Resenhas

#Resenha A Outra Face – Sidney Sheldon

Oi, oie! Depois de um hiato sem aviso prévio, as resenhas estão de volta. O livro de hoje é A Outra Face de Sidney Sheldon, publicado pela editora Record. Cometi a maior gafe achando que o autor era na verdade autora. Sim, não me pergunte por que, mas isso ficou impregnado na minha mente desde a primeira vez q ouvi uma amiga falando dos seus livros.

Acredito que esse tenha sido o livro mais barato que já comprei na vida 6,90. Então aproveitei a indicação e o preço, útil ao agradável. E vou contar um segredo pra vocês, mas fica só entre nós… Eu acabei recebendo dois invés de um. Sim, a Saraiva foi muito bacana comigo. O gênero é um dos meus preferidos, Romance Policial. Eu sou fã da Agatha por isso esperei algo semelhante agora do ponto de vista masculino.

A história fala da fase na vida do psicanalista Judd, em que acontecem assassinatos a sua volta. Ele imagina que poderia ter envolvimento dos seus pacientes, e no decorrer de alguns dias ele se vê encurralado achando que será o próximo da lista, mas não consegue pensar em um motivo. Já do outro lado a Policia que investiga os crimes veem ele como principal suspeito, afinal ele era a ligação entre os dois que foram brutalmente assassinados. Quem estará certo afinal?

A vida é um fio muito fino. Basta uma fração de segundo para rompê-lo.

A história se desenvolve bem e no final de cada capitulo tem um exato momento de suspense intenso que lhe obriga a ir para o próximo capitulo só pelo fato de não conseguir ficar com aquele mistério encoberto. Às vezes isso me dava raiva porque eu dizia que seria o ultimo capitulo da noite, mas eu simplesmente não conseguia parar de ler. Quem sempre?

São apenas 239 páginas, fácil leitura e o tempero do suspense faz você devorar as páginas ainda mais rápido. E foi boa experiência, apesar do autor ser exagerado em seus suspenses (o que era bom) e muito obvio em certas partes, o que se tornou previsível. Ao longo do drama tem pistas sobre quem é o assassino e eu acertei. Acredito que tenha sido um motivo por ter gostado, porque eu estava certa – risada maligna. Apesar de ser bom descobrir, acredito que foi um pouco/bastante obvio. Enfim, já estou formada em crimes pelas inúmeras historias de Agatha Rainha Christie.

Por Téh


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Resenhas

#Resenha Temporada de Acidentes – Moïra Fowley-Doyle

Olá, pessoas! Essa resenha vai ser a mais diferentona que vou escrever, pois vou tentar ser meio termo sobre essa história, que até hoje não sei se gostei completamente. Mas antes se você quer saber o que eu esperava dessa história leia o Julgando pela Capa (lá vocês vão ver minha empolgação por esse livro). Por isso que dizem que quer ver capa não ver coração (tá eu posso ter acabado de inventar isso).

Temporada de acidentes da escritora Moïra Fowley-Doyle (não sei pronunciar e você?) pela editora Intrínseca, conta a história de Cara e como ela descobre certos segredos sobre a dita cuja época desastrosa de sua vida. E o que é isso caro leitor, você me pergunta. E eu digo. Durante o mês de outubro de todos os anos a família de Cara fica mais “propicia” digamos assim a sofrer acidentes, seja dos mais bobos até quebrar ossos. A mãe de Cara e de Alice, sua irmã mais velha, sempre tentar tomar algumas medidas preventivas para que o mínimo de desastres acontecesse. Eles andam com casacos extras, a casa fica toda forrada nas quinas e eles iam a pé para o colégio.

Acidentes acontecem. Ossos de quebram, a pele sofre cortes, o coração se parte. Sofremos queimaduras, nos afogamos, continuamos vivos.

Beleza, agora você pensa “massa vai acontecer acidentes loucos” e tal… não acontece. Acho que foi isso que decepcionou um pouco na história. Eu esperava mais ação, adrenalina e sangue. Nossa pareci muito trágica e exagerada agora, mas foca no nome do livro? É pra se pensar assim concordam?

O que vem em seguida é uma perseguição que a Cara encasquetou e confesso que depois isso teve tudo a ver com o mistério sobre a temporada de acidentes e também tudo a ver com o medinho que me fez passar. Explicando: ela viu que Elsie, uma garota que brincava com ela quando pequena e que estuda no mesmo colégio, em várias fotos no seu celular. Estranho ela nunca ter percebido antes ne? Por isso no dia seguinte ela vai atrás de Elsie no colégio. Mas cadê a guria? Evaporou! Sumiu chá de invisibilidade, só pode.

Elsie é discreta na sala de aula, ninguém percebe sua presença. É como se levasse a vida sempre no canto da moldura. A gente a esquece assim que vira a página.

Ai começa a investigação de Cara na busca por Elsie para saber por que ela estava naquelas fotos se Cara nem se lembrava de vê-la naqueles momentos. Nisso ela envolve sua Melhor Amiga Bea, seu “irmão-postiço-que-ela-tem-uma-queda” Sam e sua irmã Alice que tem um namorado estranho, em várias situações na intenção de saber o que aconteceu com Elsie.

Serio, esse foi o primeiro livro a me dar um medinhozinho, até porque eu não esperava isso dele, sabia que era ficção, mas como eu disse eu esperava por acidentes. Mas já alerto que tem um suspense tenso. Talvez isso seja lógico. Bom, e o que acontece de acidentes são bobos, bom até o ápice que lógico que não vou contar.

E o que o desaparecimento de uma menina tem de ligação com a definição da temporada de acidentes? Bem, é realmente um desenrolar surpreendente. Fiquei toda arrepiada enquanto lia! Foi por isso que fiquei encima do muro, 50% achando bom e 50% não muito. E claro que os segredos que rondam a vida de todos dessa história acaba sendo algo que lhe prende para que você (eu curiosa como sou) continue ansiando por mais páginas. No mais você leia e forme sua opinião, ah e não se esquece de me dizer em qual lado da minha porcentagem você ficou.

Por Téh


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Desafios Literários · Tags Literarias

#TAG Desafio Literário: Livros para viajar para outros mundos

Olá! Amiguinhos, olha só quem está de volta? Quem nunca foi embora! *tá piada sem graça. Mas vamos animar que hoje a TAG é um desafio literário que veio em um marcador que me deram na Livraria Cultura. E claro, tudo vira post aqui. Tem que reaproveitar, tem que render! Todavia não era apenas 1 marcador ali me encarando e me desafiando. Não, não! Eram 3! Pasmem! Acha que eu ia aguentar tanto desafio sozinha? Negativo! Eu arreguei! Pedi help, implorei! *tá exagerei. E my friend Lua já cumpriu um desses desafios (e que para saber mais você pode acessar o link > aqui < ok?). Para o próximo desafio literário eu já tenho algo planejado, mas vocês só vão saber em breve! HAHAHA let’s go!

Tá ai caso alguém queira fazer! :P
Tá ai caso alguém queira fazer! 😛

  • Um livro com uma aventura em alto-mar

As Aventuras de Pi – Yann Martel

Logico que tinha que ser Pi! Já pensou em passar vários meses/anos naufragando em um bote com um tigre? É eu viraria petisco de tigre rapidinho! Lembro que passei meses para ver o filme, mas só porque eu sou do contra. Não gosto de ver as coisas quando estão em alta. Pois é, me julgue. E quando assisti simplesmente adorei! É de uma qualidade fotográfica espetacular. Acho que nem nos meus melhores devaneios inspiradores eu conseguiria imaginar algo assim na minha mente. E ai soube do livro. Infelizmente ainda não li, mas se encaixa tão perfeitamente nessa categoria que eu resolvi indicar pra você que só viu o filme que nem eu. O livro deve ser maravilhoso também.

Sinopse: Um dos romances mais importantes do século, As aventuras de Pi é uma narrativa singular de Yann Martel que se tornou um grande best-seller. O livro narra a trajetória do jovem Pi Patel, um garoto cuja vida é revirada quando seu pai, dono de um zoológico na Índia, decide embarcar em um navio rumo ao Canadá. Durante a viagem, um trágico naufrágio deixa o menino à deriva em um bote, na companhia insólita de um tigre-de-bengala, um orangotango, uma zebra e uma hiena. A luta de Pi pela sobrevivência ao lado de animais perigosos e sobre um imenso oceano é de uma força poucas vezes vista na literatura mundial.

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  • Um livro com animais falantes

Alice no País das Maravilhas – Lewis Carroll

O coelho falante que está sempre atrasado. O gato com o maior sorriso que existe. Não tinha como não ser esse clássico o escolhido para essa categoria. E mais uma vez só vi o filme, mas indico o livro porque sem dúvida está na minha lista de desejados/meta. É aquele filme que se tiver passando na TV eu paro pra ver porque não dá pra enjoar.. deu até vontade de ver agora.

Sinopse: O livro conta a história de uma menina curiosa que decide seguir um coelho branco, quando de repente cai em sua toca e é levada a um reino onírico, onde convive com criaturas estranhas e se envolve nas mais inusitadas aventuras. Neste universo inesperado, não há limites entre sonho e realidade.
Mais do que uma obra ficcional-juvenil, Alice no País das Maravilhas é uma alucinante viagem por um mundo nada óbvio em que imaginação, desafios de lógica, jogos de palavras e situações nonsense combinam-se de maneira única e inesquecível.

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  • Um livro que se passe em diferentes reinos

The Kiss Of Deception – Mary E. Person

Eu ia indicar A Seleção da Kiera Cass, mas isso dos reinos me deixou na dúvida. Andei pesquisando e vou indicar esse livro que foi uma febre um tempo atrás. E parece ser muito bem indicado e querido. Como eu já disse não sou muito de ir na onda, então somente agora li a sinopse dele e me parece bastante interessante. A contar pela protagonista que sai feito doida do seu reino para fugir de um casamento arranjado com um príncipe do outro reino para selar a paz. Ai se ela soubesse dos dias de hoje aposto que não faria isso. E ainda mais era por uma boa causa! A PAZ! Bom, já vai mais um pra lista!

Sinopse: Tudo parecia perfeito, um verdadeiro conto de fadas menos para a protagonista dessa história. Morrighan é um reino imerso em tradições, histórias e deveres, e a Primeira Filha da Casa Real, uma garota de 17 anos chamada Lia, decidiu fugir de um casamento arranjado que supostamente selaria a paz entre dois reinos através de uma aliança política. O jovem príncipe escolhido se vê então obrigado a atravessar o continente para encontrá-la a qualquer custo. Mas essa se torna também a missão de um temido assassino. Quem a encontrará primeiro? Quando se vê refugiada em um pequeno vilarejo distante o lugar perfeito para recomeçar ela procura ser uma pessoa comum, se estabelecendo como garçonete, e escondendo sua vida de realeza. O que Lia não sabe, ao conhecer dois misteriosos rapazes recém-chegados ao vilarejo, é que um deles é o príncipe que fora abandonado e está desesperadamente à sua procura, e o outro, um assassino frio e sedutor enviado para dar um fim à sua breve vida. Lia se encontrará perante traições e segredos que vão desvendar um novo mundo ao seu redor.

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  • Um livro com um Dragão na capa

Como Treinar o seu Dragão – Cressida Cowell

Assim que eu li esse desafio me veio logo esse filme na mente. Fui ver, tem livro. E gente é infantil sim, mas é bom pra gente ver de tudo um pouco. Não sei vocês, mas eu não conhecia o nome do protagonista. Quando li Soluço Spantosicus Strondus III já comecei a rir dai. Coitado só pode ter um serio problema com soluços escandalosamente estrondosos (o que deve ser a exata tradução).

Sinopse: Soluço Spantosicus Strondus III foi um extraordinário herói viking. Chefe guerreiro, mestre no combate com espadas, era conhecido por todo o território viking como “O encantador de dragões”, devido ao poder que exercia sobre as terríveis feras. Mas nem sempre foi assim. Neste livro estão as memórias da época em que Soluço era apenas um garoto normal. Muito normal. Nem um pouco heroico. Ele precisava desesperadamente capturar e treinar um dragão, e teria de ser o animal mais impressionante de todos. Mas tudo o que conseguiu foi uma criaturinha pequena e banguela, nada ameaçadora. Foi então que seu destino de herói começou a ser traçado.

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  • Um livro em que foi criada uma nova língua

1984 – George Orwell

Li esse livro quando estava na faculdade e ele simplesmente me mudou de alguma forma. E não vou somente de entreter, pelo contrário ele é muito mais que isso. Ele é didático. Ele é um aviso. Ele foi escrito em 1849 e é completamente aplicado até hoje. E esqueci (até esse momento) que lá fala de um nova língua que se chama exatamente assim NovaLingua ou NovaFala. Era a língua em que o Partido (o maior poder daquele tempo) manipulava todos os fatos históricos passados, tudo o que não lhe era conveniente. Muito atual? Pois você não viu nada. Todo mundo deveria ler esse livro.

Sinopse: Winston, herói de 1984, último romance de George Orwell, vive aprisionado na engrenagem totalitária de uma sociedade completamente dominada pelo Estado, onde tudo é feito coletivamente, mas cada qual vive sozinho. Ninguém escapa à vigilância do Grande Irmão, a mais famosa personificação literária de um poder cínico e cruel ao infinito, além de vazio de sentido histórico. De fato, a ideologia do Partido dominante em Oceânia não visa nada de coisa alguma para ninguém, no presente ou no futuro. O’Brien, hierarca do Partido, é quem explica a Winston que “só nos interessa o poder em si. Nem riqueza, nem luxo, nem vida longa, nem felicidade: só o poder pelo poder, poder puro”. Algumas das ideias centrais do livro dão muito o que pensar até hoje, como a contraditória Novafala imposta pelo Partido para renomear as coisas, as instituições e o próprio mundo, manipulando ao infinito a realidade. Afinal, quem não conhece hoje em dia “ministérios da defesa” dedicados a promover ataques bélicos a outros países, da mesma forma que, no livro de Orwell, o “Ministério do Amor” é o local onde Winston será submetido às mais bárbaras torturas nas mãos de seu suposto amigo O’Brien.

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  • Um livro com um portal para outro mundo

A Torre Negra  – C S Lewis

Só vinha Alice no País das Maravilhas na minha cabeça (porque sim, eu sou uma pessoa de poucas referências literárias ainda mais de fantasia.). Então consultei uma amiga que tenho no grupo das Damas Literárias (que sempre falo aqui e prometo fazer algo a respeito em breve) que ela sim, tem um big repertório e imediatamente soube o que me indicar. Dafne, você é realmente um oráculo e eu só tenho que agradecer. Então pelo que pude entender dessa história, que ela é de ficção e que tem um portal para outro mundo por isso que se encaixa nessa categoria. Enfim, não tenho muito o que dizer.

Sinopse: Continuação memorável das fantasias de C. S. Lewis, estas seis histórias revelam mais uma vez o poder e a visão deste importante contador de histórias, um dos nomes centrais da literatura de fantasia universal. A Torre Negra é um esboço de um quarto volume que daria continuidade à aclamada série de ficção científica de Lewis conhecida como Trilogia cósmica. Uma história cativante que continua as aventuras de personagens como Dr. Elwin Ransom e MacPhee. Na trama, cinco homens se reúnem no escritório de Orfeu, na Universidade de Cambridge, para testemunhar a violação do espaço-tempo por meio do cronoscópio, um telescópio que não olha apenas para um outro mundo, mas para outras dimensões. Ao longo das narrativas, seus personagens travam debates brilhantes sobre a matéria, no tempo e no espaço.

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É isso espero que tenham gostado! Eu gostaria de agradecer a Dafne que colaborou com o post pois ela é quem entende desse mundo muito mais que a gente e já leu mais livros que eu e você, e sua rua toda juntos. Muito obrigada de verdade, Daf! E até o próximo desafio e não deixe de comentar e ler o que tem abaixo. Xeruuu.

p.s.: Você deve tá se perguntando porque não fiz o de criaturas mágicas, e eu digo que só me vinha Alice no Pais já sabe qual e o post ia ser somente sobre ela. Também não conheço muitos então ficou sem mesmo. Se souber de algum diz ai nos comentários. Pronto, desafio isso a quem ler!

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Resenhas

#Resenha Sinfonia Agridoce – Nicole Chaves

Primeira coisa que vou dizer é que: tenho uma amiga escritora. Sim! A Nicole, autora desse livro que vou resenhar, é nossa amiga e juntas fazemos parte do grupo de leitoras Damas Literárias (depois a gente conta mais sobre nosso grupo pra vocês).

Olha só uma curiosidade interessante da escritora: a Nicole também é administradora e junto com o amor pela escrita, criou um esquema só dela. Ela desenvolve o livro em 29 capítulos, ou como ela batizou The 29 Chapters. Muito diferentona, adorei isso.

Tá enrolei demais, mas é que não se pode falar muito do livro, já que ele é facilmente devorável e eu não vou dar pistas/spoiler aqui, porque ninguém quer isso. A principal informação do livro, o que faz a gente entender do que se trata o mesmo, é o grande diferencial dessa história. Pelo menos pra mim, mas você e eu somos diferentes, então só você lendo pra saber por que eu não vou detalhar nada aqui. Não, não!

Bom, se você gosta de música (se não gosta você é um ET) de um jeito que ela tá sempre na sua vida, te livrando de ouvir aquele barulho ou te distraindo do mundo, ou te iludindo fazendo você pensar que sua vida é uma trilha sonora tem que ler esse livro. Não que ele seja especificamente apenas sobre música, mas ela é a base de tudo e influencia muito as personagens (deixo no ar). E se você tá esperando algo romântico e meloso, sorry, mas canal errado. A história é ficção, e não tem nada de casalzinho. Então, ótima opção para quem quer experimentar um pouco outra temática e não ficar tão diabético.

A história conta o “despertar” da Echo (fala-se Eco mesmo, o h é charme) que já “nasce” jovem e sem muitas informações/lembranças de quem ela é e de sua história. Confesso que esse começo é confuso até a hora que esse despertar da Echo é explicado e tudo fica muito claro (rimou?). Mas, isso é bom porque faz você querer ler mais para entender o que que tá acontecendo.

Não sei se vai acontecer com você o mesmo que aconteceu comigo, mas nesse inicio eu pensei que a Echo fosse uma amiga imaginária da outra menina que sente conhecer de algum lugar. Ah, não falei muito dela porque a forma como a Echo se refere a ela é bem reveladora. Porém, essa guria é a principal responsável pela Echo. E é nesse momento que começamos a entender mais o que está acontecendo e o porquê de a relação entre as duas ser algo único.

A Echo aparece e some sem avisar, o que sempre faz sua amiga ficar triste quando ela some e surpresa quando ela aparece. Teve vezes, porém, que esses “sumiços” demoraram muito mais tempo que o normal. Tem uma explicação pra isso? Talvez a amiga e a música estejam envolvidas? Talvez. Nada tá muito claro ainda, afinal é só a “introdução” da história e, Nicole, espero muito que você lance logo a segunda parte da serie porque preciso saber mais.

Eu gostei muito dessa história, por vários motivos, mas posso dizer que, baseada na minha pouca experiência literária, ela já é boa o bastante para indicar a um amigo. And, nunca tinha visto história com essa originalidade, o que faz valer muito a pena essa leitura.

Resumindo: digamos que seja a materialização de uma relação pouco abordada no meio dos livros.


Galerinha do bem, o livro está disponível em e-book e pode ser adquirido pelo link abaixo:

Amazon: http://migre.me/whCJ9

E quem quiser saber mais sobre a escritora, a Nicole tem um site onde ela fala muito mais do que os seus livros. Têm cinema, música, até dicas de administração. É só acessar:

http://chavesnicole.com/

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Resenhas

#Resenha Uma Curva no Tempo – Dani Atkins

Para começar já digo que esse livro não foi como eu esperava, mas isso não quer dizer que não tenha sido bom. Foi bom sim. Foi lindo. Foi surpreendente.

O que acontece sempre é que crio uma historia antecipada na minha cabeça. Bem, talvez isso seja culpa da sinopse, ou seja, para isso mesmo que ela existe. Ou pode ser culpa de como eu julgo a capa. Se você não tá entendendo leia o #JulgandoPelaCapa que você vai compreender.

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Seguinte, Uma Curva no Tempo é da autora Dani Atkins (saúde) e publicado pela Editora Arqueiro. Ganhei esse livro de uma amiga que participa de um grupo de leitoras que eu e a Lua estamos. Fizemos uma troca dos livros que já lemos e foi ele que eu levei para casa.

Esse livro conta a história da Rachel e seus amigos em dois momentos bastante diferentes. Podemos destacar o boy (bonitão e popular Matt, que não gostei muito), o friendzone (inseguro e fofo do Jimmy, que a gente começa a shippar) e a bff (amiga divertida e verdadeira. Mistura perfeita, né? Essa é a Sarah). A história começa quando eles e mais três outros amigos estão num restaurante para comemorar o término do colégio e a ida para a faculdade.

“(…) algumas amizades resistem a qualquer distância, separação e negligência mas outras pessoas, que eu pensara que sempre estariam em minha vida, pessoas importantes, de alguma forma haviam desaparecido.”

Papo vai e comida vem, acontece algo terrível: um carro desgovernado invade o restaurante, mais precisamente onde a turma estava celebrando.  WHAT?!? Nesse momento foi como se eu tivesse lá vendo tudo (ainda bem que não), até parei e respirei fundo.img_8502

E ai vem a noticia bombástica, que ninguém tá preparado (apesar de estar na sinopse): Jimmy acaba morrendo fatalmente nesse acidente porque ele salvou a Rachel (que ele ama e deu literalmente a vida por ela). Gente, ele foi corajoso num grau. Quem faria isso por outra pessoa? Claramente só quem ama demais. Ele foi um herói morto, mas herói. Bem trágico, não é? Até pior que Romeu e Julieta que pelo menos puderam aproveitar um tempinho juntos. Já o Jimmy no dia que ele criou coragem para dizer que amava a Rachel, o menino vai e mostra que a ama sem palavras e com uma atitude que foi definitiva pra ele, coitado. Poxa, Dani, ai você faz a gente chorar.

“Você acha mesmo que Jimmy ia querer isso para você? Vê-la sozinha? Pelo amor de Deus, Rachel, ele estava tão apaixonado por você que sacrificou a própria vida para salvar a sua!”

Bem, 5 anos depois do acidente os amigos vão se reencontrar para o casório da Sarah. Todo mundo mudou, literalmente. Rachel tem que viajar até a antiga cidade depois da tragédia (ainda um pouco traumatizada) para esse evento no fim de semana. Depois de encarar o ex-namorado com a atual namorada que era a antiga amiga (arqui-piriguete-rival) que também fez parte do grupo na adolescência e todas as lembranças que a cidade trás de Jimmy, Rachel fica maluca precisando ir até ele. E onde é o único lugar que ele pode estar? No cemitério. E é lá que ela se mete no meio da noite/madrugada.

“Eu precisava dele agora, nesse momento, mais do que nunca; ouvir sua voz, ver aquele sorriso que estava sempre em seus olhos ao se voltarem para mim.”

E a partir dai tudo muda e fica confuso. Tanto para ela quanto para nós. Calma, vou tentar explicar.

Ela desmaia *ploft* e quando acorda *tcharam* tudo mudou! Tá, isso não pode ter explicado muito, porém  ainda tem mais. Jimmy está vivo! WHAT?!? Mas, como? A gente pira e os miolos bugam de vez! (E NÃO é spoiler, tá na sinopse, juro). Mas, vamos comemorar, né?! Esperança pra ela e pra ele, UHUU!  \o/

Não, não vai acontecer. Sabe por que? Porque ela tá noiva do Matt. Pasmem! E não para por ai: o pai dela não está como antes, ela tem tudo o que sempre sonhou e que antes de “desmaiar” feito a bela adormecida (que no caso dormiu, mas vamos fingir que ela desmaiou) não tinha conseguido… And ela não se lembra de nada desse novo presente em que está.

“(…) enfim descobri a única vantagem de ter amnésia (…) não havia arrependimento quando não estávamos deixando nenhuma recordação para trás.”

Não seria essa sua segunda chance? Aceita o presente, agarra ele e não larga mais. Só que esta perfeição, vida ideal, é bem angustiante visto que ela não se lembra de como tudo mudou daquele jeito. Dormiu demais? Tá sonhando? Viajou pra outro planeta? E nesse dilema ela fica sem saber o que quer: uma vida que ela lembra e tinha muito sofrimento? Ou uma vida que não fazia muito sentido apesar de estar tudo as mil maravilhas? Difícil escolha, né?

Mas, afinal será que Rachel tem escolha? Opa, levantei muitos questionamentos, mas você só vai conseguir responder todos eles lendo esse livro.

E, agora você pergunta (ou não, voce não é obrigado a nada, já entendi): Como esse livro me surpreendeu? E agora eu digo de uma vez: Houve essa grande reviravolta que fez eu me sentir imersa na bipolaridade, já que foi um tanto trágico e reconfortante ao mesmo tempo. Não teve o desfecho que eu queria no início, mas me deu bons motivos para aceitar o que me foi dado.

Espero que gostem dele e da lição final (realmente, depois de tantas questões a lição vai tá mais do que feita). Ahh, e é um livro bem humorado, dá pra rir também.

“Ele estava medindo a minha sanidade? Pessoas loucas não tomam chá?”


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Julgando Pela Capa

#JPC Uma Curva no Tempo – Dani Atkins

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Ai gente, às vezes é tão difícil de fazer isso: analisar a capa de um livro e falar sobre. Porque usamos a imaginação para tentar entender logo a primeira vista se o que a capa mostra tem alguma relação com o conteúdo. Sendo que no caso não lemos e não fazemos ideia ainda.

É praticamente um analise semiótica (pra quem não sabe o que é pesquise, mas resumidamente é ver significado em tudo) me sinto na faculdade novamente e olha q eu não gostava muito da matéria, mas adoro “julgar o livro pela capa” aqui. Sinto-me quase uma CSI, separando cada parte para descobrir se juntos resultam em algo lógico. Agora já pensou se quem fez a capa só jogou tudo lá, só pra atrair o leitor e não representa nada? Eu só ia chorar litros.

Vamos ao que interessa. O livro é Uma Curva no Tempo, da Dani Atkins.  É seu primeiro romance e publicado pela editora Arqueiro. Olhar para essa capa me acalma. Acho que é por causa desse tom de verde (que está super na moda, repare). Apesar do que a cor sugere transmitir eu acho que é para nos enganar, porque ela sinopse acontece umas tretas… Que já estou me preparando pro pior. Porém, ela é tão fofa e harmoniosa que me recuso a aceitar que ela não tenha relação alguma com o assunto do livro (num é pra julgar? Realmente tô julgando). Por ser assim tenho vontade de emoldurar e pendurar na parede. Amo ilustrações, desenhos e afins. A cor é uniforme em toda a capa. O que isso quer dizer? Eu não faço ideia.

Ainda mais com essa frase “E se a vida lhe desse uma segunda chance?” SOCORRO! Quem não ia querer isso? Já pensou em consertar os erros do passado, ou fazer algo que deveria ter feito?

Tem uma jovem (não consigo identificar a idade aproximada) com seu guarda-chuva andando por um lago enquanto está nevando (imagina esse clima? Queroooo). Claro que eu imagino que isso seja uma cena em alguma parte da história, mas talvez não tenha nada a ver. Para mim esse guarda-chuva sugere algo como refúgio, esconderijo, proteção, solidão…

No reflexo dela no lago não é a mesma imagem que vemos e pra mim ai que tá o toque especial da capa. Vemos um casal, ela e um rapaz, mantendo certa distância, o que pode indicar que ou eles estão se encontrando ou mantendo uma leve aproximação já que nada está “ligando” um no outro. Certas linhas e sombras estão sobre eles como se essa imagem fosse irreal ou que estivesse em um tempo diferente de onde a moça solitária acima está andando.

Seria isso a curva no tempo? Seria essa a segunda chance?

É uma ficção, estou ansiosa pra ler.

Vemos-nos na resenha! Besitos de luz!

Por Téh


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Julgando Pela Capa

#JPC Temporada de Acidentes – Moïra Fowley-Doyle

page_1Primeiramente, eu gostei dessa capa desde quando eu vi pela primeira vez na 5º Turnê da Intrínseca a quase um ano. Ai, ai. 1 ano de vontade e apenas agora vou conseguir  ler, but… Antes tarde que nunca!

Gostei também pela história em si que foi introduzida durante o mesmo evento da Intrínseca, não lembro exatamente por quê mas fiquei com aquele interesse oculto até que depois da Black Friday (onde não comprei nada, cry) ele tava em promoção no #SaraivaDay e foi aquele o momento que não se pode deixar passar na LIFE!

Acredito que deve ser louco e diferente de tudo que já li. Então percebam que as minhas expectativas estão bem altas para esse livro (não me decepcione, não me decepcione livro… vou fazer um mantra…).

Agora vamos à análise da capa em si, com certa minúcia… Ela chama a atenção de cara (PÁ) por esse jogo de cores na capa. Sim, você pode nem reparar nisso de cara, mas eu (nós) já somos experts em analisar capas de livros e julgá-las sim! Então, confie em mim, isso faz sentido (o lance das cores, caso você tenha se perdido). Tons de verdes (muito variado). E o significa a cor verde? Curioso, porque quer dizer, harmonia, equilíbrio, esperança, recomeço, saúde… Ironicamente empregado com a imagem de uma garota caindo e o titulo.  Observem em cima e embaixo como a cor verde é mais escura a cor que no meio, propositalmente para destacar a figura central chamando mais atenção.

E o que é aquilo? É um pássaro? É um avião? Não! É alguém caindo, uma mulher/garota no caso (a julgar pelo vestido vermelho e sapatilha, tá arrumadinha, o que nos leva a pensar: o que teria acontecido para ela estar voando/caindo/flutuando?)

Observe que virando a imagem (isso mesmo, faça esse esforço) da para perceber que, na verdade, ela esta caindo ao contrário. Porque não dá pra cair do chão para o céu, não é mesmo? ~Voltem à posição original, obrigada, Deus lhe pague ~ Acima é grama, ou seja, ela vem caindo da direção oposta que sugere ser o céu bem carregado. Será que ela caiu primeiro que a chuva?

Bom, no geral, a somar pelo nome do livro, que eu acho sensacional e um pouco perturbador, e pela figura em si, sugere-se que ela foi arremessada de algum lugar ou de um foguete, talvez?

Percebam que os elementos em vermelho (a frase a menina e o botão) estão centralizados como se fossem pontos para chamar atenção: Cuidado! Acidentes acontecem… Sobre o botão não tenho muito o que falar, além de que espero que ele seja mencionado em alguma parte do livro. Sim ué, ele tá em destaque.

Torço muito para que esse livro seja bom porque já é uma das minhas capas favoritas.

Por Téh


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