostei muito), o friendzone (inseguro e fofo do Jimmy, que a gente começa a shippar) e a bff (amiga divertida e verdadeira. Mistura perfeita, né? Essa é a Sarah). A história começa quando eles e mais três outros amigos estão num restaurante para comemorar o término do colégio e a ida para a faculdade.

“(…) algumas amizades resistem a qualquer distância, separação e negligência mas outras pessoas, que eu pensara que sempre estariam em minha vida, pessoas importantes, de alguma forma haviam desaparecido.”

Papo vai e comida vem, acontece algo terrível: um carro desgovernado invade o restaurante, mais precisamente onde a turma estava celebrando.  WHAT?!? Nesse momento foi como se eu tivesse lá vendo tudo (ainda bem que não), até parei e respirei fundo.img_8502

E ai vem a noticia bombástica, que ninguém tá preparado (apesar de estar na sinopse): Jimmy acaba morrendo fatalmente nesse acidente porque ele salvou a Rachel (que ele ama e deu literalmente a vida por ela). Gente, ele foi corajoso num grau. Quem faria isso por outra pessoa? Claramente só quem ama demais. Ele foi um herói morto, mas herói. Bem trágico, não é? Até pior que Romeu e Julieta que pelo menos puderam aproveitar um tempinho juntos. Já o Jimmy no dia que ele criou coragem para dizer que amava a Rachel, o menino vai e mostra que a ama sem palavras e com uma atitude que foi definitiva pra ele, coitado. Poxa, Dani, ai você faz a gente chorar.

“Você acha mesmo que Jimmy ia querer isso para você? Vê-la sozinha? Pelo amor de Deus, Rachel, ele estava tão apaixonado por você que sacrificou a própria vida para salvar a sua!”

Bem, 5 anos depois do acidente os amigos vão se reencontrar para o casório da Sarah. Todo mundo mudou, literalmente. Rachel tem que viajar até a antiga cidade depois da tragédia (ainda um pouco traumatizada) para esse evento no fim de semana. Depois de encarar o ex-namorado com a atual namorada que era a antiga amiga (arqui-piriguete-rival) que também fez parte do grupo na adolescência e todas as lembranças que a cidade trás de Jimmy, Rachel fica maluca precisando ir até ele. E onde é o único lugar que ele pode estar? No cemitério. E é lá que ela se mete no meio da noite/madrugada.

“Eu precisava dele agora, nesse momento, mais do que nunca; ouvir sua voz, ver aquele sorriso que estava sempre em seus olhos ao se voltarem para mim.”

E a partir dai tudo muda e fica confuso. Tanto para ela quanto para nós. Calma, vou tentar explicar.

Ela desmaia *ploft* e quando acorda *tcharam* tudo mudou! Tá, isso não pode ter explicado muito, porém  ainda tem mais. Jimmy está vivo! WHAT?!? Mas, como? A gente pira e os miolos bugam de vez! (E NÃO é spoiler, tá na sinopse, juro). Mas, vamos comemorar, né?! Esperança pra ela e pra ele, UHUU!  \o/

Não, não vai acontecer. Sabe por que? Porque ela tá noiva do Matt. Pasmem! E não para por ai: o pai dela não está como antes, ela tem tudo o que sempre sonhou e que antes de “desmaiar” feito a bela adormecida (que no caso dormiu, mas vamos fingir que ela desmaiou) não tinha conseguido… And ela não se lembra de nada desse novo presente em que está.

“(…) enfim descobri a única vantagem de ter amnésia (…) não havia arrependimento quando não estávamos deixando nenhuma recordação para trás.”

Não seria essa sua segunda chance? Aceita o presente, agarra ele e não larga mais. Só que esta perfeição, vida ideal, é bem angustiante visto que ela não se lembra de como tudo mudou daquele jeito. Dormiu demais? Tá sonhando? Viajou pra outro planeta? E nesse dilema ela fica sem saber o que quer: uma vida que ela lembra e tinha muito sofrimento? Ou uma vida que não fazia muito sentido apesar de estar tudo as mil maravilhas? Difícil escolha, né?

Mas, afinal será que Rachel tem escolha? Opa, levantei muitos questionamentos, mas você só vai conseguir responder todos eles lendo esse livro.

E, agora você pergunta (ou não, voce não é obrigado a nada, já entendi): Como esse livro me surpreendeu? E agora eu digo de uma vez: Houve essa grande reviravolta que fez eu me sentir imersa na bipolaridade, já que foi um tanto trágico e reconfortante ao mesmo tempo. Não teve o desfecho que eu queria no início, mas me deu bons motivos para aceitar o que me foi dado.

Espero que gostem dele e da lição final (realmente, depois de tantas questões a lição vai tá mais do que feita). Ahh, e é um livro bem humorado, dá pra rir também.

“Ele estava medindo a minha sanidade? Pessoas loucas não tomam chá?”


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Julgando Pela Capa

#JPC Por Lugares Incríveis – Jennifer Niven

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Gente mais um livro com esse tom de verde que eu amo. Tá na moda mesmo, viu como entendo de cores? Eu amo cores e essa capa é bem colorida perceba.

Olha tenho que confessar que já julguei essa capa na livraria por uns 1 segundos antes mesmo de pensar em ter um blog que teria como uma categoria julgar as capas dos livros e que ainda por cima um desses livros viria a ser logo aquele que já tinha “desprezado” uma vez. (só se eu fosse profeta para pensar em tudo isso tanto tempo atrás).

E você pergunta (ou não) oque você pensou sobre ele durante aqueles 10 segundos? Calma, eu já ia dizer. Eu pensei que era um livro infantil. Sim, isso mesmo você está lendo certo. Isso por causa desses blocos/peças de montar que são brinquedos de crianças. Bem, se você não sabia disso provavelmente não tem contato com crianças, ou nunca tenha sido uma. Tá, parei (essa expressão é tão Orkut).

Entre outros elementos como as nuvens de papel (um dia me disseram que as nuvens não eram de algodão. Tai a prova! Quem falou cantando comenta aqui!). E os bonequinhos que parecem ser feitos de lápis, caneta, carvão… Tudo tem uma atmosfera bem infantil e foi ai que não me interessei. Mas num parece gente? Diga-me que não sou a punica a pensar assim… E eu ainda não li vai que não estou errada e é mesmo infantil?

Ate que o interesse voltou quando eu soube do evento onde a autora iria autografar o mesmo e claro que eu fui ne? Perder a chance de conhecer uma escritora internacional e dar uma chance de entender melhor o livro e ainda ter um livro autografado, meu primeiro livro com um autografo. Nem que eu fosse insana. Ah, e lembra que o meu livro “Cartas de Amor aos mortos” também é autografado? (chegou aqui e você não tá entendo do que estou falando clique aqui), pois então elas são bffs e estavam autografando junto Brasil afora. E poxa a autora é um amor, queria guardar ela dentro de livro e protege-la.

Voltando a capa e com novos olhos (depois desse evento) e com base na sinopse me parece ser uma boa historia, acredito que seja juvenil (na resenha teremos certeza) e que eu vou chorar com certeza: A menina e o menino no alto dos prédios, que parece ser uma escola, isso está muito claro pela sinopse também. Ele parece que pulou e está voando, ou como uma fotografia ele congelou ali. E se sente livre, claro que não vemos a cara de desespero (se fosse eu no caso), mas é o que parece. Já a menina está com os pés no “chão” e aponta para ele como se quisesse ajuda-lo ou salva-lo. Só que não há desespero (mais uma vez haveria se fosse eu). Talvez isso se deva porque eles vão um de encontro ao outro e vai estar tudo bem.

Seria amor? Amizade? Um me deixa ler que volto pra te contar. E espero que eles fiquem com os pés nos chão. Entendeu o que eu quis dizer? Pelo menos é o que eu espero desse livro.

Por Téh


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Resenhas

#Resenha As Aventuras de Um Jovem Chamado Adriano Ferreira – Adriano Ferreira

Quero saber quem aí não foi serelepe no tempo da escola. Nós aqui do blog estudamos juntas e até hoje muita coisa ficou marcada. Eu era dessas que tirava a cadeira da fila, levava lá para frente onde a Téh sentava e passávamos a aula conversando – e então um belo dia eu tentei levar essa cadeira e caí com a dita cuja em cima de um menino e não consegui levantar até que a sala inteira estava me aplaudindo e dando parabéns pela cena. Ou seja, também foi lá que eu e a Téh nos conhecemos e viramos amigas até hoje.

O que isso tem a ver com o post? Certamente não vou postar minha biografia aqui. Mas, o Adriano Ferreira publicou algumas de suas experiências nesse período tão bagunçado da nossa vida que foi a escola. Autor do livro As Aventuras de um Jovem Chamado Adriano Ferreira – ele mesmo, prazer – nós podemos viver essas memórias e lembrar as nossas próprias. O livro está à venda em formato e-book no link que deixaremos no fim do post.

As Aventuras de um Jovem Chamado Adriano Ferreira - Capa

A história começa com um acontecimento engraçado que o Adriano passou: uma mentira improvisada que criou pernas e saiu andando e correndo pela cidade – porque se não fosse pra complicar assim não seria a vida de um aluno, né?! – Podemos ver o problema que ele se meteu e a prova de que a mentira pode até ter pernas, mas elas são curtas. No decorrer do livro esse episodio é contado aos poucos, enquanto o autor pega atalhos para contar outras experiências engraçadas que teve durante aquele período.

Durante a leitura pude me identificar muito com o protagonista – bate aqui, Adriano!! – já que ele sonhava em viajar e se apaixonou cedo por idiomas estrangeiros. Além disso, as situações descritas nos fazem reviver aqueles anos de uma forma muito vívida. Era um aluno comum tentando dar o seu melhor e se divertir enquanto era perseguido pela Lei de Murphy – se algo tá errado, vai piorar – . A história intercala momentos cotidianos com situações divertidas e resoluções feitas por ele na época. Mas, a forma como tudo é contado é muito fluída, ele realmente estabelece uma conversa bem informal com o leitor. É como bater altos papos com o autor. Terminamos o livro e nos tornamos best friends.

Também gostei dos valores passados durante a leitura. Ele mostra a importância de se esforçar para se ter o que quer – bora correr atrás, minha gente! – e os amigos e professores conhecidos nessa época são sempre valorizados. É uma fase que você não vê a hora de acabar, mas que quando acaba você só se lembra das coisas boas – cérebro traiçoeiro – e o melhor é que pode se divertir com elas. Ou seja, nos tornamos bipolares por causa da escola.

Fiquei curiosa para saber mais sobre o caso principal – como que o Adriano saiu da situação em que se meteu – e foi legal ver onde o Adriano começou e onde ele foi parar. Isso me prendeu. Até porque a leitura é leve, focada em coisas positivas e engraçadas – e claro, eu estava sempre anotando as dicas… que foi? Nunca se sabe! Ah, só para lembrar: é tudo fato real! O que é um milagre, já que histórias reais costumam me deixar desidratada de chorar enquanto aqui só pude rir.

Por Lua


Para comprar o livro:
Amazon: http://goo.gl/2K7j0H
Saraiva: https://goo.gl/MkgcmR
Kobo: https://goo.gl/IFD7iv
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Para quem quiser conhecer e acompanhar o autor:

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