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#Resenha Um Gato de Rua Chamado Bob – James Bowen

Olá, gateiros! Hoje a resenha é especial para amantes desses bichanos (se não gosta leia ainda assim, eles são fofos). O livro é Um Gato de Rua Chamado Bob, do James Bowen, publicado pela editora Novo Conceito.

Já começo dizendo que foi como eu esperava e não teve gato falante (se não sabe do que estou falando leia aqui como eu julguei a capa).

O livro em si é simples, e é preciso gostar mesmo do assunto para ter o interesse de ler. Até eu – gateira assumida – ficava meio ‘assim’ pra ler, pois se trata muito de narração e poucos diálogos (o gato não fala, apesar de o seu dono lhe dirigir a palavra algumas vezes. Quem nunca?), o que deixa a leitura um pouco cansativa. Sobre o assunto, o livro conta a história de como James e seu melhor amigo, um gato chamado Bob, conseguiram vencer na vida. Não que o gato tenha vindo pintado de ouro ou algo assim, mas como juntos eles conseguiram mudar suas vidas significativamente.

Era um imenso prazer ter tão boa companhia, tão grande companheiro. Mas, de alguma forma, senti como se houvesse recebido uma oportunidade para voltar aos trilhos.

James era tão vira-lata quanto Bob (talvez isso tenha ajudado essa amizade). Ele viveu nas ruas de Londres por alguns anos, pois foi onde as drogas o levaram. Sem amigos, sem família, ele se via sozinho. Sim, ele era dependente químico em tratamento e foi esse tratamento que lhe ajudou a conseguir um alojamento onde morar. E certo dia eis quem surge no corredor do apartamento? Um gato laranjinha. Quem resiste?

E o livro não é sobre um homem e seu gato, ah que sem graça, você pensa. É mais que isso, é sobre amizade e companheirismo. Sobre lealdade e responsabilidades. James e Bob tocaram a vida um do outro. James ajudou Bob a ter um lugar quentinho para dormir e onde comer, longe das ruas. E Bob deu a James uma responsabilidade que ele nunca imaginou ter: ser responsável. Ele tinha que levar o trabalho a serio. Afinal de contas, tinha mais uma boca para alimentar.

Durante boa parte do livro James se pergunta sobre o passado de Bob, e se questiona se ele era mesmo de rua ou não. Mas a conclusão é bem obvia, pois mais esperto que Bob impossível. Qual era o trabalho de James? E porque Bob usava cachecol? São perguntas que você só vai descobrir lendo.

E essa história é real. O próprio James dono do Bob quem escreveu o livro e começou a vender o mesmo na rua onde ele e Bob trabalhavam. Tem situações bastante engraçadas e alguns maus bocados que os dois tiveram que passar. É uma bela história de amizade, e mostra que à relação homem x animal pode ser comovente e poderosa.

Por Téh

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#Resenha O Que Não Existe Mais – Krishna Monteiro

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Hi, guys!

Cheguei para falar do livro “O que não existe mais”, do autor Krishna Monteiro. Do que se trata? Da minha memória? Do meu tempo livre? Poderia ser, mas não.

O livro traz 7 contos com estilo bem poético. Em todos eles se fala de algo que não existe mais – claro – em forma de lembranças. O conto que dá nome ao livro traz as lembranças que o filho tem do pai, tão vívidas que cheguei a pensar que o personagem estava presente em carne e osso ou em espírito. Em outro conto, são as lembranças da infância que um galo tem, em outro é o juízo  a vida de uma mulher contada do ponto de vista de um gato… os ângulos são bem variados mesmo, são pontos de vista de personagens que nunca nem pensei que tivessem ponto de vista, pra ser sincera.

Meu favorito foi o conto Monte Castelo, onde o neto lembra os dias que viveu com o avô e como eles lidavam com os desacordos das mulheres da casa. Achei bem envolvente e a escrita bem fluída. Embora a linguagem poética não seja meu estilo, deu para sentir profundamente os sentimentos de cada personagem. Até do gato no conto “Um âmbito cerrado como um sonho” que, na minha opinião, também tinha um cenário sombrio e pesado. Quem diria, mas gatinhos podem mesmos ser sombrios. Essa é sua chance de se sentir tendo a vida que sempre quis: a de um gato.

O livro é curto, com 107 páginas e 7 contos em que o autor expõe com grande sensibilidade,  profundidade e riqueza de detalhes as lembranças e percepções de personagens comuns e também inusitados. Quem gosta de linguagem poética vai ficar encantado e vai querer mais. Super bem escrito e sem erros de ortografia.

A capa é bem singela, acho que um coração entalhado em madeira. Sr. Capista, me perdoe se eu estiver errada. Infelizmente, não encontrei o autor nas redes sociais e assim ele escapou de ter que lidar com meus momentos de leitora confusa, feliz, deprimida ou qualquer outra emoção comum a nós leitores mortais.

Para ler o livro de estreia de Krishna Monteiro, só clicar nesse link não serve, te garanto. Mas, se clicar e comprar dá super certo e é bem facinho e barato! Vem! : Amazon

Recebemos o livro da agência Oasys Cultural – Thank you, guys!! – e ele foi publicado pela Editora Tordesilhas. Conheçam o trabalho supimpa de divulgação que esse pessoal faz seguindo o Instagram deles: Instagram Agência Oasys Cultural

Por Lua


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#Resenha Entre o Amor e os Desejos (Trilogia Entre o Amor) – Catarine Cecília

Olá, súditos fiéis do reino Tão-tão distant… ah não, pera! Vamos falar do Reino de Farworth que fica tão distante quanto!

A resenha de hoje é do livro Entre o Amor e os Desejos, primeiro da trilogia “Entre o Amor”, da autora Catarine Cecília. O livro foi indicado pelas nossas parceiras do blog Partiu Ler e a autora enviou pra gente: Thank you, guys!

Pelo nome assim você até pensa que é um romance hot, mas não! É romance cristão. Isso significa que vai ter conceitos cristãos (bem óbvio isso) sobre amor, casamento ou qualquer outra coisa que der na telha, de uma maneira direta ou disfarçada. E gente, era disso que eu estava precisando. Por causa desse ponto, eu me situei num mundo que vai além de Jane Austen e Charlote Brontë. Não leio cenas hots nos romances – até dos romances que amo muito como Julia Quinn. A parte que mais me cativa é o desenvolvimento dos diálogos. Pode me chamar de santa? Você vai estar bem enganado, mas pode sim. Quem sou eu pra impedir, não é, people? A questão é que o foco é outro (sentimentos, lições, cultura, intelecto…)  e é livre para todos os públicos \o/

Aqui temos um romance distópico também. Farworth é uma província da Nação Dasking, governada pelo maravilhoso Dylan Harrington, após o mundo atual ser destruído por inúmeras guerras. O início da história já mostra o coitado descrevendo em primeira pessoa como o seu coraçãozinho foi partido pela mulher que se tornou sua rainha fabulosa. Daí, ele planeja uma vingança à lá Amanda Clarke. Enquanto isso, a história se desenrola alternando entre presente e passado, onde Dylan tem longos flashbacks sobre os tempos de infância no palácio, as lições que aprendeu com o pai, o primeiro amor e os primeiros amigos encrenqueiros – quem nunca teve, né? Isso se você não for o próprio…

Dylan também precisa tomar grandes decisões ao se tornar rei. Seu perdão, empatia e amor serão testados e isso o leva a amadurecer bastante no decorrer da história. Se Dylan vai conseguir ser um bom rei? Se ele acertou em seguir seu coração ao escolher uma esposa? Leia para descobrir! Em vários momentos ele me lembrou do Maxon – meu marido literário, prazer. Eu amo essa transição de príncipe  para rei. Fico toda emocionada e me imagino chorando e apoiando o novo rei enquanto abano um lencinho em saudação (calma… isso é cena de Titanic). Se chorei ou se sorri? O importante é que emoções eu vivi. Essa sou eu e minhas emoções injustas que me fazem sofrer demais por causa dos mocinhos.

A personagem que acelera o coraçãozinho de Dylan e depois o quebra – sim, vamos ocultar o nome – me lembra Julieta da série Julieta em Roma, com aquele ar todo sublime, celestial, pisando em nuvens. Foi uma personagem que me deixou curiosa por suas ações e espero ver mais explicações dela nos próximos volumes. Só digo uma coisa: Aí tem coisa!

A história se mantém, em grande parte inocente e dramática. Mas, o desfecho elevou o nível com um mistério empolgante. Sinto como se o primeiro livro fosse uma introdução detalhada da vida de Dylan e acredito que os outros personagens tem muito que revelar. Já vejo Dylan lindo e maravilhoso montado em seu cavalo branco indo desvendar todos os segredos que os outros guardam.

O ponto negativo fica por conta de alguns erros de digitação, embora tenha sido revisado. Porém, a autora já informou que é algo que não vai se repetir no segundo.

E calma aí que o segundo livro não foi lançado ainda, mas se quiser conhecer essa história com capa maravilhosa acessa o link abaixo:

> https://www.upbooks.com.br/entre-o-amor-e-os-desejos – Mas, só quando tiver disponível lá de novo. Por enquanto, você só vai encontrar alguns exemplares restantes com a autora. Então, corre lá no Instagram dela: @catarinececiliaoficial

P.S.: Não sei porque, mas sempre penso que tem uma cereja na capa e não tem.

Por Lua


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#Resenha Até Você Voltar (Duologia Alguém Como Você) – Taynara Lima

romance resenha policial book

Hello, leitores, escritores e whatevers!

Hoje vim falar do livro “Até Você Voltar”, segundo livro da duologia “Alguém Como Você” da autora Taynara Lima. Se você não leu a resenha do primeiro livro ainda clica nesse link aqui e corre lá pra ver porque o mundo vai esperar até você voltar.

Confesso que essa está sendo a resenha mais difícil que tento fazer desde o início do blog. Esse livro tem tanto tiro que já foi difícil sobreviver à essa capa linda e iluminada logo de início. E as primeiras páginas? É cada acontecimento, é cada choque, é cada OMG e cada WTF que a gente enfrenta só no prólogo que só Deus na causa.

A história começa com a volta de Nathali Lavinski de um lugar que ela foi passar um tempo – quem leu o livro 1 entente o motivo dessa viagem. Bom, acontece que, ao voltar, Nath não encontra nada do jeito que esperava entre ela e nosso querido Sr. Blake. Aí já foi o primeiro caco do meu coração que se quebrou. Daí, Daniel volta à vida da Srta. Nathali. Primeiro OMG. Daí, nos encontramos novamente com Blake. Segundo OMG. Mais um salto no tempo e o segundo caco do coração se quebra.

Nathalie começa a afundar nas escolhas que tomou e quanto mais ela tenta sair do buraco de problemas mais ela afunda. Ela e Blake continuam a ter os mesmos sentimentos, porém o amor desses dois nunca está sincronizado. Para dificultar, Daniel também acaba se envolvendo demais.

A protagonista enfrenta uma luta interna pra descobrir se o destino que definiu o certo para ela ou se ela própria definiu o que seria seu destino. Tem um momento que é tanta treta pra todo lado que senti pena da coitada. Deu tanta pena que eu mesma já estava pedindo abraços aleatórios pra me consolar. Achei que ela nunca sairia daquela confusão. Ela e Blake precisam lutar um pelo outro, Daniel precisa se estabilizar, Nath enfenta questões relacionadas à carreira, amor, amigos, saúde e todos enfrentam situações de vida ou morte.

Apesar disso, a protagonista nunca se faz de coitadinha e assume a responsabilidade. Blake me encantou com a coragem e determinação. Daniel teve seus maus momentos, mas foi forte e colocou as próprias dores de lado a favor de outros que o magoaram. Além da eficácia como policial que é de tirar o fôlego, só avisando. Aprendi a amar esse personagem até quando devia odiar.

O final foi meu primeiro WTF. Foi tão chocante que juro que larguei o livro e chorei por alguns minutos, até lembrar que eu podia tirar satisfação com a autora – essa é a melhor coisa de ler autores nacionais: são acessíveis e lidam bem com minhas reações. Mas, antes de falar com ela resolvi ler a continuação e aqui vai o meu primeiro THANK GOD por eu ter feito isso! A continuação é ainda mais chocante e o epílogo derreteu o restante do coração que eu ainda tinha. Nesse ponto eu já não tinha mais coração mesmo. Chorei, ri e me apaixonei  – Mesmo assim, tirei satisfação com a autora em plena madrugada pelos sustos que levei, claro. Ou não seria eu. Sorry, Taynara querida.

Amei a leitura, me apeguei demais aos personagens e a história nunca ficou monótona.  Tudo é contado em primeira pessoa, do ponto de vista da Nathali e, em certos momentos, do Sr. Blake. Personagens do primeiro livro e acontecimentos marcantes são mencionados. É interessante ver como a vida deles mudou ao longo dos anos.

Para melhorar, logo após o epílogo temos um conto chamado Sempre Foi Você que dá aquela sensação de saciedade – e saudade –  de quando uma história termina por completo. Também tem Spin Off em andamento do Cory – namorado de faculdade da Nath e atual amigo – e do meu amorzinho Daniel friendzonado no Wattpad. Estou pensando seriamente em levantar a hashtag #TerminaOSpinOffTaynara de tão ansiosa que estou pela continuação deles. Sou a louca dos spin offs.

Já sinto saudades dessa duologia, mas não tenho mais lágrimas restantes. Então, vou deixar aqui embaixo o link dos livros e dos Spin offs para quem quiser. E se precisarem de um abraço depois de ler me procurem.

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>Alguém Como Você: http://amzn.to/2xfCyHZ

>Até Você Voltar + Conto Sempre Foi Você: http://amzn.to/2vKjWvw

>Criminal (Spin Off do Daniel): https://goo.gl/wsUgzS

>Cory (Conto): https://goo.gl/cxhkrf

Por Lua


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#Resenha Muito Além das Aparências (Série Aparências) – Dill Ferreira

> Surpresinha para as pessoas legais no final do post! Dá uma olhada!

> A resenha do livro 1, Casamento por Aparências, está bem aqui!

Tem lições que nem a vida é capaz de ensinar pra mim. Uma delas é a de não ser metida a fazer resenha que não pediram. E, mais uma vez, aqui estou eu com o segundo livro da autora Dill Ferreira, Muito Além das Aparências. A autora podia muito bem dizer que não pediu minha opinião, fazer o quê. Mas, até agora ela não reclamou, então vamos lá!

O livro 2 traz de volta Amanda Bündchen e Tony-príncipe em uma vida plena vivendo no paraíso que Adão e Eva perderam: Uma vida cheia de amor, paz, beleza e dinheiro. Só faltava os filhos enchendo a terra para serem felizes para sempre. Só que¹: Tony não podia ter filhos. Só que²: Amanda fica grávida. Como assim, senhor??!! Foi por espírito santo? Talvez. Só que não.

Já que perfeição cansa – dizem -, foi a vez de Tony lidar com as próprias inseguranças ligadas às novidades que vão surgindo sobre seu passado e presente. Isso é algo diferente de muitos livros: Últimamente o personagem masculino tem sido bruto com todo mundo já que muita gente diz que isso é a “realidade”. Mas, Tony e Amanda são excelentes exemplos e destacam o que o outro tem de bom mesmo com falhas pessoais. Enquanto isso, Breno fumava capim e montava uns esquemas marotos para agitar a vida da ex e tê-la de volta.  E ele suou a camisa, viu?

“Vou tentar ser paciente e procurar me lembrar das coisas lindas e verdadeiras que ele sempre fez questão que existissem entre nós” – Pág. 79 – Isso mesmo, Amanda! Foco!

Achei que Amanda ía ficar só sentada esperando ser salva pelo príncipe encantado, mas ela deixou de ser boba ainda lá no primeiro livro, percebeu que o príncipe dela estava deprê e tomou medidas para se salvar.

A protagonista está bem mais corajosa e determinada, mais certa do que faz, embora sempre cautelosa. Achei linda a postura firme que ela manteve por todo o livro, tanto em compreender os sentimentos de Tony assim como ele compreendeu os dela até aquele momento, quanto em lidar com Breno. Além de cuidar do novo ser-humaninho que mal foi gerado e já causou todo esse fuzuê. Uma verdadeira fortaleza.

Amei o suspense em volta dos dois plots e a forma como tudo se uniu no final. Temos romances secundários, uma agente inusitada, e cenas de ação que me fizeram estalar os dedinhos de ansiedade. Se antes esse livro tinha chocolate com pimenta, agora Dill acrescentou cafeína e deu mais energia a uma história que ainda é contada de uma forma suave e fluída, cheia de frases lindas e com o verdadeiro amor sempre em foco.

Quem é o verdadeiro pai da criança? Como brincar de casinha com a ex? O que significa o amor verdadeiro? Como ter um príncipe imperfeito? Como montar uma creche? Tudo isso nas páginas de Muito Além das Aparências! E, se preparem que agora tô mais ansiosa para ler o livro 3: Vi a sinopse e tô pipocando de perguntas. A capa traz um casal representando Amanda e Tony – na minha cabeça o Tony tá mais para Zachary Levi, mas ok – além de páginas decoradas lindamente. Olhei para o livro e já rolou um clima entre nós.

Preciso dizer que ganhei o livro físico de presente – Obrigada Dill, sua linda! Bjs – depois da resenha que fiz do livro 1 da série, Casamento Por Aparências, que foi achado no palheiro do Facebook na época. Claro que surtei. Como não, né queridos? Como não?

E mais uma vez: Desculpe minha natureza metida, Dill! Não sei mais o que fazer comigo.

> Clique, pague o valor, e um livro aparecerá na sua casa em alguns dias. É mágica!:

Livro: Muito Além das Aparências – Dill Ferreira

>Página da série pra curtir!: Facebook

VAI TER SORTEIO SIM! E se achar ruim fazemos outro! Vamos sortear um par de marcadores (1 do livro Casamento por Aparências + 1 do livro Muito Além das Aparências). O sorteio será realizado no Facebook. A regra é só você marcar um amigo nos comentários e já estará concorrendo! Inscrições encerram dia 15/9/2017 e resultado será divulgado no próprio post em até 2 dias após o encerramento. Corre lá que já tá valendo!: SORTEIO

Por Lua


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#Resenha Doidas e Santas – Martha Medeiros

Olá, pessoas!

Vou começar confessando algo: eu não sabia como fazer essa resenha. Serio! Mas, eu queria muito fazer. Deu pra entender o nível de bipolaridade dessa pessoa que aqui fala? Pois é, bem grave. Mas, eu não desisti. Precisa escrever e cá estou eu. Bem, o livro é Doidas e Santas, da escritora brasileira Martha Medeiros, publicado pela L&PM editores em 2015. É um livro de crônicas que foram publicados no jornal O Globo e Zero Hora entre os anos de 2005 e 2008. Fiquei sabendo que é uma reunião de 100 crônicas ao total. Eu não fui contar e vou confiar na pessoa que escreveu essa informação.

Há muito tempo já vinha lendo textos avulsos da autora por aí e não sabia quem era até pouco tempo atrás. Logo a adicionei a lista de “quero ler”. E vai me dizer que esse nome “Martha Medeiros” não te lembra de nenhum texto ou frase que já tenha ao menos passado o olho em alguma rede social? (Tumblr principalmente)

“Bem, e sobre o que são essas crônicas do Doidas e Santas, afinal de contas?” Você deve estar se perguntando. Se não está se perguntando você deveria porque eu tenho que responder isso de todo jeito: São temas cotidianos, reais, da sociedade, da vida, da nossa vida, das mulheres que são doidas e santas e às vezes até da falta de vida também. De amores e desamores. Tem também crônicas que mais parecem dicas e indicações (se ela curtiu certo filme ou música) ou contraindicações (se ela não deu like em certo programa, filme, atitude).

Essa coisa chamada “história de amor” requer um certo tempo para ser construída, e as que dão certo são aquelas vividas com paciência, com o espirito aberto e geralmente com qualquer um que consiga romper nossas defesas e nos fazer feliz. Crônica: Qualquer Um

E é assim que se desenrola o livro. Aviso logo aos leitores desse texto que se você não curte tais temas nem ouse pegar esse livro (a menos que goste de desafios), porque até para quem gosta (eu no caso e mais alguns tantos) encontrei certa dificuldade em prosseguir, sabe? Porque a gente se acostuma tanto a um ritmo de leitura, que conta capitulo por capitulo seguindo o mesmo tema, que quando lemos algo assim temos esse problema de ter a vontade de continuar sem saber qual vai ser o próximo tema.

Porém, o que ajuda nessas horas são os títulos dos mesmos. Sim, eles fazem o gancho que te puxa para continuar, pois você quer saber sobre o que ela vai falar. Mas, como eu disse, a leitura pra mim foi algo meio arrastado e demorado. Apesar disso, eu gosto muito dos temas que ela abordou e me identifiquei bastante. Mesmo que eu e ela tenhamos vidas bem diferentes (ela casada e com filhos) pude ver que nossas opiniões “batiam” em certos casos. E sim, as crônicas são basicamente as opiniões dela, o ponto de vista dela sobre assuntos da vida.

Libertar uma pessoa pode levar menos de um minuto. Oprimi-la é trabalho de uma vida. Mais que as mentiras, o silencio é que é a verdadeira arma letal das relações humanas. Crônica: Falar

Bom, se quiser ler e criar uma discussão mental com a autora eu super-recomendo (depois me conta quem venceu essa batalha).⁠⁠⁠⁠

Por Téh


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#Resenha A Casa das Rosas – Andréa Zamorano

resenha

Olá, meus friends!

Hoje vim mostrar pra vocês que nem só de zoação e piadinha vive o LiteraMente. Vamos falar do livro “A Casa das Rosas”, da brasileira portuguesa Andrea Zamorano.

Seria A Casa das Rosas uma estufa? Talvez. Um jardim? Com certeza. E temos um jardim lindíssimo nessa história. Mas, vamos ao foco.

O livro é um romance bem dramático com cara de poesia… mas sem poesia, entendeu? O cenário é o Brasil em uma época que o povo lutava pelas eleições diretas para presidente. Começa com o relato de como uma mulher, chamada Cândida, conheceu um carinha gente boa, se apaixonou e casou. Mas, nem tudo eram flores e em um determinado momento ele, um político rico, começou a rejeitar a esposa e em seguida a filha recém-nascida. Cândida agora tenta proteger a própria vida e da filha, mas acaba sofrendo um ataque. Esse trecho já foi doloroso pra mim, caiu um dilúvio aqui dos olhos da pessoa. (Moça, como que tu já começa um livro com um negócio desse?)

“Nunca mais manhãs ensolaradas, nunca mais passeios no parque, nunca mais riso de criança. Faz sempre muito frio aqui.” – Pág. 16

Daí, temos um salto no tempo, mostrando a vida da filha, Eulália, inocente sobre tudo e todos. Sequer tinha notícias da mãe. O pai se torna alguém cada vez pior a ponto de tomar uma atitude que me chocou até hoje.

Eulália precisa fugir e passa a assumir várias identidades enquanto é procurada, virando uma espécie de símbolo de alguém que fugiu de um político opressor para viver a liberdade e os sonhos. Até parece, né? Sonhando tava esse povo, já que ela tava comendo o pão que o diabo amassou. E amassou bem amassado, só pra constar.

Eulália chega a procurar a verdade sobre a mãe e a autora trouxe cenas fortes para esse momento, com relatos alternados em primeira e terceira pessoa que explicam o início do livro.

Além disso, não é propaganda enganosa: a casa tinha rosas, um jardim bem cultivado e segredos enterrados nele que eu não vou contar. ☆Cause two can keep a secret if one of them is dead

O livro traz um contexto político, com ar poético e inocente e um drama aterrorizante com palavras macias. Até hoje não me recuperei. Para quem gosta de uma história de verdade, que mexe com todo tipo de emoção,  precisa conhecer.

Jurei que pela sinopse teria algo bem fantasioso, e até teve uma pitada. Mas, foi tão leve que mal dá para perceber se era fantasia realmente.

O único ponto negativo que achei na leitura foi o fato de que as falas dos personagens não possuem travessão no início. São apenas parágrafos, então,  problemática como sou em me situar, eu tive que reler algumas falas para saber de que direção vinham. Travessões são os santos GPS’s da literatura. Mas, se até eu ne situei você também consegue. Não é algo que compromete a beleza da escrita, ok?

Sabe a história do “só mais um capítulo?” Pois é. Sou uma vítima eterna. Li o livro inteiro em uma tarde. Calma, ele não é tão curto – 175 páginas – e nem eu sou o papaléguas da literatura. Mas, apesar de me assustar por um ângulo, a história me prendeu e só larguei quando terminei.

A autora mora em Portugal e tem nome de turista mas é brasileiríssima (não tem como fugir). A Andrea já lançou A Casa das Rosas em Portugal pela editora Quetzal e agora é a vez da terrinha, através da editora Tinta Negra. O livro já ganhou prêmio de Livro do Ano pela TimeOut Lisboa e tudo, viu?

Para comprar o livro clique aqui:

Para dar “oi” pra autora, clique aqui:

Recebemos o livro e o marcador da Agência Oasys Cultural. Para conhecer mais o trabalho dessa equipe super da hora, aqui estão os links:⁠⁠⁠⁠

Por Lua


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