Resenhas

#Resenha Doidas e Santas – Martha Medeiros

Olá, pessoas!

Vou começar confessando algo: eu não sabia como fazer essa resenha. Serio! Mas, eu queria muito fazer. Deu pra entender o nível de bipolaridade dessa pessoa que aqui fala? Pois é, bem grave. Mas, eu não desisti. Precisa escrever e cá estou eu. Bem, o livro é Doidas e Santas, da escritora brasileira Martha Medeiros, publicado pela L&PM editores em 2015. É um livro de crônicas que foram publicados no jornal O Globo e Zero Hora entre os anos de 2005 e 2008. Fiquei sabendo que é uma reunião de 100 crônicas ao total. Eu não fui contar e vou confiar na pessoa que escreveu essa informação.

Há muito tempo já vinha lendo textos avulsos da autora por aí e não sabia quem era até pouco tempo atrás. Logo a adicionei a lista de “quero ler”. E vai me dizer que esse nome “Martha Medeiros” não te lembra de nenhum texto ou frase que já tenha ao menos passado o olho em alguma rede social? (Tumblr principalmente)

“Bem, e sobre o que são essas crônicas do Doidas e Santas, afinal de contas?” Você deve estar se perguntando. Se não está se perguntando você deveria porque eu tenho que responder isso de todo jeito: São temas cotidianos, reais, da sociedade, da vida, da nossa vida, das mulheres que são doidas e santas e às vezes até da falta de vida também. De amores e desamores. Tem também crônicas que mais parecem dicas e indicações (se ela curtiu certo filme ou música) ou contraindicações (se ela não deu like em certo programa, filme, atitude).

Essa coisa chamada “história de amor” requer um certo tempo para ser construída, e as que dão certo são aquelas vividas com paciência, com o espirito aberto e geralmente com qualquer um que consiga romper nossas defesas e nos fazer feliz. Crônica: Qualquer Um

E é assim que se desenrola o livro. Aviso logo aos leitores desse texto que se você não curte tais temas nem ouse pegar esse livro (a menos que goste de desafios), porque até para quem gosta (eu no caso e mais alguns tantos) encontrei certa dificuldade em prosseguir, sabe? Porque a gente se acostuma tanto a um ritmo de leitura, que conta capitulo por capitulo seguindo o mesmo tema, que quando lemos algo assim temos esse problema de ter a vontade de continuar sem saber qual vai ser o próximo tema.

Porém, o que ajuda nessas horas são os títulos dos mesmos. Sim, eles fazem o gancho que te puxa para continuar, pois você quer saber sobre o que ela vai falar. Mas, como eu disse, a leitura pra mim foi algo meio arrastado e demorado. Apesar disso, eu gosto muito dos temas que ela abordou e me identifiquei bastante. Mesmo que eu e ela tenhamos vidas bem diferentes (ela casada e com filhos) pude ver que nossas opiniões “batiam” em certos casos. E sim, as crônicas são basicamente as opiniões dela, o ponto de vista dela sobre assuntos da vida.

Libertar uma pessoa pode levar menos de um minuto. Oprimi-la é trabalho de uma vida. Mais que as mentiras, o silencio é que é a verdadeira arma letal das relações humanas. Crônica: Falar

Bom, se quiser ler e criar uma discussão mental com a autora eu super-recomendo (depois me conta quem venceu essa batalha).⁠⁠⁠⁠

Por Téh


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Resenhas

#Resenha Por Lugares Incríveis – Jennifer Niven

Hello! Coloquei uma música da Adele aqui pra ver se consigo fazer algo mais profundo e dramático (spoiler do que se trata o livro). Brincadeira, mas vamos lá falar de livros que é disso que se trata tudo aqui.

A resenha de hoje vai ser sobre o livro Por Lugares Incríveis, da Jennifer Niven e publicado pela editora Seguinte que é o selo jovem da Companhia das Letras. Olha tenho que falar sobre o livro, mas antes vou falar da autora que EU CONHECI! Sim, fui à sessão de autógrafos dela ano passado (a primeira da minha vida) e foi incrível! Ela é superdoce, amável e simpática. Aquele tipo de pessoa que você quer guardar num potinho. E isso porque eu nem conhecia ela e o livro, então foi uma primeira impressão maravilhosa! Ok, rasgação de ceda feita vamos ao assunto do livro.

Nunca pensei que o JPC pudesse ser tão certeiro quando esse, mas foi. Se você quer comparar o que estou falando leia aqui. Fui quase uma profetisa dessa vez. As primeiras páginas retratam exatamente o que tem na capa e o que eu imaginei.

Tenho dias bons e dias ruins. Quase me sinto culpada por dizer que não são todos ruins. Alguma coisa me pega desprevenida – um programa de TV, uma piada do meu pai, um comentário na aula – e rio como se nada tivesse acontecido. Volto ao normal, o que quer que “normal” signifique. – Violet

Fich e Violet (os protagonistas, prazer) estão no parapeito da torre do sino do colégio. A seis andares do chão. Que peculiar você deve perguntar. Eles não estavam admirando a vista da cidade? Talvez. O que não esperavam era encontrar o outro ali. Violet estava tremendo literalmente, já Finch não.

Violet é superpopular, bonita e alguém que nunca se imagina ver na torre do colégio. Ela perdeu a irmã mais velha em um acidente de carro onde ela sobrevive e se sente culpada por isso. Violet criou trauma de andar de carro novamente e estava deprimida. Finch é chamado de “aberração” por todos, isso porque a cada semana ele se veste com uma nova personalidade. Ele não se importa muito e faz o que der na telha. Ele passa por longos períodos de “apagão”, possui problemas com o pai, além de sua família ser desinteressada. Violet conta os dias para que acabe o colégio. Finch pesquisa diferentes formas de suicídio. É bem assustador, mas na leitura conseguimos entrar na mente das personagens e ver o que estão passando internamente.

É fácil fingir que somos as únicas pessoas no mundo. – Violet

Depois daquele primeiro encontro por acaso na torre do relógio do colégio, Finch e Violet começam a fazer trabalho de geografia juntos. Por pressão dele claro. O rapaz tem uma teimosia e tanto, chega a ser admirável. O trabalho de baseia em visitar lugares diferentes e ver o que há de bom por ali antes de se formarem. Então eles embarcam nessa aventura. Ao longo da convivência eles vão criando afeto, se divertindo juntos e logo se relacionam, romanticamente falando. Sim, eles são muito fofos juntos! Bom, mas você que está atento deve estar perguntando: Ela perdeu o medo de andar de carro para se aventurar? Eles assumiram o namoro para o colégio? Eles concluíram as andanças?

Bom, se eu responder vai ter spoilers e já disse que por aqui não trabalhamos com isso. Caso você seja novo aqui nas áreas fique ciente disso.

E se a vida pudesse ser assim? Só as partes felizes, nada das horríveis, nem mesmo as minimamente desagradáveis. E se a gente pudesse simplesmente cortar o ruim e ficar só com o bom? – Finch

Gostei bastante do livro, ele ficou todo marcado dos maravilhosos quotes que destaquei. O assunto é realista e chocante em certos momentos, mas é bom tratar do assunto e ver que a bipolaridade, depressão e as tentativas de suicídio andam assombrando os jovens. O Finch sem dúvida é o melhor que há no livro todo, sua personalidade apesar de um pouquito perturbada faz a gente criar um carinho imenso por ele e só querer que ele fique bem.

O livro trás informações sobre os assuntos abordados, como site, telefones, ongs e etc. Achei bem completo por parte da autora se preocupar com o assunto na realidade de cada leitor que se identifique com ela.

Por Téh


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Resenhas

#Resenha Caindo na Real (Wise Up) – Nicole Chaves

Hello, pessoas! Vamos cair na real que essa história é muito pé no chão, super atual e que deve acontecer demais mundo afora.

Conta a história de Elisa e de como ela enfrentou vários conflitos em um único momento da sua vida. É assim mesmo a vida… A gente pode tá na pior e vem à vida e te mostra que o buraco pode ficar ainda mais fundo. Mas calma que como tudo na vida real nos serve para aprender, na vida da Elisa ela também aprende várias lições.

Elisa é uma garota muito religiosa, que nem sua mãe a ensinou e ela segue rigidamente. Clara, era sua melhor amiga e inclusive fazia parte do mesmo grupo de jovens que Elisa na igreja. Como eu disse era sua melhor amiga. Isso porque Clara revelou quem realmente era e que gostava de Elisa muito mais do que apenas como amiga. Complicado quando isso é visto como algo abominável para Elisa. Pois é, muito indignada com a forma como Clara lhe mostrou isso, Elisa a chama de aberração e sua amiga fica muito chateada. Polêmico? Você ainda não viu nada.

Sua mãe também está muito doente, com câncer em estágio avançado e não há mais o que fazer. Desesperador para uma filha. Eis que sua mãe lhe revela que até então seu pai que estava morto pode estar andando pela terra normalmente (só pra quebrar um pouco o clima pesado, não disse que a historia ia ser leve). Ansiosa como ela é, Elisa vai atrás dele e é muito bem recebida por sua tia Olga, já por seu pai…

E é longe de casa que Elisa descobre o maior segredo de sua mãe.

Organizado em 29 capítulos, em páginas que você devora rapidamente por ser uma leitura fácil e direta, Caindo na Real, é uma história de grandes segredos que acabam sendo descobertos em uma sequência de tirar o fôlego. Gostei muito dessa história realista que tem moral e faz a gente pensar, e questionar, e sermos menos extremistas.

Se você quiser ler é só comprar o ebook nesse link: http://amzn.to/2rx5Tel

Por Téh


Leia outras resenhas da escritora aqui no blog: Sinfonia Agridoce e Notas de Violet  .

Maiores informações, acesse:  www.chavesnicole.com


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Resenhas

#Resenha Notas de Violet (The Violet Hour) – Nicole Chaves

Hello, it’s me…

Sim, estou totalmente num clima de música internacional. E vou explicar o motivo agora mesmo: Trouxe uma resenha para vocês sobre o livro Notas de Violet – The Violet Hour, da Nicole Chaves.

Apesar de a autora ser brasileira o livro tem o cenário nos EUA. A história começa com um relato em terceira pessoa sobre o passado de um menino chamado John, pianista dos melhores e que estava sofrendo com a perda da mãe e ausência do pai. Então, Violet, neta da governanta, entra em cena trazendo cores e música novamente pra vida do novo amiguinho.

Após isso, a história dá um pulo no tempo e lugar Bem Doctor Who e começa a contar, em primeira pessoa, a história de Anne. Anne é uma mulher de 20 e poucos anos lutando pelo sonho de ser escritora. Tudo começa com a personagem bem na bad mesmo, andando pelas ruas e pensando em como tudo tá dando errado na vida dela. Bichinha. Vivendo na pacata cidade de Fortaleza, eu só conseguia pensar em uma coisa: “Essa criatura vai já ser assaltada, andando sozinha por aí distraída.” Pois, agora tenho outra coisa pra acrescentar: “Dito e feito!” Tenho que me lembrar que a autora também mora aqui em Fortaleza e deve ter pensado o mesmo que eu.

E agora? Quem poderá nos defender? Eis o nosso salvador: um mendigo que quase morre para ajudar Anne. (A gente se apropria do salvador dos outros mesmo.) O problema é que esse herói metade vivo e metade morto não sabia qual era o próprio nome durante os últimos 10 anos.

A partir daí, a história se desenrola com uma série de troca de favores, onde Anne usa todos os recursos disponíveis e sacrifica a alma para ajudá-lo a responder algumas questões existenciais do tipo “Quem sou?”, “De onde vim?” e “Para onde irei?”. Afinal, ele quase deu a vida por ela. Ela não devia agora ajudar o coitadinho a ter uma vida que ficou perdida na memória? Sim, devia, não vamos ser insensíveis, e se você ler o livro vai começar a querer ajudar mais mendigos por aí também.

Preciso dizer que esse livro me causou uma ressaca literária. Comecei com expectativas normais, porém foi mais do que eu esperava. A história é muito dinâmica, e apesar de revelar o mistério aos poucos, em nenhum momento me senti entediada. Achei os protagonistas bem decididos quanto ao que fazer após cada etapa e isso manteve o ritmo e o suspense, sem enrolação desnecessária. Eu não conseguia parar de pensar em John, até quando eu não estava lendo o livro. Agora, já finalizado, não consigo me despedir dele. (Anne, te entendo amiga…)

Anne é muito corajosa e prestativa, além de curiosa. (Porque curiosidade é tudo, né?) John é misterioso, educado, simples e tem a memória pior que a minha Aleluia! Algo que achei interessante é que não é um romance proibido para diabéticos. O foco aqui é o suspense. O romance ficou tão em segundo plano que por um tempo achei mesmo que não ia dar em nada. O problema é que você se apaixona pelo personagem muito rápido e fica louca pra que algo aconteça ao mesmo tempo em que quer mais respostas para o mistério. Fiquei muito presa a isso, e agora nem o lindo do John pode me libertar.

O livro também é todo baseado em músicas palmas, palmas da banda The Civil Wars e é fácil suar os olhos quando você vê como a autora usou isso pra guiar a história.

A Nicole, autora do livro, é uma amiga nossa, parte do grupo Damas Literárias que uniu forças graças a eventos literários aqui na cidade, e ela é a dama escritora. Sorte nossa, né?! Ela desenvolveu um método legal em que conta histórias em 29 capítulos. Achei bem curioso e se você quiser saber mais sobre o 29Chapters é só clicar no site dela no final deste post.

Não deixem de conhecer Anne e John e todo o passado e música que ronda essa história. O livro está em formato eletrônico, e talvez uma versão física esteja à caminho! Indico muito, mas dou um alerta: Melhor se preparar para a ressaca literária, porque John não vai querer dizer “Tchau” quando a história terminar.

Site da autora: http://chavesnicole.com/

Link para compra na Amazon: Notas de Violet: The Violet Hour

Por Lua


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Resenhas

#Resenha A Duquesa Rebelde – Christine Merrill

“Vici si iscrive resenhi aguiri”, muitos podem dizer. “Sim” vou responder. Eu poderia ter feito um Julgando pela Capa dos últimos livros que li? Poderia. Mas, eu esqueci. Eu avisei que tinha memória ruim, não digam que não avisei.

Mas, vamos falar de gente rica, bonita e que nasceu na época certa: Lady Miranda e Marcus Radwell! ~Vici si fala de Marcus~ Sim! Não tenho culpa se o protagonista outra vez se chama Marcus. Sinto que todos os Marcus de Londres resolveram habitar o país dos maridos literários.

O nome do livro é “A Duquesa Rebelde”, da autora Christine Merrill. Vou logo avisando que o livro tá de graça em todo lugar, desde a Amazon até na Saraiva. ~Em ebook, babies. Ebook!~

Aqui temos um romance de época às avessas do que estamos acostumados a ler. O mocinho concorda em conhecer a mocinha por causa de uma promessa feita à finada duquesa ~percebam que todo Marcus se mete a fazer promessa complicada~, a mocinha acaba comprometendo a própria reputação sem perceber e os dois acabam casados dentro de 24 horas. Tudo assim, pá-bufo!

Miranda pensa até que se deu bem casando com um duque tão rápido – Mas, na manhã seguinte a noite de núpcias, Marcus deixa a nova esposa imaculada em casa e sai desbravando o mundo sem dar grandes explicações além de liberar Miranda para cuidar de tudo. Como se tivesse casado com uma governanta em vez de só contratar uma. Homens. Pff. Achando que seu casamento não vai durar, Miranda resolve pelo menos dar a tal faxina na propriedade e mostrar aos empregados quem é que manda – pelo menos até seu suposto marido chegar e talvez anular o casamento.

É interessante ver que os dois passam a se conhecer bem enquanto ainda estão distantes um do outro, mesmo que já casados. E nem to falando de papinho via Whatsapp, viu?! Tudo à moda antiga!

Os dois possuem segredos que começam a ser revelados aos poucos, uma carga pesada que de início nenhum dos dois quer compartilhar. Quando se reúnem, os temperamentos ainda não se batem. Porém, no decorrer da história as cartas vão sendo jogadas na mesa. Os segredos são revelados, as qualidades se sobrepõem, os defeitos passam a fazer sentido, os pequenos gestos começam a ter significado, as dores vão sendo superadas… e só digo que é lindo ver como em meio ao caos esses dois vão conseguindo fazer as engrenagens se ajustarem. Algo mais além do respeito – ou a falta dele – vai surgindo entre eles e é como colocar óleo em um armador de rede enferrujado. Tudo flui, não facilmente, mas belamente.

Miranda é determinada, trabalhadora, fiel ao novo marido – mesmo sem ainda sentir amor – tem um passado misterioso e sabe fazer tudo menos ser uma duquesa. Ela é tipo “sorriam e acenem”, fingindo que sabe o que está fazendo e isso me rendeu boas risadas. Identifiquei eu mesma ali.

Marcus é um homem honrado, mais velho e com um passado mais trágico do que misterioso, além de um coração quebrado por mentiras e perdas. Ele é imprevisível de um jeito bom, e eu curti ver sua surpresa a cada descoberta que fazia sobre Miranda.

A cobra que falou com Eva resolveu dar as caras no vilão desse livro: sorrateiro, sutil, mentiroso e perigoso. Nem vou dizer quem é a pessoa, me recuso. Só digo a ele uma coisa: Busque ajuda. /Vejam que já estou falando com o personagem de novo, igual fiz na hora que li o livro. Quem nunca?

A história toda é contada em terceira pessoa, do ponto de vista do casal protagonista. Isso foi ótimo, ficou mais dinâmico. O ponto negativo fica só em uma cena MUITO importante mais para o final do livro, onde tudo acontece tão rápido que deu ERROR 404 aqui na minha cabeça. Não deu para entender quem estava falando o quê! Li, reli e não entendi. Quando terminei o livro voltei lá e aí sim tudo ficou claro. Então, caso você não entenda essa cena pode recorrer a mim. Estou prestando consultoria sobre “como descobrir quem está falando naquela cena”.

Tirando isso, me apaixonei perdidamente pelo livro! A capa me lembrou o cenário do filme Sissi. Senti como se estivesse lendo uma obra da finada Austen, com um toque da rainha Quinn e uma colher de chá a mais de dor e outra de ação. A história tem um suspense gostosinho sobre quem é a melhor pessoa para Miranda, se o casamento vai durar ou não, quem fica vivo ou não… e no final todas as pontas são arrematadas. Todos tem um final aceitável, dá aquela satisfação de ler algo bem concluído.

A questão é: Como um casamento arranjado, uma duquesa com jeito de pobre, um duque caladão, uma casa desmoronando e um mordomo bebum conseguem resistir aos segredos que carregam e aos ataques que sofrem tanto entre si quanto externos? Vão lá ler para saber, porque eu já descobri e me encantei! E também porque não vou contar, não sou resenhista de spoillers. Aceitem.

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P.S.: Se não viu a resenha do outro Marcus que também era duque e também fez uma promessa marota, então clica aqui.

P.S².: Vocês acham que eu montei meu dream cast sim ou claro? Quem respondeu “claro” acertou! Miranda foi representada por Jennifer Lawrence – nada a ver, talvez, mas eu precisava de alguém com cara determinada e ao mesmo tempo inocente dos fatos no começo. Marcus foi representado por Peter Hermann maravilhoso. O irmão do Marcus, pode ser o Liam Hemsworth. Não tinha pensado nele, pensei agora.

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Por Lua


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Resenhas

#Resenha Sinfonia Agridoce – Nicole Chaves

Primeira coisa que vou dizer é que: tenho uma amiga escritora. Sim! A Nicole, autora desse livro que vou resenhar, é nossa amiga e juntas fazemos parte do grupo de leitoras Damas Literárias (depois a gente conta mais sobre nosso grupo pra vocês).

Olha só uma curiosidade interessante da escritora: a Nicole também é administradora e junto com o amor pela escrita, criou um esquema só dela. Ela desenvolve o livro em 29 capítulos, ou como ela batizou The 29 Chapters. Muito diferentona, adorei isso.

Tá enrolei demais, mas é que não se pode falar muito do livro, já que ele é facilmente devorável e eu não vou dar pistas/spoiler aqui, porque ninguém quer isso. A principal informação do livro, o que faz a gente entender do que se trata o mesmo, é o grande diferencial dessa história. Pelo menos pra mim, mas você e eu somos diferentes, então só você lendo pra saber por que eu não vou detalhar nada aqui. Não, não!

Bom, se você gosta de música (se não gosta você é um ET) de um jeito que ela tá sempre na sua vida, te livrando de ouvir aquele barulho ou te distraindo do mundo, ou te iludindo fazendo você pensar que sua vida é uma trilha sonora tem que ler esse livro. Não que ele seja especificamente apenas sobre música, mas ela é a base de tudo e influencia muito as personagens (deixo no ar). E se você tá esperando algo romântico e meloso, sorry, mas canal errado. A história é ficção, e não tem nada de casalzinho. Então, ótima opção para quem quer experimentar um pouco outra temática e não ficar tão diabético.

A história conta o “despertar” da Echo (fala-se Eco mesmo, o h é charme) que já “nasce” jovem e sem muitas informações/lembranças de quem ela é e de sua história. Confesso que esse começo é confuso até a hora que esse despertar da Echo é explicado e tudo fica muito claro (rimou?). Mas, isso é bom porque faz você querer ler mais para entender o que que tá acontecendo.

Não sei se vai acontecer com você o mesmo que aconteceu comigo, mas nesse inicio eu pensei que a Echo fosse uma amiga imaginária da outra menina que sente conhecer de algum lugar. Ah, não falei muito dela porque a forma como a Echo se refere a ela é bem reveladora. Porém, essa guria é a principal responsável pela Echo. E é nesse momento que começamos a entender mais o que está acontecendo e o porquê de a relação entre as duas ser algo único.

A Echo aparece e some sem avisar, o que sempre faz sua amiga ficar triste quando ela some e surpresa quando ela aparece. Teve vezes, porém, que esses “sumiços” demoraram muito mais tempo que o normal. Tem uma explicação pra isso? Talvez a amiga e a música estejam envolvidas? Talvez. Nada tá muito claro ainda, afinal é só a “introdução” da história e, Nicole, espero muito que você lance logo a segunda parte da serie porque preciso saber mais.

Eu gostei muito dessa história, por vários motivos, mas posso dizer que, baseada na minha pouca experiência literária, ela já é boa o bastante para indicar a um amigo. And, nunca tinha visto história com essa originalidade, o que faz valer muito a pena essa leitura.

Resumindo: digamos que seja a materialização de uma relação pouco abordada no meio dos livros.


Galerinha do bem, o livro está disponível em e-book e pode ser adquirido pelo link abaixo:

Amazon: http://migre.me/whCJ9

E quem quiser saber mais sobre a escritora, a Nicole tem um site onde ela fala muito mais do que os seus livros. Têm cinema, música, até dicas de administração. É só acessar:

http://chavesnicole.com/

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Resenhas

#Resenha As Aventuras de Um Jovem Chamado Adriano Ferreira – Adriano Ferreira

Quero saber quem aí não foi serelepe no tempo da escola. Nós aqui do blog estudamos juntas e até hoje muita coisa ficou marcada. Eu era dessas que tirava a cadeira da fila, levava lá para frente onde a Téh sentava e passávamos a aula conversando – e então um belo dia eu tentei levar essa cadeira e caí com a dita cuja em cima de um menino e não consegui levantar até que a sala inteira estava me aplaudindo e dando parabéns pela cena. Ou seja, também foi lá que eu e a Téh nos conhecemos e viramos amigas até hoje.

O que isso tem a ver com o post? Certamente não vou postar minha biografia aqui. Mas, o Adriano Ferreira publicou algumas de suas experiências nesse período tão bagunçado da nossa vida que foi a escola. Autor do livro As Aventuras de um Jovem Chamado Adriano Ferreira – ele mesmo, prazer – nós podemos viver essas memórias e lembrar as nossas próprias. O livro está à venda em formato e-book no link que deixaremos no fim do post.

As Aventuras de um Jovem Chamado Adriano Ferreira - Capa

A história começa com um acontecimento engraçado que o Adriano passou: uma mentira improvisada que criou pernas e saiu andando e correndo pela cidade – porque se não fosse pra complicar assim não seria a vida de um aluno, né?! – Podemos ver o problema que ele se meteu e a prova de que a mentira pode até ter pernas, mas elas são curtas. No decorrer do livro esse episodio é contado aos poucos, enquanto o autor pega atalhos para contar outras experiências engraçadas que teve durante aquele período.

Durante a leitura pude me identificar muito com o protagonista – bate aqui, Adriano!! – já que ele sonhava em viajar e se apaixonou cedo por idiomas estrangeiros. Além disso, as situações descritas nos fazem reviver aqueles anos de uma forma muito vívida. Era um aluno comum tentando dar o seu melhor e se divertir enquanto era perseguido pela Lei de Murphy – se algo tá errado, vai piorar – . A história intercala momentos cotidianos com situações divertidas e resoluções feitas por ele na época. Mas, a forma como tudo é contado é muito fluída, ele realmente estabelece uma conversa bem informal com o leitor. É como bater altos papos com o autor. Terminamos o livro e nos tornamos best friends.

Também gostei dos valores passados durante a leitura. Ele mostra a importância de se esforçar para se ter o que quer – bora correr atrás, minha gente! – e os amigos e professores conhecidos nessa época são sempre valorizados. É uma fase que você não vê a hora de acabar, mas que quando acaba você só se lembra das coisas boas – cérebro traiçoeiro – e o melhor é que pode se divertir com elas. Ou seja, nos tornamos bipolares por causa da escola.

Fiquei curiosa para saber mais sobre o caso principal – como que o Adriano saiu da situação em que se meteu – e foi legal ver onde o Adriano começou e onde ele foi parar. Isso me prendeu. Até porque a leitura é leve, focada em coisas positivas e engraçadas – e claro, eu estava sempre anotando as dicas… que foi? Nunca se sabe! Ah, só para lembrar: é tudo fato real! O que é um milagre, já que histórias reais costumam me deixar desidratada de chorar enquanto aqui só pude rir.

Por Lua


Para comprar o livro:
Amazon: http://goo.gl/2K7j0H
Saraiva: https://goo.gl/MkgcmR
Kobo: https://goo.gl/IFD7iv
Hotmart: https://goo.gl/cWuujU
Para quem quiser conhecer e acompanhar o autor:

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